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De acordo com o Ministério da Saúde, a covid-19 SARS-CoV-2, popularmente conhecido como Corona Vírus, se manifesta de diferentes formas de pessoa para pessoa, podendo ir de casos de infecções assintomáticas, até a casos de problemas respiratórios mais graves.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que aproximadamente 80% dos pacientes com a doença não apresenta nenhum sintoma e quase 20% dos infectados precisam de intervenção hospitalar, pela grande dificuldade para respirar, dentre estes, 5% pode precisar de suporte ventilatório para auxiliar na respiração.
Os principais sintomas do corona vírus são: Febre, tosse, coriza, dor de garganta e dificuldades para respirar. Em alguns casos extremos a doença pode apresentar as características semelhantes a uma pneumonia severa. A transmissão acontece ao entrar com contato com a saliva, tosse/espirro, de uma pessoa infectada, ou ao tocar em superfícies contaminadas com o vírus.
Algumas cidades entraram em quarentena e fecharam boa parte de seus setores econômicos, em especial o comércio, no entanto, na maioria das localidades a construção civil continua a todo vapor. Para que a doença não se propague, existem alguns cuidados necessários, em especial nos canteiros de obras. Confira as nossas dicas:
1. Utilize toalhas de papel nos banheiros e tenha sempre sabonete líquido disponível em todos eles;
2. Distribua álcool gel em vários pontos do canteiro de obras. Coloque lenços de papel nesses pontos para que os funcionários os utilizem para cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
3. Mantenha os corrimãos, maçanetas e demais superfícies de uso comum e frequente sempre desinfetados. Para esta higienização, utilize produtos de limpeza, como sabão ou álcool 70%. Passar um pano seco ou usar apenas água não é efetivo contra o vírus.
4. Deixe sempre limpa todas as áreas de grande fluxo de funcionários, como os banheiros e refeitórios. É importante também higienizar os leitores de biometria e catracas.
5. Mantenha todos os EPIs, ferramentas e equipamentos sempre bem higienizados. Especialmente os de uso comum, que devem ser desinfetados com álcool 70% quando for passado de um funcionário a outro.
6. Disponibilize máscaras,luvas e óculos de proteção aos trabalhadores e dê a eles orientações sobre a utilização desses equipamentos.
7. Instrua seus funcionários a procurar ajuda médica caso o mesmo tenha qualquer suspeita de ter contraído o Corona Vírus. Se o médico recomendar, o trabalhador deve permanecer em casa até o resultado do diagnóstico. Esse período deverá ser considerado como falta justificada, de acordo com a Lei 13.979/2020, sem causar nenhum dano ao trabalhador.
8. Se possível, reduza o número de pessoas no escritório (o mais recomendado é colocar toda a equipe em home office) e no canteiro de obras para evitar aglomerações. Ao afastar as pessoas do local de trabalho, dê preferência aos funcionários que tenham direito a férias, maiores de 60 anos, mulheres grávidas, portadores de doenças crônicas e demais pessoas do grupo de risco.
9. No canteiro de obras, limite o número de pessoas trafegando nos elevadores fechados ao mesmo tempo (no máximo 2), e nas cremalheiras (no máximo 4).
10. Crie mais intervalos para almoço, ao invés de deixar a equipe inteira aglomerada no refeitório, organize as refeições em horários alternados.
11. Também é válido orientar os trabalhadores que se vacinem contra o sarampo e a gripe comum.
12. Em momentos assim, informação é fundamental. Coloque cartazes em lugares de destaque com orientações sobre a prevenção da doença, envie vídeos e mensagens via whatsapp com dicas de como se prevenir do vírus, higiene e esteja sempre aberto para que seus funcionários possam ir até você se sentirem algum dos sintomas do Corona Vírus.
Como reconhecer os sintomas de Corona Vírus nos seus funcionários:
Além dos sintomas mais comuns, como febre (à partir de 37,3º), tosse (seca ou com secreção), dor de garganta e falta de ar, existem outros sintomas que podem estar relacionados com o corona vírus: cansaço, coriza, náuseas, dor de cabeça, vômito e diarreia.
Funcionários que apresentem febre ou sintomas, devem ser afastados até que se possa descartar a possibilidade de estarem infectados com Corona Vírus, para que a saúde dos demais não seja colocada em risco.
A epidemia do Corona Vírus irá passar em breve, e para quem não pode parar, é importante tomar os devidos cuidados e precauções no ambiente de trabalho, e se possível, ficar em casa o máximo que puder, para garantir a sua segurança, de seus colegas e familiares.
A qualquer suspeita de Corona Vírus, entre em contato com Tele-SUS, o chat criado pelo Ministério da Saúde para verificar se os seus sintomas são compatíveis com os da doença.
Balneário Camboriú tem cinco dos dez prédios mais altos da América do Sul; saiba o porquê
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Para viabilizar as obras nos poucos metros quadrados restantes nos locais privilegiados da cidade, mercado imobiliário investe em prédios com mais de 150 m de altura”
Com um dos metros quadrados mais caros do país e os prédios mais altos da América do Sul, Balneário Camboriú se destaca pelos arranha-céus imponentes avistados já da rodovia BR-101. As exuberantes praias catarinenses atraem uma movimentação massiva de turistas desde a década de 1970, período a partir do qual o desenvolvimento da região e a verticalização urbana se expandiram com o aumento do número de visitantes.
“Hoje, mais de 4 milhões de turistas passam pela cidade por ano. A valorização dos imóveis atraiu construtoras e investidores de alto poder aquisitivo, ampliando o mercado mobiliário de luxo na região, que possui, hoje, seis dos dez prédios mais altos do país, todos de alto ou altíssimo padrão. A duplicação da BR-101, no litoral Norte do Estado, em 2000, é outro ponto que intensificou a procura e o investimento no local.
“Nos anos 2000, houve uma verticalização acentuada em razão da grande procura por imóveis de alto padrão, principalmente na orla da Praia Central. Também, os planos diretores aprovados desde sua emancipação, em 1964, ofereceram [à cidade] coeficientes de aproveitamento generosos para a construção civil, com gabarito [número de pavimentos] livre”, explica Jânio Vicente Rech, arquiteto, doutor em Engenharia Civil e professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).
Verticalização e luxo à beira mar
Os quase sete quilômetros da Praia Central de Balneário Camboriú são pequenos em relação ao número de visitantes que ela recebe todos os verões. Em média, 900 mil pessoas visitam a cidade somente no mês de janeiro. “A construção de edifícios verticais tem por objetivo abrigar o maior número de pessoas em uma menor parcela do território urbano”, diz Rech ao justificar a intensa presença de prédios no local.”
“A limitação do espaço para construção na orla valoriza o metro quadrado nas avenidas mais próximas da praia e aumenta a disputa pelo melhor imóvel com vista para o mar. Dados recentes da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) revelam que o segmento de imóveis de luxo vem apresentando um desempenho notável, uma vez que os lançamentos de imóveis para o público de alta renda crescem mais do que o dobro da média do mercado imobiliário.”
“Essa corrida de investimento faz crescer o número de arranha-céus da cidade, com o maior conglomerado de edifícios de alto padrão do país. Balneário Camboriú tem 24 dos 56 prédios com mais de 150 metros de altura no Brasil, entregues ou em construção. De acordo com o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), a cidade tem seis dos dez prédios mais altos do Brasil, todos com mais de 190 metros de altura, em construção ou entregues em 2019. No recorte de que engloba toda a América do Sul, cinco entre os dez mais altos estão em Balneário Camboriú (prontos ou em obras).
Só a FG Empreendimentos possui três dos dez prédios do ranking. Neste mês de dezembro, a incorporadora concluiu a obra do edifício residencial Infinity Coast Tower, com 234.8 metros, que se tornou o edifício entregue mais alto do Brasil e o terceiro da América do Sul. Com previsão de conclusão para 2022, a construtora trabalha na obra do One Tower, o prédio mais alto em construção de frente para o mar da América do Sul, com 280.3 metros.
De acordo com o diretor comercial e de marketing da FG Empreendimentos, Altevir Baron, a cidade criou uma identidade própria devido aos pequenos terrenos próximos a orla. “Quando o terreno é muito caro, você precisa ter um número de apartamentos que a viabilize essa construção, por isso fazemos prédios mais altos que viabilizam o negócio, dando estética à cidade, com inovação e tecnologia. Nessa inspiração, Balneário Camboriú torna-se um polo da construção civil, referência em prédios de alto padrão. As construtoras que aqui estão acabaram criando essa referência”, avalia.
Tal referência criou, também, uma competitividade entre as construtoras da região. Entre as que estão “na disputa”, destaca-se a Pasqualotto & GT, que se especializou em prédios de alto padrão para atender essa demanda. Com as torres do Yachthouse by Pininfarina no topo do ranking nacional, quando entregue, em 2020, o empreendimento será o mais alto do Brasil e o maior edifício residencial da América do Sul, com 281 metros e 81 andares. No continente, ele só perderá para o chileno Torre Costanera, em Santiago, que tem 300 metros de altura e abriga um hotel e escritórios.
“O objetivo é quebrar a sazonalidade do litoral e ampliar as possibilidades e atrativos no período de baixas temperaturas. Tudo que é realizado visa ampliar a movimentação econômica regional e até mesmo nacional”, conta o presidente da Pasqualotto & GT, Alcino Pasqualotto. Em 2021, a construtora entrega outro edifício que está entre os cinco mais altos do país, o Vitra Residence, com 208.5 metros de altura.
“A verticalização é um tema debatido em todo o mundo e, assim como todas as discussões mundiais, gera pontos positivos e olhares menos otimistas. Balneário Camboriú é uma cidade nova, porém que sempre possuiu vocação ao empreendedorismo e eficiência, isso tudo somado ao turismo”, comenta Pasqualotto.
Dubai brasileira
Para Baron, a competitividade entre as construtoras gerou uma “apresentação de exemplares do que há de melhor no mundo” na construção civil. “Com isso o cenário brasileiro acabou elegendo Balneário Camboriú como uma cidade de investidores com clientes de todo o Brasil”, diz o diretor da FG. Foi este cenário que fez com que a cidade ganhasse o cunho de “Dubai Brasileira”.
Apartamentos de alto e altíssimo padrão – de frente para o mar, com unidades de até 350 m² privativos, podem custar cerca de R$ 28.000,00 por metro quadrado. Segundo o diretor da FG Empreendimentos, nos últimos 20 anos a cidade vem sendo repagina para se tornar a referência que é, com obras que podem gerar mais de R$ 1,5 milhão de IPTU (Imposto Territorial Urbano) para o município.
Ao contrário da jovem Balneário Camboriú, Dubai tem sua história contada a partir do século XIX, ainda que registros apontem que havia uma civilização pré-histórica no local. A cidade dos Emirados Árabes também possui o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros, quase três vezes mais alto que o edifício mais alto do Brasil – o Yachthouse by Pininfarina, com 280 metros, ainda em obras.
“Creio que o apelido de ‘Dubai brasileira’ se deve ao fato de a cidade abrigar os maiores prédios do Brasil. Para tanto, a indústria da construção civil busca assessorias e alta tecnologia na Europa e América do Norte para a concretização desses espigões. No entanto, para igualarmos as condições de infraestrutura de Dubai, ainda precisamos de um planejamento urbano de longo prazo, com investimento em todas as áreas, como transporte público, abastecimento, saneamento básico, entre outros”, conclui o especialista Janio Rech.”
Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/balneario-camboriu-predios-mais-altos-america-sul/
PIB da construção deve crescer até 2% este ano
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Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda
O PIB (Produto Interno Bruto) da construção brasileira deverá fechar o ano de 2019 com um crescimento de 2%, na comparação com 2018.
Em 2020, a construção deverá crescer 3%. As novas projeções foram apresentadas em 5 de dezembro pela coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, em entrevista coletiva à imprensa dada pelo presidente do SindusCon-SP, Odair Senra, e pelo vice-presidente de Economia da entidade, Eduardo Zaidan.
Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda.
De acordo com a projeção, o crescimento do setor neste ano deve ser impulsionado principalmente pelo segmento de autoconstrução e reformas (+3%), serviços especializados (+2,5%) e infraestrutura (+1%).
O setor de edificações não deverá apresentar variação na comparação com 2018, uma vez que o crescimento das vendas no mercado imobiliário somente começou a se traduzir nos indicadores de atividade nos últimos meses do ano
“De qualquer forma, a percepção é de que a crise do setor ficou para trás”, analisou Odair Senra. “E as perspectivas são de um crescimento mais expressivo das edificações residenciais e dos demais segmentos do setor em 2020”, completou.
Para 2020, a projeção indica que o segmento de autoconstrução e reformas seguirá liderando a recuperação.
O setor de edificações residenciais aumentará o ritmo de crescimento, impulsionando o segmento de serviços especializados, enquanto as obras de infraestrutura devem seguir mantendo um ritmo lento de recuperação.
De acordo com Eduardo Zaidan, porém, a indefinição em relação à continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida preocupa.
“O programa se mostrou eficaz na diminuição do déficit habitacional, e na crise acabou sendo responsável pela construção da maioria dos empreendimentos imobiliários, gerando habitação e emprego”, lembrou.
Emprego
O nível de emprego na construção civil brasileira registrou variação positiva de 0,34% em outubro na comparação com o mês anterior. Foram abertos 8.076 postos de trabalho no período.
No acumulado dos dez primeiros meses de 2019, a variação é de +6,08%, equivalente a 138.190 postos de trabalho.
Na comparação dos dez primeiros meses de 2019 com o mesmo período do ano passado, a variação é de +1,59% (36.566 postos de trabalho). Ao final de outubro, o setor empregava 2.410.667 trabalhadores em todo o país.
Ao se dessazonalizar (tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que acontecem tipicamente em um mesmo período do ano) as informações, o emprego na construção civil brasileira teria registrado crescimento de 0,37% em outubro (+8.862 postos de trabalho).
Os dados são da pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal.
Paleteira manual ou empilhadeira manual: qual equipamento faz mais sentido para a sua operação?
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Enquanto a paleteira manual é uma solução prática para rotinas de carga, descarga e movimentação interna, indicada para movimentar pallets, a empilhadeira manual atende operações que, além de transportar, precisam elevar cargas para organizar, empilhar ou posicionar em diferentes níveis.
A escolha depende da rotina da empresa, do peso movimentado, da frequência de uso, do espaço disponível e da necessidade de elevação.
Para quem tem pressa (porque a operação não espera)
- Vai apenas movimentar pallets no piso? A paleteira manual costuma ser a escolha mais prática para deslocamentos internos, carga e descarga.
- Precisa elevar ou empilhar cargas? A empilhadeira manual atende melhor esse tipo de operação.
- O espaço é reduzido? Vale observar dimensões, largura dos garfos e área disponível para manobra.
- A rotina tem carga pesada ou uso frequente? A capacidade do equipamento e os reforços estruturais precisam acompanhar a intensidade da operação.
Descubra a linha completa da UP
Escolher entre uma paleteira manual e uma empilhadeira manual não é uma disputa entre qual equipamento é melhor.
Afinal, cada um resolve uma etapa diferente da movimentação de cargas.
A escolha do equipamento começa pela rotina da operação
Antes de comparar capacidades, é importante entender como a carga é movimentada dentro da empresa.
Uma operação que recebe mercadorias, desloca pallets até o estoque e depois encaminha os produtos para expedição tem uma necessidade diferente de quem também precisa empilhar cargas, abastecer estruturas ou organizar em níveis mais altos.
A intensidade de uso também pesa na decisão. Movimentações pontuais pedem uma solução simples, prática e adequada ao peso da carga.
As operações com ciclos frequentes de carga e descarga exigem equipamentos com estrutura compatível com o ritmo do trabalho, principalmente em docas, caminhões, depósitos e centros de distribuição.
Também entram na análise o tipo de piso, o ambiente de operação, o tamanho dos pallets e o espaço disponível para manobra.
Esses detalhes afetam diretamente na produtividade da rotina.
Paleteira manual: transporte de pallets sem empilhamento
Ela atende bem às rotinas de recebimento onde é necessário apenas movimentar os pallets, em setores de separação, abastecimento de estoque, carga, descarga e expedição, especialmente em ambientes com piso liso e plano.
A paleteira manual ajuda a reduzir o esforço físico no transporte de cargas e torna a movimentação mais organizada.
Em vez de depender de deslocamentos manuais demorados, a equipe consegue conduzir pallets com mais controle, especialmente em corredores, docas, áreas internas e caminhões.
A linha de Paleteiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 2.000 kg, 2.500 kg 3.000 kg e 5.000 kg de capacidade de carga, além de diferentes configurações de garfos para atender espaços e aplicações específicas.
Em operações com corredores estreitos, baús ou áreas com pouco espaço, versões com largura reduzida ajudam a ganhar mobilidade sem perder capacidade operacional.
Já ambientes ou aplicações mais específicas podem exigir configurações próprias, como modelos galvanizados, em aço carbono, inox ou personalizadas para um contexto específico.
Empilhadeira manual: quando a operação precisa elevar cargas
A empilhadeira manual entra quando transportar a carga no piso já não é suficiente.
Ela é indicada para operações que precisam movimentar e elevar pallets, seja para empilhar, organizar produtos, abastecer áreas de armazenagem ou posicionar cargas em diferentes níveis.
Esse tipo de equipamento é muito utilizado em estoques, almoxarifados, depósitos, pequenas indústrias e operações de carga e descarga que precisam de elevação.
Como não utiliza motor, a empilhadeira manual combina custo operacional mais baixo, operação simples e boa mobilidade em espaços reduzidos.
A linha de Empilhadeiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 1.500 kg e 2.000 kg, com elevação de até 1,6 metros, dependendo da configuração.
Na rotina, isso permite atender desde cargas mais leves até pallets mais pesados, mantendo a operação adequada ao volume e ao tipo de movimentação.
Entre os modelos disponíveis estão a UP 1.000 kg indicada para movimentações de menor intensidade; a UP 1.500 kg, voltada para cargas intermediárias; e a UP 2.000 kg, desenvolvida para operações com cargas mais pesadas dentro da proposta de uma solução manual.
Paleteira manual ou empilhadeira manual: como comparar na prática
| Se a operação precisa… | Equipamento mais indicado |
| Apenas movimentar pallets | Paleteira manual |
| Fazer carga e descarga em docas | Paleteira manual |
| Movimentar cargas em corredores e áreas internas | Paleteira manual |
| Elevar pallets para organização ou armazenagem | Empilhadeira manual |
| Transportar e empilhar cargas com o mesmo equipamento | Empilhadeira manual |
| Trabalhar com pouco espaço para manobra | Modelos manuais compactos, conforme a aplicação |
| Atender cargas mais pesadas | Equipamentos com capacidade e estrutura compatíveis com a rotina |
Encontre o equipamento UP certo para a sua operação
O equipamento ideal é aquele que acompanha o fluxo da operação, respeita o ambiente de trabalho e resolve a movimentação sem criar etapas desnecessárias.
Se a rotina exige apenas a movimentação de pallets, a paleteira manual entrega praticidade e controle.
Quando a operação também precisa elevar ou empilhar cargas, a empilhadeira manual passa a fazer mais sentido.
Em muitos casos, os dois equipamentos podem atuar de forma complementar dentro da empresa.
A UP Equipamentos oferece uma linha completa de paleteiras e empilhadeiras manuais para diferentes rotinas de movimentação de cargas, com modelos desenvolvidos para atender operações pontuais, uso frequente, espaços reduzidos e cargas de diferentes capacidades.
[Veja detalhes dos equipamentos] https://conteudos.upequipamentos.com.br/catalogo-empilhadeiras-e-paleteiras-up-equipamentos
NR e NBR, entenda as diferenças delas
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Existem diferenças importantes entre as duas, mas ambas devem estar presentes na execução de obras. Isso é importante não só para o cumprimento de exigências legais, mas também para reduzir riscos e aumentar a percepção de valor dos clientes.
Empresas que atendem aos requisitos de segurança e de melhoria de processos têm se destacado no mercado e tendem a oferecer um serviço melhor aos seus clientes.
O primeiro ponto que diferencia uma Norma Regulamentadora (NR) de uma Norma Brasileira (NBR) é a obrigatoriedade.
As Normas Regulamentadoras, que são elaboradas pelo Ministério do Trabalho e voltadas para a segurança e medicina do trabalho, são obrigatórias, podendo gerar passivos trabalhistas, penalidades, multas, embargo e interdição em caso de descumprimento.
Atualmente, existem 36 NR, cada uma trazendo diretrizes específicas para uma série de aspectos relacionados à segurança e saúde no ambiente de trabalho, como uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), cuidados na realização de atividades de risco, prevenção de acidentes, entre outros.
Já as Normas Brasileiras fazem parte de um grupo de diretrizes elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma entidade privada sem fins lucrativos. Por isso, a adoção dos critérios estabelecidos não é exigida legalmente. Mas isso não quer dizer que as empresas, em algum momento, não sintam a necessidade de fazer as adequações. Porque as NBR podem ser exigidas por órgãos públicos em processos de licitação.
Além disso, há certificações concedidas pela ABNT que podem ser adquiridas por organizações que atendem às normas, melhorando a reputação e presença da empresa no mercado.
As principais NR para a construção civil?
As NR são elaboradas de acordo com o segmento de atuação e as atividades executadas, como as que são exigidas para profissionais da área da saúde. No caso da construção civil, destacamos as seguintes:
NR 6 – determina o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que, obrigatoriamente, devem ser fornecidos aos trabalhadores;
NR 8 – exige padrões em edificações e obras da construção civil e estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nesses locais;
NR 9 – trata da obrigatoriedade da elaboração e da implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
NR 10 – é voltada para situações em que há contato direto ou indireto com eletricidade;
NR 12 – trata sobre a utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos. Diz que o empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, entre outras diretrizes;
NR 18 – é voltada exclusivamente para a indústria da construção civil, definindo cuidados a serem adotados em processos e áreas de trabalho, como demolições, estruturas de concreto e armações de aço;
NR 35 – traz orientações sobre segurança no trabalho em altura e prevenção de risco de queda.
Quais são os objetivos das NBR?
A ABNT tem como objetivo, estabelecer processos que resultem em padronizações e qualificações de produtos, registros e procedimentos. É uma das associações fundadoras da Organização Internacional de Normalização (ISO), atuando diretamente nas avaliações de conformidade e concessão de certificações.
É o caso da NBR ISO 9001, a mais conhecida delas, que é direcionada para a padronização de processos empresariais e qualidade operacional como um todo. Na gestão ambiental, existe a NBR ISO 14001, cuja certificação comprova a adoção de práticas sustentáveis.
fontes:
stant.com.br/entenda-as-diferencas-entre-as-nr-e-nbr
blog.metroform.com.br/normas-regulamentadoras-construcao-civil
Dicas definitivas para aumentar a produtividade na construção civil
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Todo construtor quer ver suas obras crescendo o mais rápido possível, no entanto, para fazer com que o trabalho flua mais rapidamente e com mais qualidade, é necessário ter alguns cuidados específicos. Acompanhe nossas dicas para que a produtividade da sua obra cresça em todos os aspectos!
- 1. Planejamento:
Independentemente do seu ramo de atuação, planejar as suas ações é fundamental. Tenha sempre em mente qual será o próximo passo que você terá que dar no seu negócio. A procrastinação é fruto da desorientação, ou seja, se a sua equipe no canteiro de obras não possui um planejamento completo e bem-estruturado, ela acaba perdendo muito tempo tentando descobrir o que precisa ser feito e como isso será feito, o que também pode ocasionar um aumento nos possíveis erros.
- 2. Organize suas ações por etapas:
Para alcançar o objetivo de ter um planejamento claro, é necessário dar um passo de cada vez.
- a) Primeira etapa: Fazer
Na primeira etapa do seu projeto, dê foco para as tarefas que você pode desempenhar em poucos instantes. Como são ações rápidas e simples, elas podem ser desempenhadas logo de cara, para que mais adiante na obra, você não tenha que ter dor de cabeça com atividades que você poderia ter concluído sem muito esforço e dentro de pouco tempo.
- b) Segunda etapa: Delegar
Por mais que a maioria dos construtores não leve este estágio a sério, saber delegar é uma característica que apenas os bons líderes possuem. Desta forma, volte a sua atenção e o seu tempo para as atividades que apenas você consegue desempenhar, enquanto as demais ações podem ser delegadas para pessoas qualificadas finalizá-las. Fazendo isso, você consegue realizar essas atividades com mais tempo, o que permite que os resultados obtidos através dessas ações sejam potencializados.
- c) Terceira etapa: Adiar
Sim, isso mesmo, adiar. Existem tarefas demoradas, que não são de grande urgência que podem ser adiadas, para que demais tarefas, mais imediatas possam ser finalizadas. Desta forma, evita-se de chegar na hora de entregar a obra e ações básicas não tenham sido finalizadas, enquanto uma porção de outras ações obsoletas foram feitas com perfeição.
- d) Quarta etapa: Deletar
Depois de adiar tarefas que não são urgentes, está na hora de deletar ações desnecessárias do seu planejamento. Ter muitas atividades no seu campo de visão pode deixar você e a sua equipe confusos quanto ao desempenhar essas ações, por isso, isole processos sem valor, que pouco trazem benefícios no conjunto da obra e mantenha o seu foco no que realmente importa, nas atividades que são essenciais para o andamento do seu projeto.
- 3. Organizar a cronologia das ações e se manter sempre em processo de aprendizagem:
Se manter sempre atualizado não é uma opção, para construtores civis, isso é um elemento fundamental para garantir o sucesso de uma obra. Busque sempre conhecer as novidades do setor, assim como, implantar processos modernos para garantir que o trabalho da sua equipe seja otimizado e que a sua produtividade aumente.
Fazer uma boa gestão do seu tempo também é imprescindível. Independentemente do quão talentoso você possa ser nos demais aspectos da sua obra, seja na tomada de decisões, na comunicação, ao lidar com a sua equipe e demais operações, isso de nada adianta se você não tiver planejados todos os prazos das ações presentes e futuras da sua obra.
- 4. Utilizar materiais de qualidade
Trabalhar munido dos melhores materiais de construção, é indispensável para garantir que a obra se desenvolva mais rapidamente e com menos ocorrência de falha humana. Existem alguns equipamentos que ajudam a aumentar a produtividade no seu trabalho.
Escoras metálicas:
O objetivo das escoras em uma construção, é proporcionar um apoio provisório para determinadas parcelas da obra, como lajes, vigas e afins, fazendo com que essas partes se mantenham firmes até que estejam secas ou construídas o suficiente para se manterem por si só.
As escoras não servem apenas para manter a obra em pé, mas também são um importante mecanismo de proteção, que age como uma fora de garantir a segurança dos trabalhadores, dos moradores e das pessoas que transitam próximas da obra.
Existem dois tipos de escoras, as fabricadas em madeira e as de metal, no entanto, as segundas possuem diversas vantagens quando comparadas com as primeiras. Sabe-se que se a escora de madeira foi fabricada com madeira certificada e dentro das normas de segurança, ela traz a mesma sustentação que uma escora metálica, no entanto, quanto mais essa escora de madeira vai sendo utilizada, a sua resistência vai diminuindo, além de deixar resíduos na obra, que em alguns casos não são reparados.
Além disso, as escoras metálicas são mais simples e fáceis de usar, podem ser ajustadas em diversas alturas, tipos de obras, dispensam calços e são muito mais fáceis e práticas de usar. Escoras metálicas tem uma maior durabilidade, são consideradas mais limpas, já que o metal não deixa resíduos na obra.
Em termos de segurança, todas são fabricadas de acordo com as normas NR-18, considerando que algumas escoras de madeira são fabricadas com material não certificado. Apesar de serem mais caras as escoras metálicas possuem um ótimo custo-benefício, pois podem ser utilizadas diversas vezes sem ter o seu desempenho comprometido.
Caixas de argamassa:
Muitos construtores perdem muito tempo e mão de obra na hora de fazer a argamassa, por isso, modernizar esse processo é um elemento fundamental para que a sua construção não sofra nenhum atraso.
As caixas para argamassa fabricadas em plástico conferem mais versatilidade, leveza e uma maior vida útil, já que depois de lavadas elas podem ser reutilizadas diversas vezes. Essas caixas podem ser movimentadas por meio de guindastes de torre, gruas ou carrinhos manuais, com praticidade e segurança. Existem modelos variados, com diversas dimensões e capacidades, basta você escolher o que mais se encaixa na sua obra.
Dutos de entulho:
Esses equipamentos são utilizados em construções verticais com dois ou mais andares e são uma ferramenta muito efetiva para fazer o descarte de entulhos na obra, facilitando a limpeza do local. Onde os resíduos do último piso podem ser mandados diretamente até a caçamba que irá descarta-los.
Essa ferramenta agiliza os processos dentro da obra e aumenta a produtividade da sua equipe, que em poucos momentos pode se livrar de uma grande quantidade de entulho, para poder se dedicar a tarefas mais importantes para o funcionamento da construção em que estão trabalhando, além de reduzir as chances de acidentes ao desempenhar essas atividades.
Os dutos de entulho são fáceis de instalar e movimentar, são construídos em materiais resistentes, que mesmo ficando expostos ao sol e a chuva possuem grande durabilidade. Ele não gasta energia elétrica, pois a própria gravidade fica responsável pelo escoamentos dos resíduos.
Agora que você já sabe quais são as dicas que fazem a sua obra crescer mais rápido e quais ferramentas utilizar para conseguir potencializar os seus resultados, é só coloca-las em prática!
Use a tecnologia para aumentar a produtividade na construção civil
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Com inovações tecnológicas, você pode aumentar produtividade e garantir a competitividade de sua empresa no setor.
As novidades do mundo digital podem ser grandes aliadas de qualquer empresa na contemporaneidade, ainda mais quando o objetivo é oferecer o máximo em produtividade. Os pequenos negócios no ramo de construção civil podem aproveitar esse universo.
Nesse setor, onde as pressões para cumprir prazos são constantes, a tecnologia auxilia na prestação dos serviços e garante maior competitividade. Além disso, pode ser considerada diferencial na hora de conquistar a confiança de um novo cliente.
Atrasos, mão de obra com baixa qualificação, falta de planejamento e até mesmo contratempos relacionados à falta de segurança de trabalho podem ser evitados com investimentos em tecnologia.
As vantagens do uso
Além dos aparelhos móveis e da internet, presentes no dia a dia, máquinas modernas, materiais inovadores e o investimento em capacitação são alguns aliados para ter equipe mais produtiva e sanar problemas que costumam ser desafios para empresários dessa área.
Eles reduzem o tempo de trabalho e oferecem resultados mais satisfatórios, adequando-se às regras de qualidade, aliadas a um bom custo-benefício.
Isso proporciona serviço mais rápido, eficiente e econômico, o que é vantajoso tanto para a empresa prestadora de serviços como para o contratante.
No entanto, é importante lembrar que os funcionários devem estar aptos ao manuseio de todas essas novidades que não param de chegar ao mercado.
Para isso, oferecer opções de cursos de formação a distância, por exemplo, é uma maneira de obter mão de obra qualificada com boa administração de tempo, já que nesse modelo os horários de aula são flexíveis.
Vantagens
- Redução do tempo construtivo: a tecnologia reduz o atraso em obras, um dos principais problemas do setor.
- Padronização das atividades: equipe trabalhando de maneira mais colaborativa e usando materiais que respeitem determinados critérios de qualidade.
- Redução de desperdícios de materiais: maior controle sobre o estoque significa menos gasto com produtos desnecessários ou fora do padrão.
- Diminuição de retrabalhos: produtos de qualidade e funcionários bem preparados comentem menos erros.
Fatores de impacto
As pequenas empresas que buscam destacar-se no mercado podem encontrar dificuldades para apostar em todas as variedades tecnológicas de uma vez. Cada uma auxilia a empresa em determinada área, respondendo por uma solução específica.
Nesse caso, o importante é direcionar as prioridades para investir em inovações que atendam e melhorem o serviço ofertado, aumentando a produtividade.
Para isso, é necessário conhecer anteriormente os seis principais fatores que impactam a produtividade na obra:
- Capacitação e treinamento da mão de obra: o aumento na produtividade se dá principalmente por meio de funcionários bem capacitados, que criem vínculo com a empresa.
- Retrabalho: mão de obra de qualidade significa um trabalho bem-feito, que não precisará ser alterado, reduzindo desperdícios e adequando-se aos prazos de conclusão dos serviços.
- Matéria-prima: o controle sobre o uso de material padronizado evita a perda de tempo com produtos de qualidade inferior ou com a espera para que refaçam o estoque do que foi utilizado inicialmente.
- Layout do canteiro de obras: o espaço de trabalho deve ser muito bem planejado, facilitando e agilizando a circulação de trabalhadores e máquinas, além de oferecer local adequado para o armazenamento dos materiais a serem utilizados.
- Segurança do trabalho: uma empresa que oferece todas as garantias para um trabalho seguro terá menos prejuízos com funcionários que se machuquem e precisem ser afastados do trabalho, situação que poderia gerar atrasos nas obras.
- Planejamento e controle de obras: obras bem planejadas não passam por problemas como falta ou desperdício de materiais, atrasos ou erros que comprometam os trabalhos.
Principais tecnologias
Após identificar qual a maior urgência para melhorar a produtividade em seu empreendimento, o empresário deve conhecer as diversas tecnologias disponíveis para o setor da construção civil e planejar os investimentos em busca de modernização, que será seu diferencial no mercado.
- Materiais: terras soldadas, monoforte, lajes mistas, painéis de EPS e microncreto de alto desempenho são algumas alternativas de materiais modernos e econômicos, que oferecem maior qualidade e praticidade para o trabalho.
- Aparelhos digitais: o uso de smartphones, computadores e tablets permite organizar melhor informações referentes à obra, com possibilidades de edição de maneira mais prática e em qualquer lugar, o que torna o trabalho menos burocrático.
- Máquinas automatizadas: realizam trabalhos com mais rapidez e eficiência, desde que haja um funcionário bem capacitado para manuseá-la.
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Matéria original publicada em: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/use-a-tecnologia-para-aumentar-a-produtividade-n…
Depoimento de um cliente satisfeito
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– Os dutos de entulho proporcionam muita agilidade para a obra por economizar deslocamentos dos funcionários dos pavimentos superiores ate o tele entulho.
– Ainda, garantem enorme segurança a obra evitando projeção de materiais e evitam exposição dos funcionários a trabalhos em altura ou com riscos de queda.
– Também facilitam o processo de limpeza da obra. Por vezes os funcionários quando precisam se deslocar grandes distancias estes não fazem a limpeza adequada.
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Essas são as 3 maiores vantagens, mas são grandes.
Um sistema de dutos se paga ao longo da obra.
Vale o investimento!
SIDINEI HUNEMEIER
EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS C2B LTDA
Lajeado-RS
Argamassa estabilizada na Construção Civil: vantagens, aplicações e armazenamento correto
Tempo de Leitura: 3 minutos.
A argamassa estabilizada já chega na obra pronta para uso. É feita com cimento, cal, areia, água e aditivos que mantêm o material trabalhável por até 72 horas.
Ela ajuda a acelerar a obra, reduz desperdícios e precisa ser armazenada corretamente para manter sua qualidade.
Desenvolvida na década de 1970, trouxe mais previsibilidade ao canteiro ao eliminar o preparo manual e reduzir variáveis que impactam diretamente no custo, tempo e qualidade final, representando um avanço importante na racionalização da construção civil.
Este conteúdo foi desenvolvido pela UP Equipamentos com o objetivo de esclarecer aplicações, vantagens operacionais e os critérios técnicos que influenciam seu desempenho na obra.
Ao longo da leitura você vai entender:
Índice
- O que caracteriza a argamassa estabilizada
- Impactos na produtividade e no custo da obra
- Aplicações técnicas e desempenho
- A importância do armazenamento correto
- Comparativo entre tipos de caixas
- O papel da UP Equipamentos
O que caracteriza a argamassa estabilizada
A argamassa estabilizada possui os mesmos componentes básicos da argamassa convencional (cimento, cal, areia e água), porém recebe aditivos estabilizadores que mantém o material pronto para aplicação por períodos que podem chegar a 72 horas.
Esse diferencial elimina a necessidade de preparo na obra e reduz variações na proporção dos materiais.
O resultado é maior controle tecnológico, melhor padronização e previsibilidade no acabamento.
Mais do que praticidade, trata-se de controle de processo.
Impactos na produtividade e no custo da obra
Ao chegar pronta para aplicação, a argamassa estabilizada altera a dinâmica operacional do canteiro.
A central de mistura deixa de ser necessária, o espaço para estocagem de insumos é reduzido e a dependência de mão de obra específica para preparo praticamente desaparece.
Isso impacta diretamente produtividade, organização e precisão de custo. O controle volumétrico torna-se mais exato, há menor desperdício no preparo e a equipe pode focar na execução, não na fabricação do insumo.
Outro ponto relevante é a redução de ruídos e a eliminação da necessidade de infraestrutura elétrica ou hidráulica dedicada ao preparo da mistura.
Aplicações técnicas e desempenho
A argamassa estabilizada pode ser aplicada em:
- Assentamentos
- Rebocos
- Regularização de pisos
- Sacadas
- Soleiras
- Marquises
- Enchimento de tubulações
- Áreas que exigem maior controle de acabamento
Sua homogeneidade contribui para melhor desempenho mecânico, menor permeabilidade e menor taxa de exsudação.
O resultado é um acabamento mais uniforme e maior previsibilidade no desempenho final da estrutura.
A importância do armazenamento correto
Embora a argamassa estabilizada mantenha a funcionalidade por até 72 horas, sua qualidade depende diretamente do recipiente utilizado para armazenamento.
O tipo de caixa influencia a manutenção da umidade, a preservação da homogeneidade e a durabilidade do material. Recipientes inadequados podem absorver líquidos, reagir quimicamente ou comprometer a estabilidade da mistura.
Armazenamento, portanto, não é apenas logística. É garantia de desempenho técnico.
Comparativo entre tipos de caixas
A escolha do recipiente impacta diretamente o resultado.
Caixas de madeira
- Absorvem o líquido da argamassa, reduzindo sua vida útil
- Possuem baixa durabilidade e maior risco de vazamentos
Caixas metálicas
- Podem sofrer oxidação ou reação com o material
- São pesadas e dificultam movimentação
Já as caixas plásticas produzidas em polietileno virgem não absorvem líquidos, mantêm a uniformidade da mistura e oferecem maior leveza e durabilidade. Além disso, permitem melhor controle de cubagem e reduzem perdas operacionais.
Soluções UP para armazenagem segura de argamassa estabilizada
A UP Equipamentos atua no fornecimento de caixas plásticas específicas para armazenamento de argamassa estabilizada, com capacidades de 26, 47, 200, 380, 500 e 1000 litros.
Projetadas para movimentação em gruas, guindastes de torre, elevadores ou carrinhos manuais, essas soluções oferecem resistência estrutural, reutilização prolongada e compatibilidade com a logística do canteiro.
Produzidas em polietileno virgem, evitam absorção de líquidos e contribuem para manter a qualidade da argamassa até o momento da aplicação.
A argamassa estabilizada trouxe eficiência à construção civil. No entanto, sua performance depende de um conjunto de decisões técnicas que envolvem preparo industrial, logística e armazenamento adequado.
Na construção civil moderna, eficiência não depende apenas do material, mas da forma como ele é armazenado e aplicado. A escolha correta do recipiente impacta diretamente a qualidade final da obra.
A UP Equipamentos desenvolve soluções alinhadas a essa lógica, apoiando construtoras e fornecedores na otimização do processo.
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Andaimes na construção civil: cuidados, normas e erros que comprometem a segurança na obra
Tempo de Leitura: 6 minutos.
Os andaimes na construção civil são estruturas provisórias usadas para dar acesso seguro a áreas elevadas durante obras, reformas, pinturas, manutenções e reparos.
Eles permitem que trabalhadores executem atividades em altura com apoio para ferramentas, materiais e movimentação durante o serviço.
No entanto, o uso de andaimes exige atenção técnica. A montagem, a instalação e a utilização precisam seguir critérios de segurança, capacidade de carga, nivelamento, acesso adequado e proteção contra quedas.
Quando esses cuidados não são respeitados, o equipamento deixa de ser uma solução de apoio e passa a representar risco para a equipe, para a estrutura e para o andamento da obra.
Índice
- O que são andaimes na construção civil?
- Para que servem os andaimes em uma obra?
- Cuidados antes da montagem e uso de andaimes
- O que a NR 18 exige para o uso de andaimes?
- 5 erros no uso de andaimes tubulares que aumentam o risco na obra
- Como escolher andaimes com mais segurança?
- Perguntas frequentes sobre andaimes na construção civil
O que são andaimes na construção civil?
O andaime é uma estrutura provisória montada para sustentar trabalhadores, ferramentas e materiais durante atividades realizadas em locais elevados. Ele facilita o acesso a pontos da obra que não poderiam ser alcançados com segurança apenas a partir do piso.
Na construção civil, os andaimes são utilizados em diferentes etapas, como execução de fachadas, alvenaria, pintura, reboco, manutenção, instalações, reparos e acabamentos. A estrutura permite que a equipe trabalhe com mais alcance, estabilidade e organização.
Apesar disso, o andaime não pode ser tratado como um equipamento simples de apoio. Sua utilização precisa considerar o tipo de serviço, a altura de trabalho, a carga aplicada, a superfície de apoio, o acesso dos trabalhadores e as condições do ambiente.
Para que servem os andaimes em uma obra?
Na prática, os andaimes podem ser usados para:
- Acessar fachadas e paredes externas;
- Executar serviços de pintura, reboco e acabamento;
- Realizar manutenções em estruturas elevadas;
- Apoiar trabalhos em alvenaria;
- Facilitar instalações elétricas, hidráulicas ou industriais;
- Organizar ferramentas e materiais durante o serviço em altura;
- Aumentar a segurança em atividades que exigem estabilidade.
O principal objetivo é permitir que o trabalhador execute a atividade com uma base adequada, sem improvisos, sem escaladas na própria estrutura e sem uso de equipamentos inadequados sobre a plataforma.
Cuidados antes da montagem e uso de andaimes
Antes de montar ou utilizar andaimes na construção civil, é necessário avaliar as condições do local e da estrutura. A segurança começa antes do trabalhador subir no equipamento.
Entre os principais cuidados, estão:
- Verificar se o solo ou a base de apoio está nivelada e resistente
- Confirmar se o andaime está montado no prumo
- Respeitar a capacidade de carga indicada para o equipamento
- Garantir que o piso da plataforma esteja completo, nivelado, antiderrapante e travado
- Utilizar guarda-corpo e rodapé quando exigido
- Garantir acesso seguro por escadas ou sistemas adequados
- Verificar se os rodízios estão travados em andaimes móveis
- Evitar o uso em condições climáticas adversas, como chuva intensa ou vento forte
- Manter trabalhadores capacitados para montagem, desmontagem e uso
- Exigir o uso dos EPIs necessários para a atividade em altura
Esses pontos reduzem riscos de queda, tombamento, instabilidade, deslocamento indevido e sobrecarga na plataforma.
O que a NR 18 exige para o uso de andaimes?
A NR 18 estabelece requisitos de segurança para atividades na indústria da construção, incluindo o uso de andaimes e plataformas de trabalho.
A norma determina que os andaimes devem ser projetados por profissional legalmente habilitado, fabricados por empresas registradas no conselho de classe competente e acompanhados de manual de instruções em português, fornecido pelo fabricante, importador ou locador.
A norma também reforça que a estrutura precisa suportar, com segurança, as cargas de trabalho previstas.
Isso inclui o peso dos trabalhadores, ferramentas, materiais e demais elementos utilizados durante a execução da atividade.
Outro ponto importante é a plataforma de trabalho. O piso do andaime deve ter forração completa, ser antiderrapante, estar nivelado e permanecer fixado ou travado de forma segura. Essa exigência evita deslocamentos inesperados, aberturas, instabilidade e risco de queda durante a execução do serviço.
A NR 18 também exige atenção ao acesso. O trabalhador não deve escalar a estrutura do andaime para chegar até a plataforma. O acesso precisa ser feito por meio seguro, como escadas ou sistemas adequados para subida e descida.
Além disso, a montagem, a desmontagem e a movimentação de andaimes devem seguir as instruções do projeto, do fabricante ou do locador. Qualquer improviso pode comprometer a estabilidade da estrutura e aumentar o risco de acidente.
5 erros no uso de andaimes tubulares que aumentam o risco na obra
1. Apoiar o andaime em base inadequada
Um dos erros mais comuns é montar o andaime diretamente sobre uma superfície irregular, instável ou sem capacidade de suporte. Quando a base não fica nivelada, o equipamento pode perder estabilidade e, consequentemente, comprometer a segurança de quem trabalha sobre ele.
Antes da montagem, verifique se o local suporta o peso da estrutura, dos trabalhadores e dos materiais. Além disso, em andaimes móveis, confira se os rodízios estão em boas condições, possuem travas e suportam a carga prevista para o equipamento.
2. Ignorar o limite de carga da plataforma
Todo andaime possui uma capacidade de carga que deve ser respeitada. Quando os trabalhadores colocam peso excessivo sobre a plataforma, seja por excesso de pessoas, ferramentas ou materiais, a estrutura pode sofrer deformações e aumentar o risco de queda ou colapso.
Por isso, distribua a carga de maneira uniforme e evite concentrar peso em um único ponto. Da mesma forma, mantenha a área de circulação livre durante o trabalho.
3. Movimentar o andaime com trabalhadores sobre ele
Mover o andaime com trabalhadores sobre a estrutura aumenta significativamente o risco de acidentes. Durante o deslocamento, uma irregularidade no piso, um desnível, um obstáculo ou uma falha no controle pode provocar queda ou tombamento.
Antes de movimentar o equipamento, todos os trabalhadores devem descer da plataforma. Em seguida, retire ou fixe os materiais soltos e verifique se o trajeto está livre para realizar o deslocamento com segurança.
4. Usar escadas ou improvisos sobre a plataforma
Outro erro recorrente é colocar escadas, caixas, cavaletes ou outros elementos sobre a plataforma para alcançar pontos mais altos da obra.
Essa prática reduz a estabilidade do trabalhador e, além disso, aumenta consideravelmente o risco de queda.
Se a altura do andaime não atender à necessidade do serviço, ajuste a estrutura conforme a orientação técnica.
Outra alternativa é aumentar a altura dentro das condições previstas ou, quando necessário, utilizar outro equipamento adequado para o trabalho em altura.
5. Trabalhar com piso incompleto, solto ou sem proteção
O piso do andaime deve permanecer completo, nivelado, resistente, antiderrapante e devidamente fixado. Plataformas com vãos, peças soltas, madeira danificada ou superfícies escorregadias aumentam o risco de acidentes.
Por isso, quando utilizar piso de madeira, verifique se o material está em boas condições e sem rachaduras ou outras imperfeições que possam comprometer sua resistência. Além disso, evite pinturas que escondam possíveis falhas ou danos na madeira.
Checklist rápido antes de usar andaimes na obra
| Ponto de verificação | O que observar |
| Base de apoio | Deve estar firme, nivelada e resistente |
| Estrutura | Precisa estar montada no prumo e sem peças danificadas |
| Plataforma | Deve ter piso completo, antiderrapante, nivelado e travado |
| Carga | Deve respeitar o limite indicado no projeto ou manual |
| Acesso | Deve ser feito por escada ou sistema seguro |
| Proteção | Deve incluir guarda-corpo, rodapé e medidas contra queda quando aplicável |
| Rodízios | Devem estar travados durante o uso do andaime móvel |
| Ambiente | Deve estar livre de riscos adicionais, como vento forte, chuva intensa ou solo instável |
| Equipe | Deve estar capacitada e equipada com os EPIs necessários |
Como escolher andaimes com mais segurança?
A escolha do andaime deve considerar o tipo de obra, a altura de trabalho, a carga necessária, o tempo de uso e as condições do canteiro. Mais do que comprar ou alugar uma estrutura, a empresa precisa garantir que o equipamento seja adequado para a atividade que será executada.
Antes de escolher, avalie:
- Se o andaime atende à altura necessária
- Se a capacidade de carga é compatível com o serviço
- Se as peças estão em bom estado
- Se o equipamento possui manual de instruções
- Se a montagem pode ser feita com segurança
- Se há sistema de acesso adequado
- Se o fornecedor oferece orientação técnica
- Se o equipamento atende às exigências aplicáveis da NR 18
Andaimes bem escolhidos ajudam a reduzir improvisos, organizar melhor o trabalho em altura e evitar atrasos causados por falhas de montagem, instabilidade ou interdição do equipamento.
Andaime certo reduz risco, improviso e atraso na obra
Os andaimes na construção civil são indispensáveis para atividades em altura, mas só cumprem seu papel quando são escolhidos, montados e utilizados com critério.
Base nivelada, plataforma segura, limite de carga respeitado, acesso adequado e equipe capacitada não são detalhes: são pontos que evitam acidentes, retrabalho e interrupções no canteiro.
Quando a obra trabalha com equipamentos adequados, a rotina fica mais segura e previsível. Por isso, antes de iniciar qualquer serviço em altura, avalie as condições do andaime e conte com fornecedores que entregam estrutura, orientação e disponibilidade para a operação não parar.
Precisa de andaimes para sua obra? Fale com a equipe da UP Equipamentos e encontre a solução certa para trabalhar em altura com mais segurança e praticidade.









