ori_27_capa

Caixas para argamassa: facilidade e economia na construção civil

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

A argamassa – um dos materiais presentes em todo canteiro de obras – é o que dá sustentação à obra. Por esse motivo, o recipiente utilizado para armazenamento desse material é muito importante para facilitar as operações e evitar desperdícios. Para esse fim, utiliza-se as caixas de argamassa, que otimizam tempo e espaço.

A caixa de argamassa funciona como um medidor de concreto, assim as concreteiras sabem a quantidade correta de argamassa deixada em cada obra. Em diversos tamanhos e com várias utilidades, esses recipientes tornaram-se essenciais na construção civil.

Conheça as diferentes caixas de argamassa fornecidas pela UP Equipamentos

Os equipamentos para armazenagem de argamassa da UP ajudam no processo de construção de forma ágil e econômica. Com versões de 47, 200, 380, 500 e 1000 litros, são configuradas para movimentação em guindaste de torre ou gruas, carrinhos manuais ou elevadores. As caixas são reutilizáveis (devido à sua resistência e durabilidade), leves, flexíveis e versáteis. A seguir, conheça cada modelo separadamente:

Masseira 47l

Masseira: 47l / 0,047m³

Dimensões: 460 x 700 x 235mm;

Capacidade da masseira: 80kg;

Material: PE;

Peso Unitário: 2,75kg

Mais informações:  https://upequipamentos.com.br/produto/12/Masseira-47l

Masseira 380l

Masseira: 380l / 0,38m³

Dimensões: 2080x1110x260mm;

Capacidade da masseira: 800 kg

Material: PE;

Peso unitário: 16,5kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/18/Masseira-Plastica-380l

Caixa de Argamassa 200l

Caixa de Argamassa: 200l / 0,2m³

Dimensões: 540x650x960mm;

C/ estrutura metálica para elevação;

Capacidade: 350kg;

Material: PE;

Peso unitário: 14,7kg

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/19/Caixa-de-Argamassa-200l–c-estrutura-tubular-metalica

Caixa de Argamassa 500l

Caixa de Argamassa: 500l / 0,5m³

Dimensões: 1110x1560x535mm;

Capacidade da caixa: 1.200kg;

Material: PE;

Peso unitário: 21kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/49/Caixa-de-Argamassa-500l

Caixa de Argamassa 1000l

Caixa de Argamassa: 1000l / 1m³

Dimensões: 1380 x 1880 x 750 mm;

Capacidade da caixa: 2.500kg;

Material: PE;

Peso unitário: 31,5kg;

Mais informações: https://staging.upequipamentos.com.br/produto/13/Caixa-de-Argamassa-1000l–1msup3
ori_26_PostCampinas20.05a (1)

Novo Centro de Distribuição em Campinas. Mais agilidade para nossos clientes.

Tempo de Leitura: < 1 minuto.

Esse ano, a UP Equipamentos está inaugurando sua nova operação logística, o Centro de Distribuição (CD), que está localizado junto ao Terminal Intermodal de Cargas (TIC), na cidade Campinas-SP, um dos mais importantes polos logísticos do Brasil.

O novo Centro de Distribuição conta com amplo espaço de armazenagem, área administrativa, docas para agilizar as entregas e recebimento de material.

Agora, com essa nova possibilidade, nós da UP Equipamentos, nos aproximamos ainda mais de nossos clientes, para atender as demandas de mercado com soluções em construção civil e movimentação de cargas.

O atendimento e agilidade em nosso processo comercial e logístico será ainda melhor, pois teremos um amplo estoque para atendimento imediato ao consumidor.

Mesmo com todas as dificuldades que todos passamos no País e no Mundo, nós acreditamos muito no potencial de nosso time, parceiros e clientes, por isso, não mediremos esforços para entregar o melhor que o mercado demanda.

Conte conosco para dar um UP em sua empresa com nossas soluções.

A direção,

Edson Pagnussat

Sócio-Diretor UP Equipamentos

Maio, 2020.

ori_25_blog3

Cuidados na construção civil em tempos de corona vírus

Tempo de Leitura: 3 minutos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a covid-19 SARS-CoV-2, popularmente conhecido como Corona Vírus, se manifesta de diferentes formas de pessoa para pessoa, podendo ir de casos de infecções assintomáticas, até a casos de problemas respiratórios mais graves.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que aproximadamente 80% dos pacientes com a doença não apresenta nenhum sintoma e quase 20% dos infectados precisam de intervenção hospitalar, pela grande dificuldade para respirar, dentre estes, 5% pode precisar de suporte ventilatório para auxiliar na respiração.
Os principais sintomas do corona vírus são: Febre, tosse, coriza, dor de garganta e dificuldades para respirar. Em alguns casos extremos a doença pode apresentar as características semelhantes a uma pneumonia severa. A transmissão acontece ao entrar com contato com a saliva, tosse/espirro, de uma pessoa infectada, ou ao tocar em superfícies contaminadas com o vírus.
Algumas cidades entraram em quarentena e fecharam boa parte de seus setores econômicos, em especial o comércio, no entanto, na maioria das localidades a construção civil continua a todo vapor. Para que a doença não se propague, existem alguns cuidados necessários, em especial nos canteiros de obras. Confira as nossas dicas:
1. Utilize toalhas de papel nos banheiros e tenha sempre sabonete líquido disponível em todos eles;
2. Distribua álcool gel em vários pontos do canteiro de obras. Coloque lenços de papel nesses pontos para que os funcionários os utilizem para cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
3. Mantenha os corrimãos, maçanetas e demais superfícies de uso comum e frequente sempre desinfetados. Para esta higienização, utilize produtos de limpeza, como sabão ou álcool 70%. Passar um pano seco ou usar apenas água não é efetivo contra o vírus.
4. Deixe sempre limpa todas as áreas de grande fluxo de funcionários, como os banheiros e refeitórios. É importante também higienizar os leitores de biometria e catracas.
5. Mantenha todos os EPIs, ferramentas e equipamentos sempre bem higienizados. Especialmente os de uso comum, que devem ser desinfetados com álcool 70% quando for passado de um funcionário a outro.
6. Disponibilize máscaras,luvas e óculos de proteção aos trabalhadores e dê a eles orientações sobre a utilização desses equipamentos.
7. Instrua seus funcionários a procurar ajuda médica caso o mesmo tenha qualquer suspeita de ter contraído o Corona Vírus. Se o médico recomendar, o trabalhador deve permanecer em casa até o resultado do diagnóstico. Esse período deverá ser considerado como falta justificada, de acordo com a Lei 13.979/2020, sem causar nenhum dano ao trabalhador.
8. Se possível, reduza o número de pessoas no escritório (o mais recomendado é colocar toda a equipe em home office) e no canteiro de obras para evitar aglomerações. Ao afastar as pessoas do local de trabalho, dê preferência aos funcionários que tenham direito a férias, maiores de 60 anos, mulheres grávidas, portadores de doenças crônicas e demais pessoas do grupo de risco.
9. No canteiro de obras, limite o número de pessoas trafegando nos elevadores fechados ao mesmo tempo (no máximo 2), e nas cremalheiras (no máximo 4).
10. Crie mais intervalos para almoço, ao invés de deixar a equipe inteira aglomerada no refeitório, organize as refeições em horários alternados.
11. Também é válido orientar os trabalhadores que se vacinem contra o sarampo e a gripe comum.
12. Em momentos assim, informação é fundamental. Coloque cartazes em lugares de destaque com orientações sobre a prevenção da doença, envie vídeos e mensagens via whatsapp com dicas de como se prevenir do vírus, higiene e esteja sempre aberto para que seus funcionários possam ir até você se sentirem algum dos sintomas do Corona Vírus.
Como reconhecer os sintomas de Corona Vírus nos seus funcionários:
Além dos sintomas mais comuns, como febre (à partir de 37,3º), tosse (seca ou com secreção), dor de garganta e falta de ar, existem outros sintomas que podem estar relacionados com o corona vírus: cansaço, coriza, náuseas, dor de cabeça, vômito e diarreia.
Funcionários que apresentem febre ou sintomas, devem ser afastados até que se possa descartar a possibilidade de estarem infectados com Corona Vírus, para que a saúde dos demais não seja colocada em risco.
A epidemia do Corona Vírus irá passar em breve, e para quem não pode parar, é importante tomar os devidos cuidados e precauções no ambiente de trabalho, e se possível, ficar em casa o máximo que puder, para garantir a sua segurança, de seus colegas e familiares.
A qualquer suspeita de Corona Vírus, entre em contato com Tele-SUS, o chat criado pelo Ministério da Saúde para verificar se os seus sintomas são compatíveis com os da doença.
removal-of-debris-construction-waste-building-demo-PJPNWA9

Descarte de resíduos da construção civil: riscos, legislação e como evitar problemas na obra

Tempo de Leitura: 5 minutos.

O descarte correto de resíduos da construção civil é uma exigência legal e, ao mesmo tempo, uma decisão operacional que impacta diretamente a organização da obra. 

A gestão desse processo envolve diferentes responsáveis. O gerador dos resíduos, as empresas de transporte e o poder público compartilham a responsabilidade pelo descarte correto. Por isso, é essencial adotar práticas claras de separação, armazenamento e destinação desde o início da obra.

Quando a equipe separa os resíduos corretamente, os riscos ambientais diminuem e os custos da obra se tornam mais previsíveis.

Além disso, a reciclagem e o reaproveitamento reduzem o volume destinado a aterros. Ao mesmo tempo, o uso de soluções operacionais adequadas contribui para um descarte mais seguro, organizado e alinhado às boas práticas do setor.

Neste conteúdo, você vai entender o que são os resíduos da construção civil, quem responde pelo descarte, como funciona a legislação e quais práticas tornam esse processo mais simples e seguro no dia a dia da obra.

Na prática, o descarte correto de resíduos envolve um conjunto de medidas que precisam ser definidas desde o início da execução da obra:

  • Separação dos resíduos na origem
  • Classificação conforme as classes A, B, C e D
  • Transporte realizado por empresas licenciadas
  • Destinação em áreas autorizadas pelos órgãos ambientais
  • Uso de soluções operacionais que organizem o canteiro e aumentem a segurança

Esse conjunto de medidas reduz riscos legais, melhora a organização da obra e contribui para uma gestão ambiental mais eficiente.

Índice

  • O que são resíduos da construção civil e por que exigem controle
  • Quem é responsável pelo descarte correto dos resíduos
  • O que diz a legislação sobre o descarte de resíduos da construção civil
  • Quais os riscos do descarte incorreto de entulhos
  • Entenda a diferença entre RCC e RDC
  • Como os resíduos da construção civil são classificados
  • Qual o destino correto dos resíduos da construção civil
  • Como a reciclagem de resíduos acontece na prática
  • Duto coletor de entulho: mais segurança e organização no descarte

O que são resíduos da construção civil e por que exigem controle

Resíduos de obras e demolições são todos os materiais descartados durante obras, reformas, ampliações e demolições. Entram nessa categoria sobras de concreto, argamassa, tijolos, madeira, embalagens e materiais danificados ao longo da execução.

De acordo com a Abrecon, o Brasil gera cerca de 84 milhões de toneladas de entulho originado na construção civil por ano. Esse volume reforça a necessidade de planejamento, separação correta e destinação adequada, evitando impactos ambientais e problemas urbanos.

Responsabilidade no descarte de resíduos: quem responde legalmente pela obra

Na prática, a responsabilidade é compartilhada. A legislação determina que respondem pelo correto gerenciamento:

  • O gerador do resíduo, como construtoras e responsáveis técnicos;
  • As empresas de transporte e caçamba;
  • A administração municipal, que deve estruturar áreas e regras de destinação.

Ou seja, não basta apenas retirar o entulho da obra: é preciso garantir que ele chegue ao destino correto.

O descarte de resíduos é regulamentado principalmente por duas normas:

  • A Resolução CONAMA nº 307/2002, que define critérios e diretrizes para a gestão dos resíduos;
  • A Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Além disso, cada município deve possuir um Plano Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil, indicando áreas licenciadas para descarte e ações de incentivo à reciclagem. Municípios que não seguem essas diretrizes podem, inclusive, perder repasses federais.

Em resumo, a legislação deixa claro que o descarte não é opcional, mas parte integrante da gestão da obra, com responsabilidades definidas e penalidades previstas em caso de descumprimento.

Quais os riscos do descarte incorreto de entulhos

O descarte irregular de resíduos traz consequências diretas para o meio ambiente, para a cidade e para a própria obra.

Entre os principais riscos estão:

  • Poluição e assoreamento de rios;
  • Contaminação do solo;
  • Enchentes em áreas urbanas;
  • Proliferação de pragas e insetos;
  • Multas e penalidades legais.

Além disso, o acúmulo desorganizado de entulho compromete a segurança do canteiro e aumenta o custo operacional.

Entenda a diferença entre RCC e RCD

Na área de gestão de resíduos da construção civil, é comum encontrar duas siglas: RCC e RCD. Ambas se referem aos resíduos gerados nas atividades do setor, porém aparecem em contextos diferentes de uso.

RCC (Resíduos da Construção Civil) é o termo adotado na legislação brasileira. A Resolução nº 307/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) define os resíduos da construção civil como aqueles provenientes de construções, reformas, reparos, demolições de obras e da preparação ou escavação de terrenos. Essa definição inclui materiais como concreto, argamassa e tijolos.

RCD (Resíduos de Construção e Demolição) é utilizada em estudos técnicos, artigos científicos e publicações da área de engenharia e gestão ambiental. O termo está associado ao conceito internacional Construction and Demolition Waste (CDW).

Na prática, RCC e RCD costumam se referir ao mesmo conjunto de resíduos gerados nas atividades da construção civil. A diferença está principalmente no termo adotado: RCC é o termo utilizado na legislação ambiental brasileira, enquanto RCD aparece com maior frequência em literatura técnica e acadêmica.

Independentemente da sigla utilizada, a gestão desses resíduos no Brasil segue as diretrizes estabelecidas pela Resolução CONAMA nº 307/2002, que define princípios de classificação, destinação adequada e responsabilidade dos geradores.

Como os resíduos da construção civil são classificados

A legislação divide os resíduos em quatro classes, de acordo com o potencial de reaproveitamento e risco:

  • Classe A: resíduos recicláveis, como concreto, blocos, telhas e argamassa;
  • Classe B: recicláveis para outros fins, como papel, plástico, vidro, metais e gesso;
  • Classe C: resíduos sem tecnologia viável de reciclagem;
  • Classe D: resíduos perigosos, como tintas, solventes e produtos químicos.

Essa classificação orienta tanto a separação na obra quanto o destino final.

Qual o destino correto dos resíduos da construção civil

Sempre que possível, os resíduos devem ser reutilizados ou reciclados, reduzindo o consumo de recursos naturais e o volume enviado a aterros.

Quando a reciclagem não é viável, o material deve ser encaminhado a aterros licenciados, próprios para materiais descartados na obra. 

Já materiais perigosos exigem descarte em locais específicos, seguindo normas ambientais rigorosas.

Como a reciclagem de resíduos acontece na prática

A reciclagem pode ocorrer na própria obra ou em unidades especializadas. O processo envolve, de forma geral:

  • Separação dos materiais;
  • Trituração dos resíduos;
  • Classificação granulométrica.

Após essas etapas, as usinas de reciclagem reutilizam o material como brita, pedrisco ou areia.. Dessa forma, ele retorna à cadeia produtiva como matéria-prima secundária.

Nesse contexto, uma das etapas mais críticas do gerenciamento de resíduos na obra é a coleta e o transporte interno do entulho. É justamente nesse ponto que os dutos coletores de entulho se tornam aliados estratégicos da operação.

Com o uso do duto coletor, a equipe consegue descartar os resíduos de forma contínua e segura, sem depender de elevadores ou de transporte manual excessivo.

Além disso, o sistema agiliza o fluxo de descarte, melhora a organização do canteiro e reduz riscos de acidentes. Como resultado, a rotina da equipe se torna mais previsível e eficiente.

Fabricados com material resistente, flexível e com proteção contra raios UV, os dutos suportam impactos frequentes e se adaptam à rotina intensa das obras. Assim, ajudam a tornar o gerenciamento de resíduos mais simples e organizado no dia a dia.

Descarte correto de resíduos: quando conformidade e eficiência caminham juntas

Na prática, o descarte correto depende de planejamento, separação adequada na origem, respeito à legislação e escolha de soluções que mantenham o fluxo da obra organizado e seguro. 

Soluções como os dutos coletores de entulho da UP Equipamentos apoiam esse processo ao organizar o fluxo de descarte, melhorar a segurança no canteiro e facilitar a conformidade ambiental desde as primeiras etapas da obra.

Conhecer essas soluções é o próximo passo para quem precisa transformar conformidade ambiental em eficiência operacional.

Conheça os dutos de entulho UP

ori_23_predios-arranha-ceu-camboriu-karina-pizzini

Balneário Camboriú tem cinco dos dez prédios mais altos da América do Sul; saiba o porquê

Tempo de Leitura: 4 minutos.
Para viabilizar as obras nos poucos metros quadrados restantes nos locais privilegiados da cidade, mercado imobiliário investe em prédios com mais de 150 m de altura”

Com um dos metros quadrados mais caros do país e os prédios mais altos da América do Sul, Balneário Camboriú se destaca pelos arranha-céus imponentes avistados já da rodovia BR-101. As exuberantes praias catarinenses atraem uma movimentação massiva de turistas desde a década de 1970, período a partir do qual o desenvolvimento da região e a verticalização urbana se expandiram com o aumento do número de visitantes.

“Hoje, mais de 4 milhões de turistas passam pela cidade por ano. A valorização dos imóveis atraiu construtoras e investidores de alto poder aquisitivo, ampliando o mercado mobiliário de luxo na região, que possui, hoje, seis dos dez prédios mais altos do país, todos de alto ou altíssimo padrão. A duplicação da BR-101, no litoral Norte do Estado, em 2000, é outro ponto que intensificou a procura e o investimento no local.
“Nos anos 2000, houve uma verticalização acentuada em razão da grande procura por imóveis de alto padrão, principalmente na orla da Praia Central. Também, os planos diretores aprovados desde sua emancipação, em 1964, ofereceram [à cidade] coeficientes de aproveitamento generosos para a construção civil, com gabarito [número de pavimentos] livre”, explica Jânio Vicente Rech, arquiteto, doutor em Engenharia Civil e professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).
Verticalização e luxo à beira mar

Os quase sete quilômetros da Praia Central de Balneário Camboriú são pequenos em relação ao número de visitantes que ela recebe todos os verões. Em média, 900 mil pessoas visitam a cidade somente no mês de janeiro. “A construção de edifícios verticais tem por objetivo abrigar o maior número de pessoas em uma menor parcela do território urbano”, diz Rech ao justificar a intensa presença de prédios no local.”

“A limitação do espaço para construção na orla valoriza o metro quadrado nas avenidas mais próximas da praia e aumenta a disputa pelo melhor imóvel com vista para o mar. Dados recentes da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) revelam que o segmento de imóveis de luxo vem apresentando um desempenho notável, uma vez que os lançamentos de imóveis para o público de alta renda crescem mais do que o dobro da média do mercado imobiliário.”
“Essa corrida de investimento faz crescer o número de arranha-céus da cidade, com o maior conglomerado de edifícios de alto padrão do país. Balneário Camboriú tem 24 dos 56 prédios com mais de 150 metros de altura no Brasil, entregues ou em construção. De acordo com o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), a cidade tem seis dos dez prédios mais altos do Brasil, todos com mais de 190 metros de altura, em construção ou entregues em 2019. No recorte de que engloba toda a América do Sul, cinco entre os dez mais altos estão em Balneário Camboriú (prontos ou em obras).
Só a FG Empreendimentos possui três dos dez prédios do ranking. Neste mês de dezembro, a incorporadora concluiu a obra do edifício residencial Infinity Coast Tower, com 234.8 metros, que se tornou o edifício entregue mais alto do Brasil e o terceiro da América do Sul. Com previsão de conclusão para 2022, a construtora trabalha na obra do One Tower, o prédio mais alto em construção de frente para o mar da América do Sul, com 280.3 metros.
De acordo com o diretor comercial e de marketing da FG Empreendimentos, Altevir Baron, a cidade criou uma identidade própria devido aos pequenos terrenos próximos a orla. “Quando o terreno é muito caro, você precisa ter um número de apartamentos que a viabilize essa construção, por isso fazemos prédios mais altos que viabilizam o negócio, dando estética à cidade, com inovação e tecnologia. Nessa inspiração, Balneário Camboriú torna-se um polo da construção civil, referência em prédios de alto padrão. As construtoras que aqui estão acabaram criando essa referência”, avalia.
Tal referência criou, também, uma competitividade entre as construtoras da região. Entre as que estão “na disputa”, destaca-se a Pasqualotto & GT, que se especializou em prédios de alto padrão para atender essa demanda. Com as torres do Yachthouse by Pininfarina no topo do ranking nacional, quando entregue, em 2020, o empreendimento será o mais alto do Brasil e o maior edifício residencial da América do Sul, com 281 metros e 81 andares. No continente, ele só perderá para o chileno Torre Costanera, em Santiago, que tem 300 metros de altura e abriga um hotel e escritórios.
“O objetivo é quebrar a sazonalidade do litoral e ampliar as possibilidades e atrativos no período de baixas temperaturas. Tudo que é realizado visa ampliar a movimentação econômica regional e até mesmo nacional”, conta o presidente da Pasqualotto & GT, Alcino Pasqualotto. Em 2021, a construtora entrega outro edifício que está entre os cinco mais altos do país, o Vitra Residence, com 208.5 metros de altura.
“A verticalização é um tema debatido em todo o mundo e, assim como todas as discussões mundiais, gera pontos positivos e olhares menos otimistas. Balneário Camboriú é uma cidade nova, porém que sempre possuiu vocação ao empreendedorismo e eficiência, isso tudo somado ao turismo”, comenta Pasqualotto.
Dubai brasileira

Para Baron, a competitividade entre as construtoras gerou uma “apresentação de exemplares do que há de melhor no mundo” na construção civil. “Com isso o cenário brasileiro acabou elegendo Balneário Camboriú como uma cidade de investidores com clientes de todo o Brasil”, diz o diretor da FG. Foi este cenário que fez com que a cidade ganhasse o cunho de “Dubai Brasileira”.
Apartamentos de alto e altíssimo padrão – de frente para o mar, com unidades de até 350 m² privativos, podem custar cerca de R$ 28.000,00 por metro quadrado. Segundo o diretor da FG Empreendimentos, nos últimos 20 anos a cidade vem sendo repagina para se tornar a referência que é, com obras que podem gerar mais de R$ 1,5 milhão de IPTU (Imposto Territorial Urbano) para o município.
Ao contrário da jovem Balneário Camboriú, Dubai tem sua história contada a partir do século XIX, ainda que registros apontem que havia uma civilização pré-histórica no local. A cidade dos Emirados Árabes também possui o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros, quase três vezes mais alto que o edifício mais alto do Brasil – o Yachthouse by Pininfarina, com 280 metros, ainda em obras.
“Creio que o apelido de ‘Dubai brasileira’ se deve ao fato de a cidade abrigar os maiores prédios do Brasil. Para tanto, a indústria da construção civil busca assessorias e alta tecnologia na Europa e América do Norte para a concretização desses espigões. No entanto, para igualarmos as condições de infraestrutura de Dubai, ainda precisamos de um planejamento urbano de longo prazo, com investimento em todas as áreas, como transporte público, abastecimento, saneamento básico, entre outros”, conclui o especialista Janio Rech.”

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/balneario-camboriu-predios-mais-altos-america-sul/

ori_22_titanumtower

PIB da construção deve crescer até 2% este ano

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda

O PIB (Produto Interno Bruto) da construção brasileira deverá fechar o ano de 2019 com um crescimento de 2%, na comparação com 2018.

Em 2020, a construção deverá crescer 3%. As novas projeções foram apresentadas em 5 de dezembro pela coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, em entrevista coletiva à imprensa dada pelo presidente do SindusCon-SP, Odair Senra, e pelo vice-presidente de Economia da entidade, Eduardo Zaidan.

Com o resultado do ano, o PIB da construção em 2019 interromperá a série de 5 anos de queda.

De acordo com a projeção, o crescimento do setor neste ano deve ser impulsionado principalmente pelo segmento de autoconstrução e reformas (+3%), serviços especializados (+2,5%) e infraestrutura (+1%).

O setor de edificações não deverá apresentar variação na comparação com 2018, uma vez que o crescimento das vendas no mercado imobiliário somente começou a se traduzir nos indicadores de atividade nos últimos meses do ano

“De qualquer forma, a percepção é de que a crise do setor ficou para trás”, analisou Odair Senra. “E as perspectivas são de um crescimento mais expressivo das edificações residenciais e dos demais segmentos do setor em 2020”, completou.

Para 2020, a projeção indica que o segmento de autoconstrução e reformas seguirá liderando a recuperação.

O setor de edificações residenciais aumentará o ritmo de crescimento, impulsionando o segmento de serviços especializados, enquanto as obras de infraestrutura devem seguir mantendo um ritmo lento de recuperação.

De acordo com Eduardo Zaidan, porém, a indefinição em relação à continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida preocupa.

“O programa se mostrou eficaz na diminuição do déficit habitacional, e na crise acabou sendo responsável pela construção da maioria dos empreendimentos imobiliários, gerando habitação e emprego”, lembrou.

Emprego
O nível de emprego na construção civil brasileira registrou variação positiva de 0,34% em outubro na comparação com o mês anterior. Foram abertos 8.076 postos de trabalho no período.

No acumulado dos dez primeiros meses de 2019, a variação é de +6,08%, equivalente a 138.190 postos de trabalho.

Na comparação dos dez primeiros meses de 2019 com o mesmo período do ano passado, a variação é de +1,59% (36.566 postos de trabalho). Ao final de outubro, o setor empregava 2.410.667 trabalhadores em todo o país.

Ao se dessazonalizar (tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que acontecem tipicamente em um mesmo período do ano) as informações, o emprego na construção civil brasileira teria registrado crescimento de 0,37% em outubro (+8.862 postos de trabalho).

Os dados são da pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal.

ori_21_09-25img

Paleteira manual ou empilhadeira manual: qual equipamento faz mais sentido para a sua operação?

Tempo de Leitura: 3 minutos.

Enquanto a paleteira manual é uma solução prática para rotinas de carga, descarga e movimentação interna, indicada para movimentar pallets, a empilhadeira manual atende operações que, além de transportar, precisam elevar cargas para organizar, empilhar ou posicionar em diferentes níveis. 

A escolha depende da rotina da empresa, do peso movimentado, da frequência de uso, do espaço disponível e da necessidade de elevação.

Para quem tem pressa (porque a operação não espera)

  • Vai apenas movimentar pallets no piso? A paleteira manual costuma ser a escolha mais prática para deslocamentos internos, carga e descarga.
  • Precisa elevar ou empilhar cargas? A empilhadeira manual atende melhor esse tipo de operação.
  • O espaço é reduzido? Vale observar dimensões, largura dos garfos e área disponível para manobra.
  • A rotina tem carga pesada ou uso frequente? A capacidade do equipamento e os reforços estruturais precisam acompanhar a intensidade da operação.

Descubra a linha completa da UP 

Escolher entre uma paleteira manual e uma empilhadeira manual não é uma disputa entre qual equipamento é melhor. 

Afinal, cada um resolve uma etapa diferente da movimentação de cargas.

A escolha do equipamento começa pela rotina da operação

Antes de comparar capacidades, é importante entender como a carga é movimentada dentro da empresa. 

Uma operação que recebe mercadorias, desloca pallets até o estoque e depois encaminha os produtos para expedição tem uma necessidade diferente de quem também precisa empilhar cargas, abastecer estruturas ou organizar em níveis mais altos.

A intensidade de uso também pesa na decisão. Movimentações pontuais pedem uma solução simples, prática e adequada ao peso da carga. 

As operações com ciclos frequentes de carga e descarga exigem equipamentos com estrutura compatível com o ritmo do trabalho, principalmente em docas, caminhões, depósitos e centros de distribuição.

Também entram na análise o tipo de piso, o ambiente de operação, o tamanho dos pallets e o espaço disponível para manobra. 

Esses detalhes afetam diretamente na produtividade da rotina.

Paleteira manual: transporte de pallets sem empilhamento 

Ela atende bem às rotinas de recebimento onde é necessário apenas movimentar os pallets, em setores de separação, abastecimento de estoque, carga, descarga e expedição, especialmente em ambientes com piso liso e plano.

A paleteira manual ajuda a reduzir o esforço físico no transporte de cargas e torna a movimentação mais organizada. 

Em vez de depender de deslocamentos manuais demorados, a equipe consegue conduzir pallets com mais controle, especialmente em corredores, docas, áreas internas e caminhões.

A linha de Paleteiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 2.000 kg, 2.500 kg 3.000 kg e 5.000 kg de capacidade de carga, além de diferentes configurações de garfos para atender espaços e aplicações específicas. 

Em operações com corredores estreitos, baús ou áreas com pouco espaço, versões com largura reduzida ajudam a ganhar mobilidade sem perder capacidade operacional. 

Já ambientes ou aplicações mais específicas podem exigir configurações próprias, como modelos galvanizados, em aço carbono, inox ou personalizadas para um contexto específico.

Quero ver o catálogo

Empilhadeira manual: quando a operação precisa elevar cargas 

A empilhadeira manual entra quando transportar a carga no piso já não é suficiente. 

Ela é indicada para operações que precisam movimentar e elevar pallets, seja para empilhar, organizar produtos, abastecer áreas de armazenagem ou posicionar cargas em diferentes níveis.

Esse tipo de equipamento é muito utilizado em estoques, almoxarifados, depósitos, pequenas indústrias e operações de carga e descarga que precisam de elevação.

Como não utiliza motor, a empilhadeira manual combina custo operacional mais baixo, operação simples e boa mobilidade em espaços reduzidos.

A linha de Empilhadeiras Manuais da UP Equipamentos conta com modelos de 1.000 kg, 1.500 kg e 2.000 kg, com elevação de até 1,6 metros, dependendo da configuração. 

Na rotina, isso permite atender desde cargas mais leves até pallets mais pesados, mantendo a operação adequada ao volume e ao tipo de movimentação.

Entre os modelos disponíveis estão a UP 1.000 kg indicada para movimentações de menor intensidade; a UP 1.500 kg, voltada para cargas intermediárias; e a UP 2.000 kg, desenvolvida para operações com cargas mais pesadas dentro da proposta de uma solução manual.

Quero ver o catálogo 

Paleteira manual ou empilhadeira manual: como comparar na prática

Se a operação precisa… Equipamento mais indicado
Apenas movimentar pallets Paleteira manual
Fazer carga e descarga em docas Paleteira manual
Movimentar cargas em corredores e áreas internas Paleteira manual
Elevar pallets para organização ou armazenagem Empilhadeira manual
Transportar e empilhar cargas com o mesmo equipamento Empilhadeira manual
Trabalhar com pouco espaço para manobra Modelos manuais compactos, conforme a aplicação
Atender cargas mais pesadas Equipamentos com capacidade e estrutura compatíveis com a rotina

Encontre o equipamento UP certo para a sua operação

O equipamento ideal é aquele que acompanha o fluxo da operação, respeita o ambiente de trabalho e resolve a movimentação sem criar etapas desnecessárias.

Se a rotina exige apenas a movimentação de pallets, a paleteira manual entrega praticidade e controle. 

Quando a operação também precisa elevar ou empilhar cargas, a empilhadeira manual passa a fazer mais sentido. 

Em muitos casos, os dois equipamentos podem atuar de forma complementar dentro da empresa.

A UP Equipamentos oferece uma linha completa de paleteiras e empilhadeiras manuais para diferentes rotinas de movimentação de cargas, com modelos desenvolvidos para atender operações pontuais, uso frequente, espaços reduzidos e cargas de diferentes capacidades.

[Veja detalhes dos equipamentos] https://conteudos.upequipamentos.com.br/catalogo-empilhadeiras-e-paleteiras-up-equipamentos 

ori_20_blog_nbr_nr

NR e NBR, entenda as diferenças delas

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Existem diferenças importantes entre as duas, mas ambas devem estar presentes na execução de obras. Isso é importante não só para o cumprimento de exigências legais, mas também para reduzir riscos e aumentar a percepção de valor dos clientes.

Empresas que atendem aos requisitos de segurança e de melhoria de processos têm se destacado no mercado e tendem a oferecer um serviço melhor aos seus clientes.

O primeiro ponto que diferencia uma Norma Regulamentadora (NR) de uma Norma Brasileira (NBR) é a obrigatoriedade.

As Normas Regulamentadoras, que são elaboradas pelo Ministério do Trabalho e voltadas para a segurança e medicina do trabalho, são obrigatórias, podendo gerar passivos trabalhistas, penalidades, multas, embargo e interdição em caso de descumprimento.

Atualmente, existem 36 NR, cada uma trazendo diretrizes específicas para uma série de aspectos relacionados à segurança e saúde no ambiente de trabalho, como uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), cuidados na realização de atividades de risco, prevenção de acidentes, entre outros.

Já as Normas Brasileiras fazem parte de um grupo de diretrizes elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma entidade privada sem fins lucrativos. Por isso, a adoção dos critérios estabelecidos não é exigida legalmente. Mas isso não quer dizer que as empresas, em algum momento, não sintam a necessidade de fazer as adequações. Porque as NBR podem ser exigidas por órgãos públicos em processos de licitação.

Além disso, há certificações concedidas pela ABNT que podem ser adquiridas por organizações que atendem às normas, melhorando a reputação e presença da empresa no mercado.

As principais NR para a construção civil?

As NR são elaboradas de acordo com o segmento de atuação e as atividades executadas, como as que são exigidas para profissionais da área da saúde. No caso da construção civil, destacamos as seguintes:

NR 6 – determina o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que, obrigatoriamente, devem ser fornecidos aos trabalhadores;

NR 8 – exige padrões em edificações e obras da construção civil e estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nesses locais;

NR 9 –  trata da obrigatoriedade da elaboração e da implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);

NR 10 – é voltada para situações em que há contato direto ou indireto com eletricidade;

NR 12 – trata sobre a utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos. Diz que o empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, entre outras diretrizes;

NR 18 – é voltada exclusivamente para a indústria da construção civil, definindo cuidados a serem adotados em processos e áreas de trabalho, como demolições, estruturas de concreto e armações de aço;

NR 35 – traz orientações sobre segurança no trabalho em altura e prevenção de risco de queda.

Quais são os objetivos das NBR?

A ABNT tem como objetivo, estabelecer processos que resultem em padronizações e qualificações de produtos, registros e procedimentos. É uma das associações fundadoras da Organização Internacional de Normalização (ISO), atuando diretamente nas avaliações de conformidade e concessão de certificações.

É o caso da NBR ISO 9001, a mais conhecida delas, que é direcionada para a padronização de processos empresariais e qualidade operacional como um todo. Na gestão ambiental, existe a NBR ISO 14001, cuja certificação comprova a adoção de práticas sustentáveis.

fontes:

stant.com.br/entenda-as-diferencas-entre-as-nr-e-nbr

blog.metroform.com.br/normas-regulamentadoras-construcao-civil

ori_19_Camada-0

Dicas definitivas para aumentar a produtividade na construção civil

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Todo construtor quer ver suas obras crescendo o mais rápido possível, no entanto, para fazer com que o trabalho flua mais rapidamente e com mais qualidade, é necessário ter alguns cuidados específicos. Acompanhe nossas dicas para que a produtividade da sua obra cresça em todos os aspectos!

  1. 1. Planejamento:

Independentemente do seu ramo de atuação, planejar as suas ações é fundamental. Tenha sempre em mente qual será o próximo passo que você terá que dar no seu negócio. A procrastinação é fruto da desorientação, ou seja, se a sua equipe no canteiro de obras não possui um planejamento completo e bem-estruturado, ela acaba perdendo muito tempo tentando descobrir o que precisa ser feito e como isso será feito, o que também pode ocasionar um aumento nos possíveis erros.

  1. 2. Organize suas ações por etapas:

Para alcançar o objetivo de ter um planejamento claro, é necessário dar um passo de cada vez.

  1. a) Primeira etapa: Fazer

Na primeira etapa do seu projeto, dê foco para as tarefas que você pode desempenhar em poucos instantes. Como são ações rápidas e simples, elas podem ser desempenhadas logo de cara, para que mais adiante na obra, você não tenha que ter dor de cabeça com atividades que você poderia ter concluído sem muito esforço e dentro de pouco tempo.

  1. b) Segunda etapa: Delegar

Por mais que a maioria dos construtores não leve este estágio a sério, saber delegar é uma característica que apenas os bons líderes possuem. Desta forma, volte a sua atenção e o seu tempo para as atividades que apenas você consegue desempenhar, enquanto as demais ações podem ser delegadas para pessoas qualificadas finalizá-las. Fazendo isso, você consegue realizar essas atividades com mais tempo, o que permite que os resultados obtidos através dessas ações sejam potencializados.

  1. c) Terceira etapa: Adiar

Sim, isso mesmo, adiar. Existem tarefas demoradas, que não são de grande urgência que podem ser adiadas, para que demais tarefas, mais imediatas possam ser finalizadas. Desta forma, evita-se de chegar na hora de entregar a obra e ações básicas não tenham sido finalizadas, enquanto uma porção de outras ações obsoletas foram feitas com perfeição.

 

  1. d) Quarta etapa: Deletar

Depois de adiar tarefas que não são urgentes, está na hora de deletar ações desnecessárias do seu planejamento. Ter muitas atividades no seu campo de visão pode deixar você e a sua equipe confusos quanto ao desempenhar essas ações, por isso, isole processos sem valor, que pouco trazem benefícios no conjunto da obra e mantenha o seu foco no que realmente importa, nas atividades que são essenciais para o andamento do seu projeto.

  1. 3. Organizar a cronologia das ações e se manter sempre em processo de aprendizagem:

Se manter sempre atualizado não é uma opção, para construtores civis, isso é um elemento fundamental para garantir o sucesso de uma obra. Busque sempre conhecer as novidades do setor, assim como, implantar processos modernos para garantir que o trabalho da sua equipe seja otimizado e que a sua produtividade aumente.

Fazer uma boa gestão do seu tempo também é imprescindível. Independentemente do quão talentoso você possa ser nos demais aspectos da sua obra, seja na tomada de decisões, na comunicação, ao lidar com a sua equipe e demais operações, isso de nada adianta se você não tiver planejados todos os prazos das ações presentes e futuras da sua obra.

  1. 4. Utilizar materiais de qualidade

Trabalhar munido dos melhores materiais de construção, é indispensável para garantir que a obra se desenvolva mais rapidamente e com menos ocorrência de falha humana. Existem alguns equipamentos que ajudam a aumentar a produtividade no seu trabalho.

Escoras metálicas: 

O objetivo das escoras em uma construção, é proporcionar um apoio provisório para determinadas parcelas da obra, como lajes, vigas e afins, fazendo com que essas partes se mantenham firmes até que estejam secas ou construídas o suficiente para se manterem por si só.

As escoras não servem apenas para manter a obra em pé, mas também são um importante mecanismo de proteção, que age como uma fora de garantir a segurança dos trabalhadores, dos moradores e das pessoas que transitam próximas da obra.

Existem dois tipos de escoras, as fabricadas em madeira e as de metal, no entanto, as segundas possuem diversas vantagens quando comparadas com as primeiras. Sabe-se que se a escora de madeira foi fabricada com madeira certificada e dentro das normas de segurança, ela traz a mesma sustentação que uma escora metálica, no entanto, quanto mais essa escora de madeira vai sendo utilizada, a sua resistência vai diminuindo, além de deixar resíduos na obra, que em alguns casos não são reparados.

Além disso, as escoras metálicas são mais simples e fáceis de usar, podem ser ajustadas em diversas alturas, tipos de obras, dispensam calços e são muito mais fáceis e práticas de usar. Escoras metálicas tem uma maior durabilidade, são consideradas mais limpas, já que o metal não deixa resíduos na obra.

Em termos de segurança, todas são fabricadas de acordo com as normas NR-18, considerando que algumas escoras de madeira são fabricadas com material não certificado. Apesar de serem mais caras as escoras metálicas possuem um ótimo custo-benefício, pois podem ser utilizadas diversas vezes sem ter o seu desempenho comprometido.

Caixas de argamassa:

Muitos construtores perdem muito tempo e mão de obra na hora de fazer a argamassa, por isso, modernizar esse processo é um elemento fundamental para que a sua construção não sofra nenhum atraso.

As caixas para argamassa fabricadas em plástico conferem mais versatilidade, leveza e uma maior vida útil, já que depois de lavadas elas podem ser reutilizadas diversas vezes. Essas caixas podem ser movimentadas por meio de guindastes de torre, gruas ou carrinhos manuais, com praticidade e segurança. Existem modelos variados, com diversas dimensões e capacidades, basta você escolher o que mais se encaixa na sua obra.

Dutos de entulho: 

Esses equipamentos são utilizados em construções verticais com dois ou mais andares e são uma ferramenta muito efetiva para fazer o descarte de entulhos na obra, facilitando a limpeza do local. Onde os resíduos do último piso podem ser mandados diretamente até a caçamba que irá descarta-los.

Essa ferramenta agiliza os processos dentro da obra e aumenta a produtividade da sua equipe, que em poucos momentos pode se livrar de uma grande quantidade de entulho, para poder se dedicar a tarefas mais importantes para o funcionamento da construção em que estão trabalhando, além de reduzir as chances de acidentes ao desempenhar essas atividades.

Os dutos de entulho são fáceis de instalar e movimentar, são construídos em materiais resistentes, que mesmo ficando expostos ao sol e a chuva possuem grande durabilidade. Ele não gasta energia elétrica, pois a própria gravidade fica responsável pelo escoamentos dos resíduos.

Agora que você já sabe quais são as dicas que fazem a sua obra crescer mais rápido e quais ferramentas utilizar para conseguir potencializar os seus resultados, é só coloca-las em prática!

ori_18_construction-tech

Use a tecnologia para aumentar a produtividade na construção civil

Tempo de Leitura: 3 minutos.
Com inovações tecnológicas, você pode aumentar produtividade e garantir a competitividade de sua empresa no setor.

As novidades do mundo digital podem ser grandes aliadas de qualquer empresa na contemporaneidade, ainda mais quando o objetivo é oferecer o máximo em produtividade. Os pequenos negócios no ramo de construção civil podem aproveitar esse universo.

Nesse setor, onde as pressões para cumprir prazos são constantes, a tecnologia auxilia na prestação dos serviços e garante maior competitividade. Além disso, pode ser considerada diferencial na hora de conquistar a confiança de um novo cliente.

Atrasos, mão de obra com baixa qualificação, falta de planejamento e até mesmo contratempos relacionados à falta de segurança de trabalho podem ser evitados com investimentos em tecnologia.

As vantagens do uso

Além dos aparelhos móveis e da internet, presentes no dia a dia, máquinas modernas, materiais inovadores e o investimento em capacitação são alguns aliados para ter equipe mais produtiva e sanar problemas que costumam ser desafios para empresários dessa área.

Eles reduzem o tempo de trabalho e oferecem resultados mais satisfatórios, adequando-se às regras de qualidade, aliadas a um bom custo-benefício.

Isso proporciona serviço mais rápido, eficiente e econômico, o que é vantajoso tanto para a empresa prestadora de serviços como para o contratante.

No entanto, é importante lembrar que os funcionários devem estar aptos ao manuseio de todas essas novidades que não param de chegar ao mercado.

Para isso, oferecer opções de cursos de formação a distância, por exemplo, é uma maneira de obter mão de obra qualificada com boa administração de tempo, já que nesse modelo os horários de aula são flexíveis.

Vantagens

  • Redução do tempo construtivo: a tecnologia reduz o atraso em obras, um dos principais problemas do setor.
  • Padronização das atividades: equipe trabalhando de maneira mais colaborativa e usando materiais que respeitem determinados critérios de qualidade.
  • Redução de desperdícios de materiais: maior controle sobre o estoque significa menos gasto com produtos desnecessários ou fora do padrão.
  • Diminuição de retrabalhos: produtos de qualidade e funcionários bem preparados comentem menos erros.

Fatores de impacto

As pequenas empresas que buscam destacar-se no mercado podem encontrar dificuldades para apostar em todas as variedades tecnológicas de uma vez. Cada uma auxilia a empresa em determinada área, respondendo por uma solução específica.

Nesse caso, o importante é direcionar as prioridades para investir em inovações que atendam e melhorem o serviço ofertado, aumentando a produtividade.

Para isso, é necessário conhecer anteriormente os seis principais fatores que impactam a produtividade na obra:

  • Capacitação e treinamento da mão de obra: o aumento na produtividade se dá principalmente por meio de funcionários bem capacitados, que criem vínculo com a empresa.
  • Retrabalho: mão de obra de qualidade significa um trabalho bem-feito, que não precisará ser alterado, reduzindo desperdícios e adequando-se aos prazos de conclusão dos serviços.
  • Matéria-prima: o controle sobre o uso de material padronizado evita a perda de tempo com produtos de qualidade inferior ou com a espera para que refaçam o estoque do que foi utilizado inicialmente.
  • Layout do canteiro de obras: o espaço de trabalho deve ser muito bem planejado, facilitando e agilizando a circulação de trabalhadores e máquinas, além de oferecer local adequado para o armazenamento dos materiais a serem utilizados.
  • Segurança do trabalho: uma empresa que oferece todas as garantias para um trabalho seguro terá menos prejuízos com funcionários que se machuquem e precisem ser afastados do trabalho, situação que poderia gerar atrasos nas obras.
  • Planejamento e controle de obras: obras bem planejadas não passam por problemas como falta ou desperdício de materiais, atrasos ou erros que comprometam os trabalhos.

Principais tecnologias

Após identificar qual a maior urgência para melhorar a produtividade em seu empreendimento, o empresário deve conhecer as diversas tecnologias disponíveis para o setor da construção civil e planejar os investimentos em busca de modernização, que será seu diferencial no mercado.

  • Materiais: terras soldadas, monoforte, lajes mistas, painéis de EPS e microncreto de alto desempenho são algumas alternativas de materiais modernos e econômicos, que oferecem maior qualidade e praticidade para o trabalho.
  • Aparelhos digitais: o uso de smartphones, computadores e tablets permite organizar melhor informações referentes à obra, com possibilidades de edição de maneira mais prática e em qualquer lugar, o que torna o trabalho menos burocrático.
  • Máquinas automatizadas: realizam trabalhos com mais rapidez e eficiência, desde que haja um funcionário bem capacitado para manuseá-la.

————————————-
Matéria original publicada em: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/use-a-tecnologia-para-aumentar-a-produtividade-n…