Escoramento de lajes

Como fazer o escoramento de lajes com escoras metálicas

Tempo de Leitura: 5 minutos.

O escoramento de lajes, também conhecido como cimbramento, refere-se à montagem de uma estrutura temporária composta por elementos de metal. 

Além disso, essa estrutura provisória é essencial para suportar o concreto fresco, garantindo que ele se mantenha estável até atingir a resistência para suportar seu próprio peso sem apresentar deformações ou desvios.

Por isso, se você está buscando escoras metálicas de alta qualidade para seu próximo projeto, conheça nossos produtos para um escoramento eficiente.

BAIXAR CATÁLOGO

Neste artigo, vamos te mostrar os principais passos para a realização de um escoramento eficaz, destacando os melhores tipos de escoras para suas construções. Continue a leitura.

Como realizar o escoramento das lajes

Este procedimento envolve várias etapas, incluindo a avaliação das cargas atuantes, a verificação da capacidade dos elementos de suporte e o desenvolvimento de um projeto conforme as normas técnicas e de segurança.

Por isso, confira abaixo o passo a passo para um escoramento seguro e eficiente.

Elaboração do projeto de escoramento

O primeiro passo no escoramento de lajes é o desenvolvimento de um projeto detalhado. 

Afinal, de acordo com a NBR 15.696, o projeto de escoramento deve atender a diretrizes específicas para garantir que a estrutura temporária seja segura. Sendo eles:

– Especificação das cargas admissíveis dos equipamentos;
– Definição clara do posicionamento dos elementos de escoramento;
– Determinação das cargas nas bases de apoio;
– Elaboração de documentação completa com plantas, cortes e vistas detalhadas.

Além disso, a precisão e a clareza na documentação são essenciais para evitar qualquer dúvida durante a montagem do escoramento.

Análise das cargas atuantes

Sendo assim, o levantamento das cargas atuantes é realizado com base no projeto estrutural, que deve considerar:

  • Peso da estrutura permanente: inclui o peso do concreto já curado e outros componentes fixos.
  • Peso das fôrmas: considera o peso das fôrmas de fundo da laje e outros elementos temporários.
  • Ação do vento: Inclui as forças do vento que podem afetar o escoramento.
  • Sobrecargas: a NBR 15.696 especifica uma sobrecarga mínima de 200 kg/m² para o escoramento.

Por isso, fatores adicionais devem ser avaliados:

  • Resistência dos apoios: A capacidade de carga das bases onde as escoras estão fixadas.
  • Acúmulo de concreto: O peso adicional do concreto durante o processo de lançamento.
  • Esforços horizontais: Considerações sobre as forças laterais aplicadas pelas formas de fechamento das lajes e vigas.

Além disso, no caso de reescoramento, deve-se identificar a porcentagem da carga que será suportada pelo escoramento em comparação com a estrutura permanente. 

Cálculo do escoramento de lajes

O cálculo do escoramento deve ser realizado por um engenheiro especializado para assegurar a segurança e evitar riscos de colapso.

Sendo assim, As normas aplicáveis para o cálculo incluem a NBR 15.696 e outras normas específicas para o material utilizado, como a NBR 7190 para madeira e a NBR 8800 para estruturas de aço.

Clique aqui para saber tudo sobre o cálculo do escoramento de lajes e realizar seu cálculo da forma correta.

Vale ressaltar que, embora o artigo ofereça uma visão geral sobre o cálculo de escoramento, é essencial lembrar que ele não substitui a consultoria de um profissional qualificado. 

Além disso, cada obra tem suas particularidades, e contar com um especialista é o melhor caminho para garantir segurança da sua obra.

Posicionamento das escoras

Uma vez que o planejamento esteja concluído, o próximo passo é posicionar as escoras de forma estratégica. Portanto, as escoras devem ser colocadas diretamente sob as vigas e lajes, garantindo que a carga seja distribuída uniformemente. 

Além disso, é essencial que as escoras estejam alinhadas e que a distância entre elas seja uniforme, seguindo as especificações do projeto.

No posicionamento das escoras, é comum utilizar acessórios de fixação como cruzetas e forcados. Sendo assim, esses acessórios ajudam a estabilizar as escoras e garantem que fiquem firmemente no lugar. 

As cruzetas são utilizadas para unir escoras em ângulo reto, enquanto os forcados são ideais para suportar vigas horizontais.

Conheça nossos acessórios de fixação, baixe nosso catálogo completo agora mesmo! 

BAIXAR CATÁLOGO

Fixação das escoras

Chegou a hora de fixar as escoras para garantir a estabilidade. Afinal, a fixação é um passo essencial para evitar deslocamentos ou deslizamentos durante a concretagem. 

Aqui, os acessórios de fixação desempenham um papel fundamental. Por isso, nós oferecemos uma linha completa de cruzetas e forcados, que são indispensáveis para uma fixação segura.

CLIQUE E CONFIRA

Inspeção regular

Por fim, durante a concretagem e a cura do concreto, as escoras devem ser verificadas periodicamente para garantir que não haja deslocamentos ou alterações na estabilidade. 

Sendo assim, se necessário, ajustes devem ser feitos para corrigir qualquer desvio.

A inspeção deve incluir a verificação da integridade das escoras e dos acessórios de fixação, garantindo que todos os componentes estejam em boas condições e funcionando corretamente.

Por isso, para ter segurança e durabilidade na sua obra, conte com nossas escoras e acessórios de fixação! Baixe nosso catálogo completo e confira tudo o que podemos proporcionar para sua obra. 

BAIXAR CATÁLOGO COMPLETO

Tipos de escoras: pintadas e galvanizadas

Escoras Pintadas

Escoramento de lajes com escoras pintadas

Capazes de suportar grandes cargas, as escoras pintadas oferecem diversas vantagens, tornando-se uma escolha eficiente para diversas etapas da construção.

Entre os principais benefícios das escoras pintadas estão:

  • Praticidade: Podem ser montadas e desmontadas rapidamente, o que facilita o andamento da obra;
  • Economia: Adaptáveis a qualquer projeto, possuem regulagem que se ajusta a diferentes espaços e níveis da estrutura;
  • Agilidade: O sistema de regulagem facilita a instalação, proporcionando maior eficiência para a equipe;
  • Ajustes precisos: Permitem um nivelamento perfeito, com a possibilidade de realizar ajustes milimétricos.
  • Sustentabilidade: São reutilizáveis, ajudando a reduzir o desperdício de materiais.

No entanto, a utilização das escoras pintadas precisa ser dimensionada por um profissional qualificado, que deve considerar as cargas permanentes e variáveis de cada pavimento.

Para que servem?

Durante a obra, o escoramento metálico é utilizado tanto nas fôrmas, para suportar o peso da própria estrutura, quanto nas atividades de escoramento. 

Além disso, as escoras pintadas podem ser complementadas por outros acessórios que otimizam ainda mais o trabalho, como forcados fixos simples ou duplos e cruzetas. 

Conheça nossas escoras pintadas, clique no botão abaixo e baixe nosso Catálogo de Construção civil. 

BAIXAR CATÁLOGO

Escoras Galvanizadas

Escoramento de lajes
Escoras galvazinadas

A escora galvanizada é um tipo de escora metálica que passa por um processo de galvanização, no qual o aço é revestido com uma camada de zinco. 

Esse revestimento protege a escora contra a corrosão, tornando-a mais resistente às condições adversas do canteiro de obras, como umidade e exposição a agentes corrosivos.

Os principais benefícios das escoras galvanizadas incluem:

  • Alta resistência à corrosão: Devido ao revestimento de zinco, as escoras galvanizadas são extremamente resistentes à corrosão;
  • Durabilidade e sustentabilidade: A galvanização aumenta a vida útil das escoras, permitindo que sejam reutilizadas em múltiplas obras reduzindo assim, o impacto ambiental;
  • Baixa manutenção: A camada protetora de zinco reduz a necessidade de manutenção frequente, como repintura ou tratamento anticorrosivo;
  • Segurança aprimorada: A resistência à corrosão garante que as escoras mantenham sua capacidade de suporte ao longo do tempo, reduzindo o risco de falhas estruturais durante o uso.

Para que servem?

Devido à proteção extra contra corrosão, as escoras galvanizadas são úteis em ambientes onde há uma alta exposição à umidade ou substâncias corrosivas, garantindo uma maior durabilidade e segurança durante o processo de construção.

Além disso, as escoras galvanizadas são frequentemente utilizadas em obras que requerem reutilização dos equipamentos, pois a galvanização prolonga a vida útil das escoras, tornando-as uma opção mais econômica e sustentável a longo prazo.

Conheça nossas escoras galvanizadas, clique no botão abaixo e baixe nosso Catálogo de Construção civil. 

BAIXAR CATÁLOGO

Dê um UP na sua construção

Realizar o escoramento de lajes com escoras metálicas requer um planejamento cuidadoso, posicionamento estratégico, ajuste preciso e fixação segura. 

Por isso, seguindo esses passos e utilizando nossos produtos, você garante um escoramento seguro e eficiente, minimizando riscos e otimizando o processo construtivo.

Sendo assim, baixe nosso Catálogo de Construção Civil e encontre as soluções ideais para o seu projeto.

BAIXAR CATÁLOGO

operar empilhadeira

Como operar uma empilhadeira? Compreenda !

Tempo de Leitura: 4 minutos.

No ambiente industrial, a operação de empilhadeiras é uma tarefa essencial, porém desafiadora. A segurança dos colaboradores e a eficiência operacional estão diretamente ligadas ao treinamento adequado dos operadores. Por isso, a UP Equipamentos destaca a importância de capacitar sua equipe para operar empilhadeira com maestria.

 

A importância do treinamento para operar empilhadeira

Conforme estabelecido na Norma Regulamentadora NR11-11.1.5, é indispensável que os operadores de equipamentos de transporte, como empilhadeiras, recebam treinamento específico. Afinal, esse treinamento, oferecido pela empresa, capacita os operadores para desempenhar suas funções de forma segura e eficiente. Por isso, na UP Equipamentos, reconhecemos a relevância desse treinamento e incentivamos nossos clientes a garantir que seus colaboradores estejam devidamente habilitados.

 

Normas de Segurança e dicas para operar empilhadeiras

Para garantir a segurança dos operadores, é fundamental seguir as normas regulamentadoras e adotar práticas de segurança no ambiente de trabalho. Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, como capacetes e luvas, e siga as orientações de segurança para operar empilhadeira. 

Além disso, fornecer Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, como capacetes e luvas, é fundamental promover uma cultura de segurança, incentivando a comunicação entre os colaboradores e a identificação proativa de possíveis riscos. Algumas dicas práticas incluem sempre verificar as condições da empilhadeira antes de operá-la, respeitar os limites de carga e velocidade, e manter os corredores de trabalho limpos e desobstruídos.

 operar empilhadeira

 

Dicas para manutenção preventiva das empilhadeiras

A manutenção preventiva é uma parte essencial da gestão eficaz de empilhadeiras, garantindo não apenas a continuidade das operações, mas a segurança dos operadores e a integridade das cargas. Aqui estão algumas dicas avançadas para uma manutenção preventiva ainda mais eficiente:

Programação de manutenção preditiva:

Implemente um programa de manutenção preditiva, utilizando tecnologias como sensores de monitoramento de condição e análise de dados. Isso permite identificar precocemente sinais de desgaste ou falhas iminentes, evitando paradas não planejadas e reduzindo os custos de manutenção.

Inspeções detalhadas e regularidade:

Realize inspeções detalhadas em intervalos regulares, conforme recomendado pelo fabricante da empilhadeira. Além das inspeções visuais básicas, inclua testes de funcionamento dos sistemas críticos, como freios, direção e sistema hidráulico.

Lubrificação adequada:

Mantenha um programa de lubrificação adequado, utilizando os lubrificantes recomendados pelo fabricante e seguindo os intervalos especificados. Uma lubrificação adequada prolonga a vida útil das peças móveis e reduz o atrito, minimizando o desgaste e o risco de falhas.

 

Investimento em tecnologia e inovação

Quando o assunto é tecnologia e inovação, A UP Equipamentos oferece as melhores soluções para os clientes. Nossas empilhadeiras são projetadas com os mais altos padrões de qualidade e segurança, garantindo uma operação eficiente e confiável. Explore nosso catálogo de empilhadeiras e descubra como podemos ajudar a impulsionar sua operação.

Quero ter acesso ao catálogo – Link do catálogo

 

Conheça nossas linhas de empilhadeiras

  • Empilhadeira Semi Elétrica CDD15

operar empilhadeira

 

A empilhadeira semi elétrica CDD15 da UP Equipamentos é uma solução versátil e eficiente para operações de carga e descarga em ambientes industriais. Com sua tração manual e elevação por acionamento elétrico, essa empilhadeira oferece um equilíbrio perfeito entre desempenho e praticidade.

Projetada para operar exclusivamente em paletes abertos, a CDD15 é ideal para a movimentação de cargas leves, como descargas de caminhões e camionetes. Seu sistema de elevação, controlado por botoeiras no painel de comando, torna a operação de elevação suave e livre de esforço para o operador.

Além disso, a empilhadeira CDD15 possui uma manutenção extremamente simplificada e de baixo custo. Com cuidados simples em seu dia a dia, como a lubrificação adequada das peças móveis e a verificação regular dos fluidos hidráulicos, você pode garantir o funcionamento eficiente do equipamento por longos períodos de tempo. Suas rodas de nylon proporcionam uma excelente condição de manobra, permitindo operações suaves e precisas em corredores estreitos, com largura mínima de 1,5 metros.

 

  • Operar Empilhadeira Elétrica Autopropulsada

operar empilhadeira

 

A empilhadeira elétrica autopropulsada da UP Equipamentos é a escolha ideal para operações de carga e descarga em ambientes industriais que requerem alta eficiência e desempenho. Com seu acionamento elétrico e capacidade de carga de 1500 kg, essa empilhadeira oferece uma combinação excepcional de potência e versatilidade.

Projetada para operadores pedestres, a empilhadeira elétrica autopropulsada proporciona uma operação suave e ergonômica. Sua distância do centro de carga de 600 mm e altura máxima de subida dos garfos de 3000 mm permitem a movimentação eficiente de cargas em diferentes alturas e distâncias.

Equipada com rodas de PU (Poliuretano), essa empilhadeira oferece uma excelente tração e estabilidade em uma variedade de superfícies. Seu mastro baixado de 2090 mm facilita a operação em espaços com altura limitada, enquanto sua capacidade de carga de 1500 kg garante o manuseio seguro e eficiente de cargas pesadas.

Com a empilhadeira elétrica autopropulsada da UP Equipamentos, você pode otimizar suas operações de movimentação de materiais, garantindo segurança, eficiência e confiabilidade em cada tarefa.

 

Quero conhecer o catálogo completo de produtos

 

Comece a operar empilhadeira

Operar empilhadeira com segurança e eficiência é essencial para o sucesso de qualquer operação industrial. Certifique-se de que seus operadores estejam devidamente treinados e equipados, e adote práticas de segurança em todas as etapas do processo. Na UP Equipamentos, estamos comprometidos em fornecer as melhores soluções para sua indústria. Conte conosco para segurança, eficiência e confiabilidade em cada operação.

Empilhadeira elétrica patolada: eficiência e segurança para sua operação logística

Capacidade Residual em Empilhadeira Elétrica: Guia de Escolha

Tempo de Leitura: 3 minutos.

A capacidade residual de uma empilhadeira elétrica refere-se à quantidade de carga que uma empilhadeira elétrica pode levantar e transportar com segurança a uma determinada altura ou em uma determinada posição. Em outras palavras, é a capacidade de carga que a empilhadeira elétrioca ainda pode manusear após a elevação dos garfos, considerando fatores como altura, inclinação e outros aspectos operacionais.

Já a “capacidade nominal” é obrigatoriamente especificada pelo fabricante e indica a carga máxima que ela pode levantar em condições ideais. No entanto, a capacidade residual leva em conta fatores adicionais, como centro de carga, inclinação do mastro, condições do solo e outros elementos que podem afetar o equilíbrio e a estabilidade da empilhadeira elétrica durante a operação.

Por isso, é crucial que os operadores de empilhadeiras compreendam e respeitem os limites de capacidade residual para garantir operações seguras e evitar acidentes. Por isso, ultrapassar os limites de capacidade pode resultar em perda de estabilidade, tombamentos e outros riscos significativos tanto para o operador quanto para o ambiente de trabalho.

Como escolher a empilhadeira certa considerando sua capacidade residual

Escolher a empilhadeira certa, levando em consideração sua capacidade residual, é crucial para garantir operações seguras e eficientes. Aqui estão 7 dicas para ajudar nesse processo:

  • Entenda Suas Necessidades de Carga: Avalie o peso médio e o tipo de carga que a empilhadeira precisará manusear. Considere não apenas a carga máxima, mas também a altura de elevação e as condições específicas do local de trabalho.
  • Consulte as Especificações do Fabricante: Revise as especificações do fabricante para cada modelo de empilhadeira. Isso inclui a capacidade nominal, a altura de elevação e as informações sobre a capacidade residual em diferentes alturas.
  • Considere o Centro de Carga: Certifique-se de compreender o centro de carga da empilhadeira. Mudanças na posição da carga podem afetar a capacidade residual. Afinal, alguns modelos de empilhadeira especificam diferentes capacidades residuais para diferentes distâncias do centro de carga.
  • Avalie as Condições do Ambiente de Trabalho: Considere as condições específicas do local de trabalho, como irregularidades no solo, inclinações e espaço disponível. Pois, esses fatores podem afetar a estabilidade da empilhadeira e, portanto, a capacidade residual.
  • Verifique se os Operadores Estão Devidamente Treinados: Certifique-se de que os operadores de empilhadeira tenham recebido a orientação necessária para entender e respeitar os limites de capacidade residual. Pois, o treinamento adequado é crucial para a segurança operacional.
  • Verifique as Normas de Segurança Locais: Conheça e siga as normas de segurança locais e regulamentações específicas para a operação de empilhadeiras. Afinal, algumas regiões podem ter requisitos específicos em relação à capacidade residual.
  • Considere a Manutenção Preventiva: Mantenha a empilhadeira conforme as recomendações do fabricante. Afinal, a manutenção regular contribui para o desempenho adequado e a segurança operacional.

Lembre-se de que a capacidade residual é um fator crítico, mas não é o único a ser considerado. Por isso, uma análise abrangente, levando em conta as condições específicas do local de trabalho e as necessidades operacionais, é essencial para fazer a escolha certa. Se necessário, consulte um especialista em equipamentos de manuseio de materiais para obter orientações personalizadas.

BAIXAR MANUAL DE USO DA EMPILHADEIRA

Empilhadeira Elétrica vs. Empilhadeira Semi-Elétrica

As empilhadeiras elétricas e semi-elétricas têm características distintas e são adequadas para diferentes tipos de aplicação. Confira algumas características e diferenças entre esses dois tipos de empilhadeiras:

Empilhadeira Elétrica

As empilhadeiras elétricas, impulsionadas por motores elétricos alimentados por baterias, destacam-se por serem amigáveis ao meio ambiente, emitindo zero poluentes e operando silenciosamente. Além disso, sua manutenção tende a ser mais simples, contribuindo para custos operacionais reduzidos a longo prazo. Contudo, seu custo inicial geralmente é mais elevado em comparação com as empilhadeiras a combustão.00000

Benefícios da Empilhadeira Elétrica:

  • Custo de combustível reduzido
  • Flexibilidade de recarga
  • Eficiência energética
  • Baixo nível de ruído
  • Sustentabilidade ambiental
  • Manutenção simplificada
  • Ideal para operações interna
  • Controle preciso

CONHEÇA A NOSSA EMPILHADEIRA ELÉTRICA

É importante consultar as especificações e orientações fornecidas pelo fabricante da empilhadeira para entender completamente os limites de capacidade residual, além disso, é importante garantir a operação segura e eficiente desses equipamentos.

Por isso, se o nosso conteúdo ajudou você a compreender melhor sobre a capacidade residual das empilhadeiras e como escolher a melhor opção para a sua demanda, faça também o download do nosso Manual de Uso de Empilhadeira!

BAIXAR MANUAL AGORA MESMO

manutenção de transpaletes - up equipamentos

Confira tudo que você precisa saber sobre manutenção de transpaletes

Tempo de Leitura: 3 minutos.

Quando a manutenção de transpaletes se torna necessária, o que sua empresa precisa fazer?

A qualidade dos equipamentos que você utiliza para movimentar cargas no armazém é essencial para agregar mais agilidade às suas operações e ampliar seu desempenho logístico. 

Então, neste artigo vamos esclarecer como proceder quando esse equipamento estraga ou precisa de revisão. 

Portanto, acompanhe e também saiba mais sobre sua importância nas operações de movimentação, como ele funciona e as diferenças entre os modelos manuais e elétricos.


 

Manutenção de transpaletes: veja tudo que você precisa saber

Antes de explicarmos como a manutenção de transpaletes é feita, vale reforçar sua importância nos processos logísticos. Por isso, veja também os detalhes mais importantes sobre seu funcionamento e principais tipos:

O que é um transpalete e para que serve?

O transpalete é um equipamento usado para auxiliar na movimentação de cargas pesadas em armazéns e centros de distribuição. Também chamado de paleteira, ele possui um formato de garfo, com duas rodas em cada lado. 

Sua estrutura simplifica o manuseio das cargas. Isso porque basta posicionar as pontas do garfo de baixo do palete, elevá-las com a guia e movimentar as mercadorias sem precisar de muita força. 

Como fazer a manutenção do transpalete?

A manutenção de transpaletes é muito importante, seja quando o equipamento necessita de reparos ou mesmo de maneira preventiva. No último caso, ela faz toda a diferença para preservar sua qualidade operacional e ampliar sua vida útil.

Normalmente, o serviço é feito em quatro etapas. Em primeiro lugar, os profissionais retiram a paleteira para analisar seu estado atual. A partir das condições encontradas, na segunda etapa eles entregam um orçamento.

Já no terceiro momento, a manutenção é executada conforme o contrato. Por fim, o produto é entregue novamente. Na entrega, além dos reparos, regulagens e ajustes que garantem seu pleno funcionamento, em algumas situações é feita uma nova pintura. 

Na hora de escolher uma empresa especializada para realizar a manutenção de transpaletes, certifique-se de que os profissionais sejam capacitados, que os equipamentos utilizados sejam de ponta e que todos os requisitos de excelência e segurança sejam respeitados.

Uma boa dica é ater-se à assistência prestada pelo fornecedor do equipamento ainda no momento em que você adquire o produto. Isso porque, boas marcas também prestam orientações e benefícios para a manutenção de transpaletes.

Transpalete manual ou elétrico?

paleteira up equipamentos - up equipamentos

A paleteira que descrevemos neste artigo é a versão manual do equipamento, considerada “tradicional”. Seu funcionamento ocorre por meio de uma bomba hidráulica, que opera junto de uma máquina básica de aço.

Para levantar o peso, você só precisa bombear a parte hidráulica. Com movimentos para cima e para baixo, a carga é levantada pelos garfos. Assim que os paletes são elevados e as rodas ficam livres, basta deslocar o conjunto.

Já o transpalete elétrico funciona por meio de uma fonte externa. Em geral, ele é alimentado por uma bateria. Por conta disso, esse modelo costuma ser significativamente maior, ocupando mais espaço no armazém.

Entretanto, sua operação é mais simples. Afinal, basta apertar alguns botões para que os processos sejam feitos sem nenhum esforço. Além disso, a capacidade de carga costuma ser maior (cerca de 3 mil Kg), assim como o seu preço.

Agora que você já sabe mais sobre a manutenção de transpaletes e suas particularidades, que tal garantir o melhor equipamento para a sua empresa? 

Baixe o catálogo da UP Equipamentos e surpreenda-se com nossa qualidade exclusiva.

ACESSE O CATÁLOGO DE PALETEIRAS

como acabar com estoque parado em loja de ferragens - up equipamentos

Estoque de ferragens: como movimentar os produtos parados na minha loja?

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Você possui mercadorias paradas no seu estoque de ferragens? Como em qualquer segmento do comércio, esse é um problema que impacta diretamente na saúde financeira dos empreendedores do ramo ferragista. 

Afinal, todo produto deve ter um giro saudável para que o equilíbrio do fluxo de caixa não seja comprometido. Do contrário, você deixa de obter retorno sobre os investimentos que fez nos itens. Além disso, eles ainda passam a ocupar espaço e gerar gastos no armazém.

Cientes sobre a importância dessa questão para o crescimento da sua empresa, criamos este artigo com as melhores práticas para evitar que as unidades do seu estoque de ferragens fiquem estagnadas. Acompanhe e aproveite nossas dicas em prol do seu negócio!

 

Como evitar produtos parados no estoque de ferragens?

As mercadorias acumuladas nas prateleiras são sinônimo de dinheiro parado. Por isso, é imprescindível estimular as suas vendas, para abrir espaço para novos produtos no seu inventário e estimular os lucros da sua empresa. Veja as ações mais recomendadas: 

Estude o mercado e seu público

Antes de adquirir os produtos do seu estoque de ferragens, você deve conhecer os padrões do mercado em que atua. Isso porque, há itens que vendem mais que os outros, que são influenciados pela sazonalidade ou até que são mais populares em determinadas regiões.

Com atenção aos padrões do seu segmento e do seu público consumidor, você garante mais alinhamento para as quantidades que adquire. Basicamente, o foco é alinhar o volume de compras de cada mercadoria ao seu potencial de saída.   

Faça a gestão do estoque de ferragens

Além de entender o mercado e seus clientes, você precisa monitorar o seu próprio estoque de ferragens. Trata-se da melhor maneira de entender quais são os itens que mais vendem pela sua empresa e quais podem ser comprados em menores quantidades dos fornecedores.

Portanto, mantenha o controle de inventário sempre em dia e leve-o em consideração na hora de planejar as suas aquisições. Dessa maneira, também fica mais fácil controlar custos, fazer previsões de receitas e promover ações para incentivar a saída de itens parados. 

Realize promoções de itens parados

Por falar nas ações que estimulam a venda de produtos parados, não deixe de realizar promoções periodicamente. Elas são muito úteis para se livrar dos itens que eventualmente ficam estagnados nas prateleiras. Ainda, elas ajudam a conquistar e fidelizar novos clientes.

Ao conhecer o seu mercado e os padrões do seu estoque, você pode aproveitar as principais datas promocionais do mercado, criar cupons de descontos, combos de mercadorias, entre outras medidas para estimular as vendas e manter seu giro sempre equilibrado. 

Preze por bons fornecedores

Por fim, preze sempre por fornecedores de qualidade. Boas parcerias oferecem experiência e comprometimento para auxiliar você no planejamento das aquisições. Além disso, as melhores empresas são flexíveis para negociar trocas e devoluções de possíveis itens parados.

Se você preza pela qualidade e rotatividade do seu estoque de ferragens, conheça as soluções da UP Equipamentos. Nós trabalhamos com o que há de melhor em rodízios, arames, paleteiras, empilhadeiras e muito mais. 

Baixe o nosso catálogo e descubra porque somos destaque no setor ferragista. 

BAIXAR CATÁLOGO

po

Brigada Militar de Vila Maria Recebe Novos Armamentos

Tempo de Leitura: 2 minutos.

No dia 16 de Março de 2022, a Brigada Militar do Município de Vila Maria recebeu a entrega de novos armamentos tecnológicos para reforçar a segurança pública no município.

Trata-se de cinco pistolas modelo calibre 09 mm e um Taser (arma de choque), que foram adquiridas através do programa PISEG RS – Programa de Aparelhamento da Segurança Pública.

A ideia destes novos armamentos é trazer modernização, segurança e qualificação para fortalecer os órgãos da polícia com armamentos, melhorando o enfrentamento da criminalidade com equipamentos inteligentes e tecnológicos.

 

 

O QUE É O PROGRAMA PSIG?

Lançado em 2019, o programa PSIG é destinado para a área da segurança pública no Rio Grande do Sul, e tem como objetivo qualificar a segurança pública estadual, investindo em armamentos inteligentes, modernos e sofisticados para o órgão da polícia, contando com o auxílio de empresas de cada município gaúcho que são contribuintes do ICMS, ou seja, as empresas que são contribuintes do ICMS, podem doar até 5% do seu ICMS para contribuir com o programa. Qualquer valor é bem-vindo e é um excelente auxílio para ajudar no fortalecimento qualificado da segurança.

 

A UP ESTÁ APOIANDO O PROGRAMA

Comprometidos com o fortalecimento da segurança pública local, apoiamos ativamente o programa PISEG RS  e acreditamos nas melhorias que estão sendo implementadas na sociedade.

A participação das entregas dos novos armamentos para a Brigada Militar de Vila Maria contou com a presença do Tenente Coronel Marco Antônio dos Santos Morais – Comandante do 3° RPMon – Passo Fundo, o Capitão Sérgio Nogueira Pagliarini – Comandante do 3°Esqd – Marau, a Soldado Carline Daiana Müller – Comandante do 3° GPM – Vila Maria, o Soldado Lacerda, a Soldado Talita, o Soldado Kroeff, e o Soldado Morales – Integrantes do 3° GPM – Vila Maria e representantes das empresas Clairton Tadeu Bidtinger da Silva – Tecnotri, Marcelo Gaspodini Leithardt – Visione (UP Equipamentos), Wellington Gomes – Robustec e Leonardo Cerato – Belunno Indústria de Alimentos LTDA.

 

Fonte: https://www.facebook.com/MunicipiodeVilaMaria/photos/pcb.4912295945492749/4912295788826098

empilhadeira elétrica

Invista na prevenção das Paleteiras e Empilhadeiras

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Neste blog queremos lhe mostrar a importância da manutenção preventiva nas paleteiras e empilhadeiras

As paleteiras e empilhadeiras são equipamentos fundamentais no setor logístico de qualquer empresa. Com movimentação simples, facilitam os processos de deslocamento das mercadorias. Como de costume, esses equipamentos são usados para movimentar cargas pesadas, com base nisso, é comum afirmar que elas têm um alto desgaste ao passar do tempo. E é justamente por esse motivo que necessitam de cuidados especiais para ter uma vida mais prolongada e útil.

Para garantir o funcionamento correto do equipamento, é necessário realizar a manutenção preventiva. A manutenção preventiva é considerada a manutenção mais importante, pois a função dela é basicamente avaliar o equipamento regularmente, com o objetivo de evitar danos que possam interferir no dia a dia do seu negócio.

 

Como devo realizar a manutenção preventiva?

A manutenção preventiva exige cuidados simples que podem ser realizados pelo próprio operador, desde que ele seja capacitado para perceber possíveis falhas. São procedimentos simples, mas que precisam estar em dia para evitar danos futuros.

 

Fique de olho nas graxas

Uma boa maneira de iniciar a manutenção preventiva, é analisando se todas as partes móveis dos equipamentos estão bem lubrificadas pelas graxas.

Como você já deve saber, o funcionamento de qualquer parte móvel de algum equipamento acontece por movimento, e esse movimento entre as peças acaba gerando atrito e o cisalhamento desses componentes. É por esse tipo de problema que a lubrificação serve. O lubrificante tem a função de reduzir o desgastes das peças e ajudar no desempenho do equipamento. Sabendo disso, podemos afirmar que a graxa é extremamente importante.

 

Lembre-se sempre do óleo hidráulico

Outro fato importante é a questão do óleo hidráulico, já que a maioria dos modelos de Paleteiras e Empilhadeiras funcionam através do sistema hidráulico, o cuidado com o óleo hidráulico é fundamental para o funcionamento correto. O ideal é preencher a bomba com 250ml de óleo.

 

Primeiro uso: Fique atento na válvula de alívio da bomba

É indicado verificar antes e depois do uso, se a válvula de alívio da bomba está funcionando corretamente. Além de ajudar a limpar o motor, se caso tiver com alguma sujeira, você poderá estar prevenindo o risco dos garfos não se erguerem durante o levantamento das mercadorias. Sugerimos que antes do uso, você bombeie o equipamento em torno de 5 a 10 vezes.

 

Existem outros tipos de manutenção para os meus equipamentos? 

A resposta é sim! Porém, não são vantajosas como a manutenção preventiva. Mas nos piores casos, você pode ficar tranquilo se caso seu equipamento estragar e você não tiver com a manutenção preventiva em dia. Pois existe a manutenção corretiva que seria a solução para o seu problema.

A manutenção corretiva deve ser acionada no momento em que o equipamento já estiver danificado. Pois necessita de mão-de-obra especializada e ferramentas especiais. Isso acontece quando a manutenção preventiva é deixada de lado, por isso é importante destacar o quanto é necessário a revisão regularmente nesses equipamentos. A corretiva é considerada a manutenção que mais gera gastos e estresse.

 

Então, este conteúdo te fez pensar no quanto a manutenção preventiva pode ser um ótimo investimento para você? 

Não deixe para depois, cuide daquele que ajuda e facilita o dia-a-dia do seu negócio.

Asset-1-80

Controle tecnológico do concreto: por que ele evita falhas e prejuízos na obra

Tempo de Leitura: 3 minutos.

O controle tecnológico do concreto é o processo usado para verificar se o concreto aplicado na obra atende aos requisitos de qualidade, consistência, resistência e durabilidade definidos em projeto. 

Ele envolve ensaios e conferências que ajudam a identificar se o material está adequado antes e depois da concretagem.

Esse cuidado é essencial porque o concreto tem papel estrutural na construção civil. Quando a mistura, o transporte, o lançamento ou a cura não recebem a atenção necessária, a obra pode enfrentar fissuras, trincas, baixa resistência, retrabalho e até problemas que comprometem a vida útil da estrutura.

Embora o controle tecnológico dependa de acompanhamento técnico e ensaios específicos, a rotina da obra também precisa de organização, equipamentos adequados e apoio operacional. É nesse ponto que soluções como as da UP Equipamentos ajudam o canteiro a trabalhar com mais segurança, agilidade e previsibilidade durante a execução.

Índice

  1. O que é controle tecnológico do concreto?
  2. Por que o concreto precisa ser controlado?
  3. O que é Slump Test?
  4. Quais problemas o controle tecnológico ajuda a evitar?
  5. Controle do concreto também depende da rotina da obra

O que é controle tecnológico do concreto?

O controle tecnológico do concreto reúne procedimentos usados para avaliar o concreto fresco e endurecido. 

Na prática, ele verifica se o material recebido e aplicado na obra está de acordo com o traço, com o desempenho esperado e com as normas técnicas aplicáveis.

Esse processo pode envolver a análise da consistência do concreto, a moldagem de corpos de prova, a cura adequada das amostras e os ensaios de resistência à compressão. 

A ABNT NBR 12655 trata do preparo, controle, recebimento e aceitação do concreto de cimento Portland, enquanto a ABNT NBR 16889 estabelece o ensaio de abatimento do tronco de cone, conhecido como Slump Test.

Por que o concreto precisa ser controlado?

Cimento, água, areia, brita e, em alguns casos, aditivos formam o concreto. A proporção entre esses materiais e o modo de preparo interferem diretamente no comportamento do concreto depois da aplicação.

Quando a obra erra a dosagem ou recebe o material fora das condições previstas, o problema pode não aparecer de imediato. Muitas falhas surgem depois, quando a estrutura já está executada e a correção se torna mais cara, mais demorada e mais complexa.

Por isso, o controle tecnológico funciona como uma etapa de prevenção. Ele ajuda a equipe a tomar decisões com base em dados técnicos, e não apenas na aparência do concreto ou na experiência visual do canteiro.

O que é Slump Test?

O Slump Test, também chamado de ensaio de abatimento do concreto, é usado para verificar a consistência do concreto fresco antes da aplicação. Ele mostra se o material apresenta trabalhabilidade adequada para ser lançado e adensado na estrutura.

Esse ensaio é rápido e muito comum no recebimento do concreto na obra. Com ele, é possível identificar se o concreto está muito seco, muito fluido ou fora do abatimento previsto para aquele tipo de aplicação.

No entanto, o Slump Test não mede a resistência final do concreto. Ele avalia a consistência no estado fresco. Para verificar resistência, são necessários outros procedimentos, como a moldagem de corpos de prova e o ensaio de compressão.

O Slump Test, ou teste de abatimento do concreto, é um meio rápido de definir as características do concreto fresco momentos antes de sua aplicação, fazendo parte do controle tecnológico.

Quais problemas o controle tecnológico ajuda a evitar?

O controle tecnológico do concreto ajuda a reduzir o risco de patologias que prejudicam a segurança, o prazo e o custo da obra. 

Entre os problemas mais comuns estão fissuras, trincas, rachaduras, falhas de concretagem, baixa resistência, corrosão da armadura, carbonatação, lixiviação e perda de durabilidade.

Essas falhas não representam apenas um problema técnico. Elas também geram retrabalho, desperdício de material, atraso no cronograma e insegurança para quem executa, fiscaliza e recebe a obra.

Quando o concreto é acompanhado corretamente, a obra ganha mais previsibilidade. A equipe consegue identificar desvios antes que eles se transformem em prejuízo incorporado à estrutura.

Controle do concreto também depende da rotina da obra

O controle tecnológico começa nos ensaios, mas não termina neles. Depois que o concreto chega ao canteiro, a execução precisa seguir com organização, movimentação adequada, equipamentos corretos e atenção em cada etapa da concretagem.

Uma obra que trabalha com improviso aumenta o risco de perda de material, atraso, retrabalho e falhas de execução. Por outro lado, quando o canteiro tem apoio operacional e equipamentos adequados, a equipe ganha mais segurança para executar o serviço dentro do padrão esperado.

A UP Equipamentos oferece soluções para apoiar a rotina da construção civil, com equipamentos que ajudam na movimentação, organização e execução das atividades no canteiro.

Fale com a equipe da UP Equipamentos e encontre os equipamentos certos para melhorar a rotina da sua obra com mais segurança, agilidade e controle.

Conversar com a UP

ori_27_capa

Caixas para argamassa: facilidade e economia na construção civil

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

A argamassa – um dos materiais presentes em todo canteiro de obras – é o que dá sustentação à obra. Por esse motivo, o recipiente utilizado para armazenamento desse material é muito importante para facilitar as operações e evitar desperdícios. Para esse fim, utiliza-se as caixas de argamassa, que otimizam tempo e espaço.

A caixa de argamassa funciona como um medidor de concreto, assim as concreteiras sabem a quantidade correta de argamassa deixada em cada obra. Em diversos tamanhos e com várias utilidades, esses recipientes tornaram-se essenciais na construção civil.

Conheça as diferentes caixas de argamassa fornecidas pela UP Equipamentos

Os equipamentos para armazenagem de argamassa da UP ajudam no processo de construção de forma ágil e econômica. Com versões de 47, 200, 380, 500 e 1000 litros, são configuradas para movimentação em guindaste de torre ou gruas, carrinhos manuais ou elevadores. As caixas são reutilizáveis (devido à sua resistência e durabilidade), leves, flexíveis e versáteis. A seguir, conheça cada modelo separadamente:

Masseira 47l

Masseira: 47l / 0,047m³

Dimensões: 460 x 700 x 235mm;

Capacidade da masseira: 80kg;

Material: PE;

Peso Unitário: 2,75kg

Mais informações:  https://upequipamentos.com.br/produto/12/Masseira-47l

Masseira 380l

Masseira: 380l / 0,38m³

Dimensões: 2080x1110x260mm;

Capacidade da masseira: 800 kg

Material: PE;

Peso unitário: 16,5kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/18/Masseira-Plastica-380l

Caixa de Argamassa 200l

Caixa de Argamassa: 200l / 0,2m³

Dimensões: 540x650x960mm;

C/ estrutura metálica para elevação;

Capacidade: 350kg;

Material: PE;

Peso unitário: 14,7kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/19/Caixa-de-Argamassa-200l–c-estrutura-tubular-metalica

Caixa de Argamassa 500l

Caixa de Argamassa: 500l / 0,5m³

Dimensões: 1110x1560x535mm;

Capacidade da caixa: 1.200kg;

Material: PE;

Peso unitário: 21kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/49/Caixa-de-Argamassa-500l

Caixa de Argamassa 1000l

Caixa de Argamassa: 1000l / 1m³

Dimensões: 1380 x 1880 x 750 mm;

Capacidade da caixa: 2.500kg;

Material: PE;

Peso unitário: 31,5kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/13/Caixa-de-Argamassa-1000l–1msup3
ori_26_PostCampinas20.05a (1)

Novo Centro de Distribuição em Campinas. Mais agilidade para nossos clientes.

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

Esse ano, a UP Equipamentos está inaugurando sua nova operação logística, o Centro de Distribuição (CD), que está localizado junto ao Terminal Intermodal de Cargas (TIC), na cidade Campinas-SP, um dos mais importantes polos logísticos do Brasil.

O novo Centro de Distribuição conta com amplo espaço de armazenagem, área administrativa, docas para agilizar as entregas e recebimento de material.

Agora, com essa nova possibilidade, nós da UP Equipamentos, nos aproximamos ainda mais de nossos clientes, para atender as demandas de mercado com soluções em construção civil e movimentação de cargas.

O atendimento e agilidade em nosso processo comercial e logístico será ainda melhor, pois teremos um amplo estoque para atendimento imediato ao consumidor.

Mesmo com todas as dificuldades que todos passamos no País e no Mundo, nós acreditamos muito no potencial de nosso time, parceiros e clientes, por isso, não mediremos esforços para entregar o melhor que o mercado demanda.

Conte conosco para dar um UP em sua empresa com nossas soluções.

A direção,

Edson Pagnussat

Sócio-Diretor UP Equipamentos

Maio, 2020.

Shopping Basket