po

Brigada Militar de Vila Maria Recebe Novos Armamentos

Tempo de Leitura: 2 minutos.

No dia 16 de Março de 2022, a Brigada Militar do Município de Vila Maria recebeu a entrega de novos armamentos tecnológicos para reforçar a segurança pública no município.

Trata-se de cinco pistolas modelo calibre 09 mm e um Taser (arma de choque), que foram adquiridas através do programa PISEG RS – Programa de Aparelhamento da Segurança Pública.

A ideia destes novos armamentos é trazer modernização, segurança e qualificação para fortalecer os órgãos da polícia com armamentos, melhorando o enfrentamento da criminalidade com equipamentos inteligentes e tecnológicos.

 

 

O QUE É O PROGRAMA PSIG?

Lançado em 2019, o programa PSIG é destinado para a área da segurança pública no Rio Grande do Sul, e tem como objetivo qualificar a segurança pública estadual, investindo em armamentos inteligentes, modernos e sofisticados para o órgão da polícia, contando com o auxílio de empresas de cada município gaúcho que são contribuintes do ICMS, ou seja, as empresas que são contribuintes do ICMS, podem doar até 5% do seu ICMS para contribuir com o programa. Qualquer valor é bem-vindo e é um excelente auxílio para ajudar no fortalecimento qualificado da segurança.

 

A UP ESTÁ APOIANDO O PROGRAMA

Comprometidos com o fortalecimento da segurança pública local, apoiamos ativamente o programa PISEG RS  e acreditamos nas melhorias que estão sendo implementadas na sociedade.

A participação das entregas dos novos armamentos para a Brigada Militar de Vila Maria contou com a presença do Tenente Coronel Marco Antônio dos Santos Morais – Comandante do 3° RPMon – Passo Fundo, o Capitão Sérgio Nogueira Pagliarini – Comandante do 3°Esqd – Marau, a Soldado Carline Daiana Müller – Comandante do 3° GPM – Vila Maria, o Soldado Lacerda, a Soldado Talita, o Soldado Kroeff, e o Soldado Morales – Integrantes do 3° GPM – Vila Maria e representantes das empresas Clairton Tadeu Bidtinger da Silva – Tecnotri, Marcelo Gaspodini Leithardt – Visione (UP Equipamentos), Wellington Gomes – Robustec e Leonardo Cerato – Belunno Indústria de Alimentos LTDA.

 

Fonte: https://www.facebook.com/MunicipiodeVilaMaria/photos/pcb.4912295945492749/4912295788826098

empilhadeira elétrica

Invista na prevenção das Paleteiras e Empilhadeiras

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Neste blog queremos lhe mostrar a importância da manutenção preventiva nas paleteiras e empilhadeiras

As paleteiras e empilhadeiras são equipamentos fundamentais no setor logístico de qualquer empresa. Com movimentação simples, facilitam os processos de deslocamento das mercadorias. Como de costume, esses equipamentos são usados para movimentar cargas pesadas, com base nisso, é comum afirmar que elas têm um alto desgaste ao passar do tempo. E é justamente por esse motivo que necessitam de cuidados especiais para ter uma vida mais prolongada e útil.

Para garantir o funcionamento correto do equipamento, é necessário realizar a manutenção preventiva. A manutenção preventiva é considerada a manutenção mais importante, pois a função dela é basicamente avaliar o equipamento regularmente, com o objetivo de evitar danos que possam interferir no dia a dia do seu negócio.

 

Como devo realizar a manutenção preventiva?

A manutenção preventiva exige cuidados simples que podem ser realizados pelo próprio operador, desde que ele seja capacitado para perceber possíveis falhas. São procedimentos simples, mas que precisam estar em dia para evitar danos futuros.

 

Fique de olho nas graxas

Uma boa maneira de iniciar a manutenção preventiva, é analisando se todas as partes móveis dos equipamentos estão bem lubrificadas pelas graxas.

Como você já deve saber, o funcionamento de qualquer parte móvel de algum equipamento acontece por movimento, e esse movimento entre as peças acaba gerando atrito e o cisalhamento desses componentes. É por esse tipo de problema que a lubrificação serve. O lubrificante tem a função de reduzir o desgastes das peças e ajudar no desempenho do equipamento. Sabendo disso, podemos afirmar que a graxa é extremamente importante.

 

Lembre-se sempre do óleo hidráulico

Outro fato importante é a questão do óleo hidráulico, já que a maioria dos modelos de Paleteiras e Empilhadeiras funcionam através do sistema hidráulico, o cuidado com o óleo hidráulico é fundamental para o funcionamento correto. O ideal é preencher a bomba com 250ml de óleo.

 

Primeiro uso: Fique atento na válvula de alívio da bomba

É indicado verificar antes e depois do uso, se a válvula de alívio da bomba está funcionando corretamente. Além de ajudar a limpar o motor, se caso tiver com alguma sujeira, você poderá estar prevenindo o risco dos garfos não se erguerem durante o levantamento das mercadorias. Sugerimos que antes do uso, você bombeie o equipamento em torno de 5 a 10 vezes.

 

Existem outros tipos de manutenção para os meus equipamentos? 

A resposta é sim! Porém, não são vantajosas como a manutenção preventiva. Mas nos piores casos, você pode ficar tranquilo se caso seu equipamento estragar e você não tiver com a manutenção preventiva em dia. Pois existe a manutenção corretiva que seria a solução para o seu problema.

A manutenção corretiva deve ser acionada no momento em que o equipamento já estiver danificado. Pois necessita de mão-de-obra especializada e ferramentas especiais. Isso acontece quando a manutenção preventiva é deixada de lado, por isso é importante destacar o quanto é necessário a revisão regularmente nesses equipamentos. A corretiva é considerada a manutenção que mais gera gastos e estresse.

 

Então, este conteúdo te fez pensar no quanto a manutenção preventiva pode ser um ótimo investimento para você? 

Não deixe para depois, cuide daquele que ajuda e facilita o dia-a-dia do seu negócio.

Asset-1-80

Controle tecnológico do concreto: por que ele evita falhas e prejuízos na obra

Tempo de Leitura: 3 minutos.

O controle tecnológico do concreto é o processo usado para verificar se o concreto aplicado na obra atende aos requisitos de qualidade, consistência, resistência e durabilidade definidos em projeto. 

Ele envolve ensaios e conferências que ajudam a identificar se o material está adequado antes e depois da concretagem.

Esse cuidado é essencial porque o concreto tem papel estrutural na construção civil. Quando a mistura, o transporte, o lançamento ou a cura não recebem a atenção necessária, a obra pode enfrentar fissuras, trincas, baixa resistência, retrabalho e até problemas que comprometem a vida útil da estrutura.

Embora o controle tecnológico dependa de acompanhamento técnico e ensaios específicos, a rotina da obra também precisa de organização, equipamentos adequados e apoio operacional. É nesse ponto que soluções como as da UP Equipamentos ajudam o canteiro a trabalhar com mais segurança, agilidade e previsibilidade durante a execução.

Índice

  1. O que é controle tecnológico do concreto?
  2. Por que o concreto precisa ser controlado?
  3. O que é Slump Test?
  4. Quais problemas o controle tecnológico ajuda a evitar?
  5. Controle do concreto também depende da rotina da obra

O que é controle tecnológico do concreto?

O controle tecnológico do concreto reúne procedimentos usados para avaliar o concreto fresco e endurecido. 

Na prática, ele verifica se o material recebido e aplicado na obra está de acordo com o traço, com o desempenho esperado e com as normas técnicas aplicáveis.

Esse processo pode envolver a análise da consistência do concreto, a moldagem de corpos de prova, a cura adequada das amostras e os ensaios de resistência à compressão. 

A ABNT NBR 12655 trata do preparo, controle, recebimento e aceitação do concreto de cimento Portland, enquanto a ABNT NBR 16889 estabelece o ensaio de abatimento do tronco de cone, conhecido como Slump Test.

Por que o concreto precisa ser controlado?

Cimento, água, areia, brita e, em alguns casos, aditivos formam o concreto. A proporção entre esses materiais e o modo de preparo interferem diretamente no comportamento do concreto depois da aplicação.

Quando a obra erra a dosagem ou recebe o material fora das condições previstas, o problema pode não aparecer de imediato. Muitas falhas surgem depois, quando a estrutura já está executada e a correção se torna mais cara, mais demorada e mais complexa.

Por isso, o controle tecnológico funciona como uma etapa de prevenção. Ele ajuda a equipe a tomar decisões com base em dados técnicos, e não apenas na aparência do concreto ou na experiência visual do canteiro.

O que é Slump Test?

O Slump Test, também chamado de ensaio de abatimento do concreto, é usado para verificar a consistência do concreto fresco antes da aplicação. Ele mostra se o material apresenta trabalhabilidade adequada para ser lançado e adensado na estrutura.

Esse ensaio é rápido e muito comum no recebimento do concreto na obra. Com ele, é possível identificar se o concreto está muito seco, muito fluido ou fora do abatimento previsto para aquele tipo de aplicação.

No entanto, o Slump Test não mede a resistência final do concreto. Ele avalia a consistência no estado fresco. Para verificar resistência, são necessários outros procedimentos, como a moldagem de corpos de prova e o ensaio de compressão.

O Slump Test, ou teste de abatimento do concreto, é um meio rápido de definir as características do concreto fresco momentos antes de sua aplicação, fazendo parte do controle tecnológico.

Quais problemas o controle tecnológico ajuda a evitar?

O controle tecnológico do concreto ajuda a reduzir o risco de patologias que prejudicam a segurança, o prazo e o custo da obra. 

Entre os problemas mais comuns estão fissuras, trincas, rachaduras, falhas de concretagem, baixa resistência, corrosão da armadura, carbonatação, lixiviação e perda de durabilidade.

Essas falhas não representam apenas um problema técnico. Elas também geram retrabalho, desperdício de material, atraso no cronograma e insegurança para quem executa, fiscaliza e recebe a obra.

Quando o concreto é acompanhado corretamente, a obra ganha mais previsibilidade. A equipe consegue identificar desvios antes que eles se transformem em prejuízo incorporado à estrutura.

Controle do concreto também depende da rotina da obra

O controle tecnológico começa nos ensaios, mas não termina neles. Depois que o concreto chega ao canteiro, a execução precisa seguir com organização, movimentação adequada, equipamentos corretos e atenção em cada etapa da concretagem.

Uma obra que trabalha com improviso aumenta o risco de perda de material, atraso, retrabalho e falhas de execução. Por outro lado, quando o canteiro tem apoio operacional e equipamentos adequados, a equipe ganha mais segurança para executar o serviço dentro do padrão esperado.

A UP Equipamentos oferece soluções para apoiar a rotina da construção civil, com equipamentos que ajudam na movimentação, organização e execução das atividades no canteiro.

Fale com a equipe da UP Equipamentos e encontre os equipamentos certos para melhorar a rotina da sua obra com mais segurança, agilidade e controle.

Conversar com a UP

ori_27_capa

Caixas para argamassa: facilidade e economia na construção civil

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

A argamassa – um dos materiais presentes em todo canteiro de obras – é o que dá sustentação à obra. Por esse motivo, o recipiente utilizado para armazenamento desse material é muito importante para facilitar as operações e evitar desperdícios. Para esse fim, utiliza-se as caixas de argamassa, que otimizam tempo e espaço.

A caixa de argamassa funciona como um medidor de concreto, assim as concreteiras sabem a quantidade correta de argamassa deixada em cada obra. Em diversos tamanhos e com várias utilidades, esses recipientes tornaram-se essenciais na construção civil.

Conheça as diferentes caixas de argamassa fornecidas pela UP Equipamentos

Os equipamentos para armazenagem de argamassa da UP ajudam no processo de construção de forma ágil e econômica. Com versões de 47, 200, 380, 500 e 1000 litros, são configuradas para movimentação em guindaste de torre ou gruas, carrinhos manuais ou elevadores. As caixas são reutilizáveis (devido à sua resistência e durabilidade), leves, flexíveis e versáteis. A seguir, conheça cada modelo separadamente:

Masseira 47l

Masseira: 47l / 0,047m³

Dimensões: 460 x 700 x 235mm;

Capacidade da masseira: 80kg;

Material: PE;

Peso Unitário: 2,75kg

Mais informações:  https://upequipamentos.com.br/produto/12/Masseira-47l

Masseira 380l

Masseira: 380l / 0,38m³

Dimensões: 2080x1110x260mm;

Capacidade da masseira: 800 kg

Material: PE;

Peso unitário: 16,5kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/18/Masseira-Plastica-380l

Caixa de Argamassa 200l

Caixa de Argamassa: 200l / 0,2m³

Dimensões: 540x650x960mm;

C/ estrutura metálica para elevação;

Capacidade: 350kg;

Material: PE;

Peso unitário: 14,7kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/19/Caixa-de-Argamassa-200l–c-estrutura-tubular-metalica

Caixa de Argamassa 500l

Caixa de Argamassa: 500l / 0,5m³

Dimensões: 1110x1560x535mm;

Capacidade da caixa: 1.200kg;

Material: PE;

Peso unitário: 21kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/49/Caixa-de-Argamassa-500l

Caixa de Argamassa 1000l

Caixa de Argamassa: 1000l / 1m³

Dimensões: 1380 x 1880 x 750 mm;

Capacidade da caixa: 2.500kg;

Material: PE;

Peso unitário: 31,5kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/13/Caixa-de-Argamassa-1000l–1msup3
ori_26_PostCampinas20.05a (1)

Novo Centro de Distribuição em Campinas. Mais agilidade para nossos clientes.

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

Esse ano, a UP Equipamentos está inaugurando sua nova operação logística, o Centro de Distribuição (CD), que está localizado junto ao Terminal Intermodal de Cargas (TIC), na cidade Campinas-SP, um dos mais importantes polos logísticos do Brasil.

O novo Centro de Distribuição conta com amplo espaço de armazenagem, área administrativa, docas para agilizar as entregas e recebimento de material.

Agora, com essa nova possibilidade, nós da UP Equipamentos, nos aproximamos ainda mais de nossos clientes, para atender as demandas de mercado com soluções em construção civil e movimentação de cargas.

O atendimento e agilidade em nosso processo comercial e logístico será ainda melhor, pois teremos um amplo estoque para atendimento imediato ao consumidor.

Mesmo com todas as dificuldades que todos passamos no País e no Mundo, nós acreditamos muito no potencial de nosso time, parceiros e clientes, por isso, não mediremos esforços para entregar o melhor que o mercado demanda.

Conte conosco para dar um UP em sua empresa com nossas soluções.

A direção,

Edson Pagnussat

Sócio-Diretor UP Equipamentos

Maio, 2020.

ori_25_blog3

Cuidados na construção civil em tempos de corona vírus

Tempo de Leitura: 3 minutos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a covid-19 SARS-CoV-2, popularmente conhecido como Corona Vírus, se manifesta de diferentes formas de pessoa para pessoa, podendo ir de casos de infecções assintomáticas, até a casos de problemas respiratórios mais graves.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que aproximadamente 80% dos pacientes com a doença não apresenta nenhum sintoma e quase 20% dos infectados precisam de intervenção hospitalar, pela grande dificuldade para respirar, dentre estes, 5% pode precisar de suporte ventilatório para auxiliar na respiração.
Os principais sintomas do corona vírus são: Febre, tosse, coriza, dor de garganta e dificuldades para respirar. Em alguns casos extremos a doença pode apresentar as características semelhantes a uma pneumonia severa. A transmissão acontece ao entrar com contato com a saliva, tosse/espirro, de uma pessoa infectada, ou ao tocar em superfícies contaminadas com o vírus.
Algumas cidades entraram em quarentena e fecharam boa parte de seus setores econômicos, em especial o comércio, no entanto, na maioria das localidades a construção civil continua a todo vapor. Para que a doença não se propague, existem alguns cuidados necessários, em especial nos canteiros de obras. Confira as nossas dicas:
1. Utilize toalhas de papel nos banheiros e tenha sempre sabonete líquido disponível em todos eles;
2. Distribua álcool gel em vários pontos do canteiro de obras. Coloque lenços de papel nesses pontos para que os funcionários os utilizem para cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
3. Mantenha os corrimãos, maçanetas e demais superfícies de uso comum e frequente sempre desinfetados. Para esta higienização, utilize produtos de limpeza, como sabão ou álcool 70%. Passar um pano seco ou usar apenas água não é efetivo contra o vírus.
4. Deixe sempre limpa todas as áreas de grande fluxo de funcionários, como os banheiros e refeitórios. É importante também higienizar os leitores de biometria e catracas.
5. Mantenha todos os EPIs, ferramentas e equipamentos sempre bem higienizados. Especialmente os de uso comum, que devem ser desinfetados com álcool 70% quando for passado de um funcionário a outro.
6. Disponibilize máscaras,luvas e óculos de proteção aos trabalhadores e dê a eles orientações sobre a utilização desses equipamentos.
7. Instrua seus funcionários a procurar ajuda médica caso o mesmo tenha qualquer suspeita de ter contraído o Corona Vírus. Se o médico recomendar, o trabalhador deve permanecer em casa até o resultado do diagnóstico. Esse período deverá ser considerado como falta justificada, de acordo com a Lei 13.979/2020, sem causar nenhum dano ao trabalhador.
8. Se possível, reduza o número de pessoas no escritório (o mais recomendado é colocar toda a equipe em home office) e no canteiro de obras para evitar aglomerações. Ao afastar as pessoas do local de trabalho, dê preferência aos funcionários que tenham direito a férias, maiores de 60 anos, mulheres grávidas, portadores de doenças crônicas e demais pessoas do grupo de risco.
9. No canteiro de obras, limite o número de pessoas trafegando nos elevadores fechados ao mesmo tempo (no máximo 2), e nas cremalheiras (no máximo 4).
10. Crie mais intervalos para almoço, ao invés de deixar a equipe inteira aglomerada no refeitório, organize as refeições em horários alternados.
11. Também é válido orientar os trabalhadores que se vacinem contra o sarampo e a gripe comum.
12. Em momentos assim, informação é fundamental. Coloque cartazes em lugares de destaque com orientações sobre a prevenção da doença, envie vídeos e mensagens via whatsapp com dicas de como se prevenir do vírus, higiene e esteja sempre aberto para que seus funcionários possam ir até você se sentirem algum dos sintomas do Corona Vírus.
Como reconhecer os sintomas de Corona Vírus nos seus funcionários:
Além dos sintomas mais comuns, como febre (à partir de 37,3º), tosse (seca ou com secreção), dor de garganta e falta de ar, existem outros sintomas que podem estar relacionados com o corona vírus: cansaço, coriza, náuseas, dor de cabeça, vômito e diarreia.
Funcionários que apresentem febre ou sintomas, devem ser afastados até que se possa descartar a possibilidade de estarem infectados com Corona Vírus, para que a saúde dos demais não seja colocada em risco.
A epidemia do Corona Vírus irá passar em breve, e para quem não pode parar, é importante tomar os devidos cuidados e precauções no ambiente de trabalho, e se possível, ficar em casa o máximo que puder, para garantir a sua segurança, de seus colegas e familiares.
A qualquer suspeita de Corona Vírus, entre em contato com Tele-SUS, o chat criado pelo Ministério da Saúde para verificar se os seus sintomas são compatíveis com os da doença.
ori_23_predios-arranha-ceu-camboriu-karina-pizzini

Balneário Camboriú tem cinco dos dez prédios mais altos da América do Sul; saiba o porquê

Tempo de Leitura: 4 minutos.
Para viabilizar as obras nos poucos metros quadrados restantes nos locais privilegiados da cidade, mercado imobiliário investe em prédios com mais de 150 m de altura”

Com um dos metros quadrados mais caros do país e os prédios mais altos da América do Sul, Balneário Camboriú se destaca pelos arranha-céus imponentes avistados já da rodovia BR-101. As exuberantes praias catarinenses atraem uma movimentação massiva de turistas desde a década de 1970, período a partir do qual o desenvolvimento da região e a verticalização urbana se expandiram com o aumento do número de visitantes.

“Hoje, mais de 4 milhões de turistas passam pela cidade por ano. A valorização dos imóveis atraiu construtoras e investidores de alto poder aquisitivo, ampliando o mercado mobiliário de luxo na região, que possui, hoje, seis dos dez prédios mais altos do país, todos de alto ou altíssimo padrão. A duplicação da BR-101, no litoral Norte do Estado, em 2000, é outro ponto que intensificou a procura e o investimento no local.
“Nos anos 2000, houve uma verticalização acentuada em razão da grande procura por imóveis de alto padrão, principalmente na orla da Praia Central. Também, os planos diretores aprovados desde sua emancipação, em 1964, ofereceram [à cidade] coeficientes de aproveitamento generosos para a construção civil, com gabarito [número de pavimentos] livre”, explica Jânio Vicente Rech, arquiteto, doutor em Engenharia Civil e professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).
Verticalização e luxo à beira mar

Os quase sete quilômetros da Praia Central de Balneário Camboriú são pequenos em relação ao número de visitantes que ela recebe todos os verões. Em média, 900 mil pessoas visitam a cidade somente no mês de janeiro. “A construção de edifícios verticais tem por objetivo abrigar o maior número de pessoas em uma menor parcela do território urbano”, diz Rech ao justificar a intensa presença de prédios no local.”

“A limitação do espaço para construção na orla valoriza o metro quadrado nas avenidas mais próximas da praia e aumenta a disputa pelo melhor imóvel com vista para o mar. Dados recentes da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) revelam que o segmento de imóveis de luxo vem apresentando um desempenho notável, uma vez que os lançamentos de imóveis para o público de alta renda crescem mais do que o dobro da média do mercado imobiliário.”
“Essa corrida de investimento faz crescer o número de arranha-céus da cidade, com o maior conglomerado de edifícios de alto padrão do país. Balneário Camboriú tem 24 dos 56 prédios com mais de 150 metros de altura no Brasil, entregues ou em construção. De acordo com o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), a cidade tem seis dos dez prédios mais altos do Brasil, todos com mais de 190 metros de altura, em construção ou entregues em 2019. No recorte de que engloba toda a América do Sul, cinco entre os dez mais altos estão em Balneário Camboriú (prontos ou em obras).
Só a FG Empreendimentos possui três dos dez prédios do ranking. Neste mês de dezembro, a incorporadora concluiu a obra do edifício residencial Infinity Coast Tower, com 234.8 metros, que se tornou o edifício entregue mais alto do Brasil e o terceiro da América do Sul. Com previsão de conclusão para 2022, a construtora trabalha na obra do One Tower, o prédio mais alto em construção de frente para o mar da América do Sul, com 280.3 metros.
De acordo com o diretor comercial e de marketing da FG Empreendimentos, Altevir Baron, a cidade criou uma identidade própria devido aos pequenos terrenos próximos a orla. “Quando o terreno é muito caro, você precisa ter um número de apartamentos que a viabilize essa construção, por isso fazemos prédios mais altos que viabilizam o negócio, dando estética à cidade, com inovação e tecnologia. Nessa inspiração, Balneário Camboriú torna-se um polo da construção civil, referência em prédios de alto padrão. As construtoras que aqui estão acabaram criando essa referência”, avalia.
Tal referência criou, também, uma competitividade entre as construtoras da região. Entre as que estão “na disputa”, destaca-se a Pasqualotto & GT, que se especializou em prédios de alto padrão para atender essa demanda. Com as torres do Yachthouse by Pininfarina no topo do ranking nacional, quando entregue, em 2020, o empreendimento será o mais alto do Brasil e o maior edifício residencial da América do Sul, com 281 metros e 81 andares. No continente, ele só perderá para o chileno Torre Costanera, em Santiago, que tem 300 metros de altura e abriga um hotel e escritórios.
“O objetivo é quebrar a sazonalidade do litoral e ampliar as possibilidades e atrativos no período de baixas temperaturas. Tudo que é realizado visa ampliar a movimentação econômica regional e até mesmo nacional”, conta o presidente da Pasqualotto & GT, Alcino Pasqualotto. Em 2021, a construtora entrega outro edifício que está entre os cinco mais altos do país, o Vitra Residence, com 208.5 metros de altura.
“A verticalização é um tema debatido em todo o mundo e, assim como todas as discussões mundiais, gera pontos positivos e olhares menos otimistas. Balneário Camboriú é uma cidade nova, porém que sempre possuiu vocação ao empreendedorismo e eficiência, isso tudo somado ao turismo”, comenta Pasqualotto.
Dubai brasileira

Para Baron, a competitividade entre as construtoras gerou uma “apresentação de exemplares do que há de melhor no mundo” na construção civil. “Com isso o cenário brasileiro acabou elegendo Balneário Camboriú como uma cidade de investidores com clientes de todo o Brasil”, diz o diretor da FG. Foi este cenário que fez com que a cidade ganhasse o cunho de “Dubai Brasileira”.
Apartamentos de alto e altíssimo padrão – de frente para o mar, com unidades de até 350 m² privativos, podem custar cerca de R$ 28.000,00 por metro quadrado. Segundo o diretor da FG Empreendimentos, nos últimos 20 anos a cidade vem sendo repagina para se tornar a referência que é, com obras que podem gerar mais de R$ 1,5 milhão de IPTU (Imposto Territorial Urbano) para o município.
Ao contrário da jovem Balneário Camboriú, Dubai tem sua história contada a partir do século XIX, ainda que registros apontem que havia uma civilização pré-histórica no local. A cidade dos Emirados Árabes também possui o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros, quase três vezes mais alto que o edifício mais alto do Brasil – o Yachthouse by Pininfarina, com 280 metros, ainda em obras.
“Creio que o apelido de ‘Dubai brasileira’ se deve ao fato de a cidade abrigar os maiores prédios do Brasil. Para tanto, a indústria da construção civil busca assessorias e alta tecnologia na Europa e América do Norte para a concretização desses espigões. No entanto, para igualarmos as condições de infraestrutura de Dubai, ainda precisamos de um planejamento urbano de longo prazo, com investimento em todas as áreas, como transporte público, abastecimento, saneamento básico, entre outros”, conclui o especialista Janio Rech.”

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/balneario-camboriu-predios-mais-altos-america-sul/

ori_22_titanumtower

PIB da construção deve crescer até 2% este ano

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda

O PIB (Produto Interno Bruto) da construção brasileira deverá fechar o ano de 2019 com um crescimento de 2%, na comparação com 2018.

Em 2020, a construção deverá crescer 3%. As novas projeções foram apresentadas em 5 de dezembro pela coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, em entrevista coletiva à imprensa dada pelo presidente do SindusCon-SP, Odair Senra, e pelo vice-presidente de Economia da entidade, Eduardo Zaidan.

Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda.

De acordo com a projeção, o crescimento do setor neste ano deve ser impulsionado principalmente pelo segmento de autoconstrução e reformas (+3%), serviços especializados (+2,5%) e infraestrutura (+1%).

O setor de edificações não deverá apresentar variação na comparação com 2018, uma vez que o crescimento das vendas no mercado imobiliário somente começou a se traduzir nos indicadores de atividade nos últimos meses do ano

“De qualquer forma, a percepção é de que a crise do setor ficou para trás”, analisou Odair Senra. “E as perspectivas são de um crescimento mais expressivo das edificações residenciais e dos demais segmentos do setor em 2020”, completou.

Para 2020, a projeção indica que o segmento de autoconstrução e reformas seguirá liderando a recuperação.

O setor de edificações residenciais aumentará o ritmo de crescimento, impulsionando o segmento de serviços especializados, enquanto as obras de infraestrutura devem seguir mantendo um ritmo lento de recuperação.

De acordo com Eduardo Zaidan, porém, a indefinição em relação à continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida preocupa.

“O programa se mostrou eficaz na diminuição do déficit habitacional, e na crise acabou sendo responsável pela construção da maioria dos empreendimentos imobiliários, gerando habitação e emprego”, lembrou.

Emprego
O nível de emprego na construção civil brasileira registrou variação positiva de 0,34% em outubro na comparação com o mês anterior. Foram abertos 8.076 postos de trabalho no período.

No acumulado dos dez primeiros meses de 2019, a variação é de +6,08%, equivalente a 138.190 postos de trabalho.

Na comparação dos dez primeiros meses de 2019 com o mesmo período do ano passado, a variação é de +1,59% (36.566 postos de trabalho). Ao final de outubro, o setor empregava 2.410.667 trabalhadores em todo o país.

Ao se dessazonalizar (tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que acontecem tipicamente em um mesmo período do ano) as informações, o emprego na construção civil brasileira teria registrado crescimento de 0,37% em outubro (+8.862 postos de trabalho).

Os dados são da pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal.

ori_21_09-25img

Paleteira manual ou empilhadeira manual: qual equipamento faz mais sentido para a sua operação?

Tempo de Leitura: 3 minutos.

Enquanto a paleteira manual é uma solução prática para rotinas de carga, descarga e movimentação interna, indicada para movimentar pallets, a empilhadeira manual atende operações que, além de transportar, precisam elevar cargas para organizar, empilhar ou posicionar em diferentes níveis. 

A escolha depende da rotina da empresa, do peso movimentado, da frequência de uso, do espaço disponível e da necessidade de elevação.

Para quem tem pressa (porque a operação não espera)

  • Vai apenas movimentar pallets no piso? A paleteira manual costuma ser a escolha mais prática para deslocamentos internos, carga e descarga.
  • Precisa elevar ou empilhar cargas? A empilhadeira manual atende melhor esse tipo de operação.
  • O espaço é reduzido? Vale observar dimensões, largura dos garfos e área disponível para manobra.
  • A rotina tem carga pesada ou uso frequente? A capacidade do equipamento e os reforços estruturais precisam acompanhar a intensidade da operação.

Descubra a linha completa da UP 

Escolher entre uma paleteira manual e uma empilhadeira manual não é uma disputa entre qual equipamento é melhor. 

Afinal, cada um resolve uma etapa diferente da movimentação de cargas.

A escolha do equipamento começa pela rotina da operação

Antes de comparar capacidades, é importante entender como a carga é movimentada dentro da empresa. 

Uma operação que recebe mercadorias, desloca pallets até o estoque e depois encaminha os produtos para expedição tem uma necessidade diferente de quem também precisa empilhar cargas, abastecer estruturas ou organizar em níveis mais altos.

A intensidade de uso também pesa na decisão. Movimentações pontuais pedem uma solução simples, prática e adequada ao peso da carga. 

As operações com ciclos frequentes de carga e descarga exigem equipamentos com estrutura compatível com o ritmo do trabalho, principalmente em docas, caminhões, depósitos e centros de distribuição.

Também entram na análise o tipo de piso, o ambiente de operação, o tamanho dos pallets e o espaço disponível para manobra. 

Esses detalhes afetam diretamente na produtividade da rotina.

Paleteira manual: transporte de pallets sem empilhamento 

Ela atende bem às rotinas de recebimento onde é necessário apenas movimentar os pallets, em setores de separação, abastecimento de estoque, carga, descarga e expedição, especialmente em ambientes com piso liso e plano.

A paleteira manual ajuda a reduzir o esforço físico no transporte de cargas e torna a movimentação mais organizada. 

Em vez de depender de deslocamentos manuais demorados, a equipe consegue conduzir pallets com mais controle, especialmente em corredores, docas, áreas internas e caminhões.

A linha de Paleteiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 2.000 kg, 2.500 kg 3.000 kg e 5.000 kg de capacidade de carga, além de diferentes configurações de garfos para atender espaços e aplicações específicas. 

Em operações com corredores estreitos, baús ou áreas com pouco espaço, versões com largura reduzida ajudam a ganhar mobilidade sem perder capacidade operacional. 

Já ambientes ou aplicações mais específicas podem exigir configurações próprias, como modelos galvanizados, em aço carbono, inox ou personalizadas para um contexto específico.

Quero ver o catálogo

Empilhadeira manual: quando a operação precisa elevar cargas 

A empilhadeira manual entra quando transportar a carga no piso já não é suficiente. 

Ela é indicada para operações que precisam movimentar e elevar pallets, seja para empilhar, organizar produtos, abastecer áreas de armazenagem ou posicionar cargas em diferentes níveis.

Esse tipo de equipamento é muito utilizado em estoques, almoxarifados, depósitos, pequenas indústrias e operações de carga e descarga que precisam de elevação.

Como não utiliza motor, a empilhadeira manual combina custo operacional mais baixo, operação simples e boa mobilidade em espaços reduzidos.

A linha de Empilhadeiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 1.500 kg e 2.000 kg, com elevação de até 1,6 metros, dependendo da configuração. 

Na rotina, isso permite atender desde cargas mais leves até pallets mais pesados, mantendo a operação adequada ao volume e ao tipo de movimentação.

Entre os modelos disponíveis estão a UP 1.000 kg indicada para movimentações de menor intensidade; a UP 1.500 kg, voltada para cargas intermediárias; e a UP 2.000 kg, desenvolvida para operações com cargas mais pesadas dentro da proposta de uma solução manual.

Quero ver o catálogo 

Paleteira manual ou empilhadeira manual: como comparar na prática

Se a operação precisa… Equipamento mais indicado
Apenas movimentar pallets Paleteira manual
Fazer carga e descarga em docas Paleteira manual
Movimentar cargas em corredores e áreas internas Paleteira manual
Elevar pallets para organização ou armazenagem Empilhadeira manual
Transportar e empilhar cargas com o mesmo equipamento Empilhadeira manual
Trabalhar com pouco espaço para manobra Modelos manuais compactos, conforme a aplicação
Atender cargas mais pesadas Equipamentos com capacidade e estrutura compatíveis com a rotina

Encontre o equipamento UP certo para a sua operação

O equipamento ideal é aquele que acompanha o fluxo da operação, respeita o ambiente de trabalho e resolve a movimentação sem criar etapas desnecessárias.

Se a rotina exige apenas a movimentação de pallets, a paleteira manual entrega praticidade e controle. 

Quando a operação também precisa elevar ou empilhar cargas, a empilhadeira manual passa a fazer mais sentido. 

Em muitos casos, os dois equipamentos podem atuar de forma complementar dentro da empresa.

A UP Equipamentos oferece uma linha completa de paleteiras e empilhadeiras manuais para diferentes rotinas de movimentação de cargas, com modelos desenvolvidos para atender operações pontuais, uso frequente, espaços reduzidos e cargas de diferentes capacidades.

[Veja detalhes dos equipamentos] https://conteudos.upequipamentos.com.br/catalogo-empilhadeiras-e-paleteiras-up-equipamentos 

ori_20_blog_nbr_nr

NR e NBR, entenda as diferenças delas

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Existem diferenças importantes entre as duas, mas ambas devem estar presentes na execução de obras. Isso é importante não só para o cumprimento de exigências legais, mas também para reduzir riscos e aumentar a percepção de valor dos clientes.

Empresas que atendem aos requisitos de segurança e de melhoria de processos têm se destacado no mercado e tendem a oferecer um serviço melhor aos seus clientes.

O primeiro ponto que diferencia uma Norma Regulamentadora (NR) de uma Norma Brasileira (NBR) é a obrigatoriedade.

As Normas Regulamentadoras, que são elaboradas pelo Ministério do Trabalho e voltadas para a segurança e medicina do trabalho, são obrigatórias, podendo gerar passivos trabalhistas, penalidades, multas, embargo e interdição em caso de descumprimento.

Atualmente, existem 36 NR, cada uma trazendo diretrizes específicas para uma série de aspectos relacionados à segurança e saúde no ambiente de trabalho, como uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), cuidados na realização de atividades de risco, prevenção de acidentes, entre outros.

Já as Normas Brasileiras fazem parte de um grupo de diretrizes elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma entidade privada sem fins lucrativos. Por isso, a adoção dos critérios estabelecidos não é exigida legalmente. Mas isso não quer dizer que as empresas, em algum momento, não sintam a necessidade de fazer as adequações. Porque as NBR podem ser exigidas por órgãos públicos em processos de licitação.

Além disso, há certificações concedidas pela ABNT que podem ser adquiridas por organizações que atendem às normas, melhorando a reputação e presença da empresa no mercado.

As principais NR para a construção civil?

As NR são elaboradas de acordo com o segmento de atuação e as atividades executadas, como as que são exigidas para profissionais da área da saúde. No caso da construção civil, destacamos as seguintes:

NR 6 – determina o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que, obrigatoriamente, devem ser fornecidos aos trabalhadores;

NR 8 – exige padrões em edificações e obras da construção civil e estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nesses locais;

NR 9 –  trata da obrigatoriedade da elaboração e da implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);

NR 10 – é voltada para situações em que há contato direto ou indireto com eletricidade;

NR 12 – trata sobre a utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos. Diz que o empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, entre outras diretrizes;

NR 18 – é voltada exclusivamente para a indústria da construção civil, definindo cuidados a serem adotados em processos e áreas de trabalho, como demolições, estruturas de concreto e armações de aço;

NR 35 – traz orientações sobre segurança no trabalho em altura e prevenção de risco de queda.

Quais são os objetivos das NBR?

A ABNT tem como objetivo, estabelecer processos que resultem em padronizações e qualificações de produtos, registros e procedimentos. É uma das associações fundadoras da Organização Internacional de Normalização (ISO), atuando diretamente nas avaliações de conformidade e concessão de certificações.

É o caso da NBR ISO 9001, a mais conhecida delas, que é direcionada para a padronização de processos empresariais e qualidade operacional como um todo. Na gestão ambiental, existe a NBR ISO 14001, cuja certificação comprova a adoção de práticas sustentáveis.

fontes:

stant.com.br/entenda-as-diferencas-entre-as-nr-e-nbr

blog.metroform.com.br/normas-regulamentadoras-construcao-civil