como calcular a quantidade de escoras para laje - up equipamentos

Como calcular a quantidade de escoras para laje? Acerte no escoramento!

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Se você trabalha na construção civil, concorda que é fundamental saber como calcular a quantidade de escoras para laje. A

O escoramento da laje é uma etapa decisiva para a segurança e o andamento da obra. Um erro na quantidade de escoras pode gerar atrasos e custos adicionais.

Como cada obra possui características próprias (tipo de laje, altura, cargas e método construtivo), não existe regra fixa. 

A quantidade de escoras para laje é definida principalmente pelo espaçamento entre as linhas de escoramento, pelo tipo de laje, pelas cargas atuantes e pela altura do pé-direito, sempre conforme o projeto estrutural.

Este artigo foi desenvolvido pela UP Equipamentos, com base em práticas comuns de engenharia civil e execução de obras.

Assim, serve como base técnica de orientação para ajudar a entender os principais critérios envolvidos no dimensionamento das escoras, sempre com validação final por um profissional habilitado.

Índice 

  • Antes do concreto, existe uma conta que não pode dar errado
  • O que realmente define a quantidade de escoras na laje
  • Quando o espaçamento muda, tudo muda na obra
  • Onde o improviso no escoramento costuma gerar problemas
  • O tempo também faz parte do escoramento
  • O desempenho da laje começa na escolha das escoras
  • Quando o escoramento é bem feito, a obra anda

Catálogo de Escoras Metálicas

Como calcular a quantidade de escoras para laje?

quantidade de escoras na laje - up equipamentos

As escoras sustentam temporariamente o peso da laje recém-concretada, transferindo as cargas para o solo ou pavimentos inferiores até que o concreto atinja resistência suficiente. Durante esse período, a estabilidade da estrutura depende diretamente do escoramento.

Um dimensionamento incorreto pode causar deformações, fissuras e, em casos mais graves, comprometimento da laje. 

Por isso, definir corretamente a quantidade de escoras é uma decisão estrutural crítica, não apenas operacional.

Quais as melhores práticas de escoramento?

Agora que você já sabe como calcular a quantidade de escoras para laje, vale reforçar algumas práticas básicas para que todo o processo de escoramento seja feito da maneira adequada e com segurança. 

Então, lembre-se que a escora deve ficar no sentido contrário das vigas, antes da colocação dos blocos. Elas jamais podem forçar as vigas para cima. Garanta que elas se apoiem em uma base firme e fixadas com calços e cunhas, para que não afundem durante a concretagem.  

Por sua vez, os segmentos horizontais dos escoramentos precisam ser nivelados pelo respaldo. E, isso vale para os vãos de até 2,00 m. Acima desta medida, normalmente há indicações de contra flecha, orientadas pelo fabricante.

Já o prazo mínimo para a retirada das escoras é de 18 dias após a execução da laje. No caso das lajes em balanço, o prazo aumenta para 28 dias. Entretanto, essa é apenas uma média, já que o período deve ser definido pelo responsável técnico da obra.

Para finalizar, dê sempre prioridade às escoras metálicas. Além de serem mais práticas e versáteis, elas são muito mais resistentes e seguras do que as de madeira, sem falar na maior durabilidade e custo-benefício.

Depois de conferir como calcular a quantidade de escoras para laje, conheça todos os detalhes sobre os produtos de escoramento que são referência absoluta no mercado construtivo. Acesse o catálogo de escoras e sapatas metálicas da UP! 

Quando o espaçamento muda, tudo muda na obra

Pequenas variações no espaçamento impactam diretamente a distribuição de cargas na laje. Por isso, ajustes são comuns durante o dimensionamento.

De forma geral, a contra-flecha pode ser arredondada a cada 0,1 cm, enquanto o espaçamento entre linhas costuma ser ajustado em intervalos de 5 cm

Em ambientes maiores, uma referência prática bastante utilizada é a presença de uma escora a cada 2 metros, sempre respeitando o projeto estrutural.

Entenda onde o improviso no escoramento costuma gerar problemas

As escoras devem ser posicionadas no sentido contrário às vigas, antes da colocação dos blocos, sem forçar a estrutura para cima. 

O apoio precisa ser firme, com uso de calços e cunhas adequados para evitar afundamentos durante a concretagem.

Os elementos horizontais do escoramento devem estar corretamente nivelados. Em vãos de até 2,00 m, isso é essencial. Acima dessa medida, normalmente são indicadas contra-flechas, conforme orientação técnica.

O tempo também faz parte do escoramento

Além da quantidade correta, o tempo de permanência das escoras é determinante para a segurança da laje.

Como referência, a retirada costuma ocorrer após 18 dias da execução. Em lajes em balanço, esse prazo pode chegar a 28 dias. Ainda assim, a definição final deve ser feita pelo responsável técnico da obra, considerando as condições específicas do concreto e do projeto.

O desempenho da laje começa na escolha das escoras

Se estiver em dúvida, sempre escolha as escoras metálicas. Elas oferecem maior resistência, estabilidade, facilidade de ajuste e reutilização, além de melhor desempenho em segurança quando comparadas às escoras de madeira.

Além disso, apresentam comportamento mais previsível sob carga, o que facilita o nivelamento da laje e o controle de deformações durante a concretagem. 

Como possuem regulagem precisa e menor variação dimensional, elas ajudam a manter o escoramento alinhado ao projeto estrutural.

Quando o escoramento é bem feito, a obra anda

Definir corretamente a quantidade de escoras garante a segurança na continuidade na execução da obra. Quando essa etapa é tratada com critério técnico, o escoramento deixa de ser um risco e passa a ser um aliado estrutural.

Para obras que exigem segurança estrutural, padronização e previsibilidade de carga, a escolha correta das escoras deixa de ser operacional e passa a ser estratégica. 

Conheça o catálogo de escoras e sapatas metálicas da UP Equipamentos, desenvolvido para atender às exigências reais do canteiro de obras.

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equipamentos para construção civil - up equipamentos

Quais equipamentos usar no canteiro de obras? Veja as soluções da UP para cada etapa

Tempo de Leitura: 4 minutos.

No canteiro de obras, os equipamentos necessários variam conforme a etapa da execução. Escoramento, preparo de materiais, circulação em altura e descarte de resíduos não acontecem ao mesmo tempo e exigem soluções diferentes.

Há fases em que o foco está no apoio estrutural, outras em que a produtividade das frentes de trabalho se torna central, e momentos em que a organização do fluxo operacional ganha prioridade.

A estrutura a seguir organiza essas etapas e indica quais equipamentos são mais adequados em cada uma delas. Ao longo do conteúdo, as soluções da UP Equipamentos aparecem como referência técnica para apoiar decisões no canteiro de obras.

Baixe o nosso catálogo e conheça os produtos.

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Este conteúdo foi desenvolvido pela UP Equipamentos, empresa especializada em soluções para canteiros de obras, com atuação voltada à padronização, segurança operacional e apoio técnico às diferentes etapas da construção civil.

Índice

  1. Como os equipamentos interferem no desempenho do canteiro de obras
  2. Por que os equipamentos mudam ao longo das etapas da obra
  3. Quais equipamentos são indicados nas etapas iniciais do canteiro

  • Escoras metálicas
  • Caixas de argamassa

  1. Quais equipamentos ganham importância nas fases intermediárias e de acabamento

  • Dutos para entulho
  • Andaimes

  1. Quando utilizar equipamentos provisórios e sistemas auxiliares de obra
  2. Como o catálogo da UP apoia decisões técnicas no canteiro de obras

Como os equipamentos interferem no desempenho do canteiro de obras

Um canteiro eficiente não é o que reúne mais equipamentos, mas o que utiliza os equipamentos certos no momento certo da obra.

Cada equipamento utilizado influencia o fluxo de trabalho, a circulação de pessoas, o preparo de materiais e a execução das atividades diárias. 

Quando há incompatibilidade entre a etapa da obra e os equipamentos disponíveis, o impacto aparece rapidamente na forma de riscos operacionais.

Equipamentos adequados facilitam a padronização dos processos e permitem que as equipes trabalhem com mais previsibilidade. 

Por outro lado, escolhas feitas apenas por conveniência ou custo imediato tendem a gerar problemas acumulados ao longo da execução.

Por isso, analisar o canteiro por etapas e entender a função de cada equipamento é uma decisão técnica que vai além da simples aquisição de produtos.

Equipamentos indicados para cada etapa da obra

Ao longo da construção civil, o canteiro passa por mudanças constantes. O que faz sentido no início da obra nem sempre atende às necessidades das fases intermediárias ou finais.

Organizar os equipamentos por etapa ajuda a tomar decisões mais coerentes e a manter o controle do ambiente de trabalho.

Etapas iniciais da obra: equipamentos para apoio estrutural e preparação do canteiro

As primeiras fases da obra concentram atividades que exigem estabilidade, organização e controle do preparo de materiais. É nesse momento que a base do projeto é consolidada, e erros tendem a ter consequências mais graves.

Escoras metálicas

O escoramento é uma das etapas mais sensíveis da execução, pois garante a sustentação de lajes e estruturas provisórias até que o concreto atinja resistência adequada. 

A escolha das escoras influencia diretamente a segurança estrutural e a conformidade técnica da obra.

Escoras metálicas são indicadas sempre que há necessidade de apoio estrutural temporário confiável e regulável. 

Diferentemente de soluções improvisadas, elas permitem controle de carga, padronização de montagem e reaproveitamento ao longo do projeto. 

Em obras com múltiplos pavimentos ou ciclos repetitivos de concretagem, esse tipo de equipamento contribui para maior previsibilidade e redução de riscos.

A UP Equipamentos oferece escoras metálicas desenvolvidas para diferentes portes de obra, com foco em segurança e padronização do escoramento.

CONHEÇA AS ESCORAS

Caixas de argamassa

O preparo de argamassa faz parte da rotina do canteiro desde as etapas iniciais até o acabamento. 

A forma como esse material é preparado, transportado e armazenado interfere diretamente no ritmo da obra e na organização das frentes de trabalho.

Caixas de argamassa são indicadas para obras que demandam agilidade no preparo e facilidade de movimentação dentro do canteiro. 

Modelos monobloco reduzem pontos de acúmulo de resíduos e simplificam a limpeza, o que contribui para um ambiente mais organizado e produtivo.

Produzidas pela Tecnotri, as caixas de argamassa da UP estão disponíveis em capacidades como 200, 500 e 1000 litros, atendendo diferentes volumes de produção e necessidades ao longo da execução.

CONHEÇA AS CAIXAS

Etapas intermediárias e acabamento: fluxo, descarte e trabalho contínuo

Com o avanço da obra, o canteiro passa a lidar com maior circulação de pessoas, aumento no volume de resíduos e atividades que exigem acesso em altura. Nessa fase, a organização do fluxo e a segurança operacional ganham ainda mais importância.

Dutos para entulho

O descarte de resíduos se intensifica principalmente durante as fases de acabamento e demolições internas. 

Nessas situações, o transporte manual de entulho se torna mais frequente e aumenta o risco de acidentes, além de comprometer a limpeza do canteiro.

Os dutos para entulho funcionam como sistemas auxiliares de obra para descarte vertical controlado. 

Eles permitem retirar resíduos com segurança e manter as áreas de circulação livres. Em obras com mais de um pavimento, o uso desse tipo de equipamento contribui para um fluxo mais organizado e seguro.

Fabricados em plástico rotomoldado, os dutos da UP oferecem resistência para uso contínuo, além de facilidade de limpeza e mobilidade no canteiro.

CONHEÇA OS DUTOS

Andaimes

O trabalho em altura está presente em diversas etapas da construção civil, desde a execução estrutural até os serviços finais. 

Por isso, os andaimes precisam suportar uso contínuo, variações de carga e movimentação constante das equipes.

A escolha do andaime adequado influencia o ritmo das atividades e a segurança dos trabalhadores durante serviços como alvenaria, revestimento, instalações e manutenção.

Equipamentos mal dimensionados ou improvisados tendem a gerar instabilidade e limitar a produtividade.

Os andaimes da UP são projetados para atender à rotina intensa do canteiro de obras, oferecendo estabilidade e resistência para diferentes tipos de aplicação ao longo da execução.

CONHEÇA OS ANDAIMES

Parceria do início ao fim da obra

O Catálogo de Construção Civil da UP Equipamentos funciona como uma ferramenta de apoio à decisão. 

Cada etapa da construção civil exige equipamentos específicos para garantir segurança, organização e produtividade no canteiro. 

Ao longo da obra, decisões sobre equipamentos impactam diretamente a forma como o canteiro se organiza, evolui e responde às demandas de cada etapa. Entender essas escolhas ajuda a manter coerência técnica e reduz ajustes corretivos durante a execução.

O catálogo da UP Equipamentos reúne essas soluções de forma estruturada e serve como material de apoio para o planejamento e a aplicação dos equipamentos ao longo do processo construtivo.

BAIXE O CATÁLOGO

como descartar entulho de obra - up equipamentos

Como descartar entulho de obra de maneira eficiente e correta?

Tempo de Leitura: 2 minutos.

A organização e a limpeza de uma construção são tão importantes quanto os seus processos de planejamento e execução. Afinal, saber como descartar entulho de obra da maneira correta é fundamental para as construtoras. 

Então, como você já deve imaginar, entulho é o conjunto de restos e fragmentos de materiais inúteis resultantes da execução de um projeto. Ele pode incluir pedaços de concreto, tijolos, areia, pedregulhos e argamassa, por exemplo. 

Portanto, mais que manter a ordem do canteiro de obras, efetuar seu devido descarte também é fundamental para garantir a destinação correta para cada resíduo.

Assim, neste artigo, vamos compartilhar algumas dicas de boas práticas sobre o tema. Acompanhe! 

Como descartar entulho de obra com eficiência?

É necessário retirar todo resíduo da construção civil e destiná-lo ao local correto. E, isso envolve diferentes processos. Mas afinal, como descartar entulho de obra com conformidade e eficiência?

Contrate um serviço licenciado de caçamba

Os serviços de aluguel de caçambas são muito importantes para construtoras. Seus repositórios são muito úteis para depositar os entulhos que saem diariamente da obra. Além disso, eles são transportados periodicamente para que o correto descarte seja efetuado.  

Esse tipo de solução é viável e fácil de encontrar. Contudo, certifique-se de que a empresa contratada tem licenciamento na prefeitura. Isso porque, cada cidade tem suas regras e liberações para o descarte de entulho. Segui-las é fundamental para evitar penalidades. 

Separe diferentes tipos de resíduos

Mais que saber como descartar entulho de obra, você também deve conhecer os diferentes tipos de resíduos e separá-los adequadamente. Afinal, há diversos materiais que podem ser reutilizados ou reciclados. Isso inclui plásticos, concreto, vidro, cimento, entre outros. 

Separar e isolar os reutilizáveis é uma excelente prática para minimizar seus descartes. Além de se tratar de uma medida ambientalmente correta, ela também pode gerar receita extra, já que eles são vendidos para empresas especializadas. 

Utilize dutos coletores no canteiro de obras para descartar entulho de obra

duto de entulho para obras - up equipamentos

Nas grandes obras, é importante evitar o acúmulo de sobras no canteiro e otimizar sua saída para a caçamba. Os dutos coletores de entulho são ideais para essa finalidade. Eles foram desenvolvidos para otimizar o transporte vertical dos resíduos. 

Sua função é remover os entulhos dos andares superiores mais facilmente, utilizando a gravidade para simplificar o descarte. Por serem encaixáveis, eles oferecem um manejo rápido e simples. Também há a possibilidade de usá-los simultaneamente em vários pavimentos. 

Os dutos da UP são feitos de polietileno de média densidade. O material é virgem, de altíssima qualidade, pode ser reutilizado e é totalmente reciclável. 

Agora que você já sabe como descartar entulho de obra, baixe nosso catálogo e explore os diferenciais do equipamento.

normas sobre andaimes - construção civil - up equipamentos

Normas para utilização de andaimes na construção civil

Tempo de Leitura: 6 minutos.

Está precisando entender melhor as normas sobre andaimes? A rotina de trabalho no canteiro de obras envolve atividades perigosas, como aquelas feitas sobre andaimes, em alturas elevadas. 

A NR-18 estabelece requisitos obrigatórios para o uso de andaimes na construção civil, definindo regras para projeto, montagem, inspeção e operação segura em atividades de trabalho em altura.

Quedas seguem como uma das principais causas de acidentes graves e fatais em canteiros de obras, o que levou à criação de regras específicas para o uso de andaimes.

A norma estabelece que o uso de andaimes na construção civil deve atender a requisitos mínimos de segurança, independentemente do tipo ou da altura da estrutura. Entre as principais exigências da norma, estão:

  • Projeto técnico obrigatório em situações específicas previstas na NR-18
  • Guarda-corpo e sistemas de proteção coletiva em todo o perímetro necessário
  • Piso resistente, antiderrapante e devidamente travado
  • Base de apoio rígida, estável e nivelada
  • Proibição do deslocamento do andaime com trabalhadores sobre a estrutura
  • Inspeção prévia, liberação formal e manutenção contínua durante o uso

O descumprimento desses requisitos caracteriza não conformidade com a NR-18 e pode resultar em interdição da atividade, autuações e aumento significativo do risco de acidentes no canteiro de obras.

Índice

  • Onde começam as exigências da NR-18 para andaimes
  • Quando o projeto de andaime é obrigatório
  • O que a NR-18 não permite no uso de andaimes
  • Regras para andaime simplesmente apoiado
  • Regras para andaime móvel (com rodízios)
  • Regras para andaime suspenso
  • Tipos de andaime previstos na construção civil
  • Inspeção, manutenção e responsabilidades
  • A importância de utilizar andaimes adequados

Onde começam as exigências da NR-18 para andaimes

A NR-18 estabelece requisitos mínimos que se aplicam a todos os andaimes, independentemente do tipo, altura ou finalidade. 

Esses requisitos precisam ser atendidos antes da liberação do uso e mantidos durante toda a execução da atividade.

De forma objetiva, a norma exige que o andaime:

  • Seja projetado por profissional legalmente habilitado ou montado conforme o manual do fabricante, respeitando as normas técnicas vigentes

  • Seja fabricado por empresa regularmente registrada, com fornecimento de manual de instruções em língua portuguesa

  • Possua proteção contra quedas, com guarda-corpo em todo o perímetro, exceto na face de trabalho

  • Tenha piso resistente, antiderrapante e com forração completa, com travamento que impeça deslocamento ou desencaixe

  • Disponha de acesso seguro aos postos de trabalho sempre que o piso estiver acima de 0,40 m de altura

Sem o atendimento a esses pontos, o uso do andaime não está em conformidade com a NR-18.

Quando o projeto de andaime é obrigatório

Nem todo andaime pode ser montado sem projeto técnico. A NR-18 define claramente quando o projeto é obrigatório e quando pode ser dispensado.

O projeto de montagem é obrigatório quando:

  • interligação de pisos de trabalho, independentemente da altura do andaime

  • A torre não está estaiada ou fixada à estrutura da edificação

  • O sistema envolve andaimes suspensos, que exigem dimensionamento específico

A NR-18 estabelece uma relação direta entre a altura do andaime e a dimensão da base de apoio como critério de segurança e estabilidade. 

Esse parâmetro é determinante para definir a obrigatoriedade de projeto técnico.

De acordo com a norma, torres de andaime que não estejam estaiadas ou fixadas à estrutura da edificação não podem ultrapassar quatro vezes a menor dimensão da base de apoio

Quando esse limite é excedido, o risco de tombamento aumenta e a elaboração de projeto por profissional legalmente habilitado passa a ser obrigatória.

O projeto pode ser dispensado apenas no caso de andaime simplesmente apoiado, construído em torre única, com altura inferior a quatro vezes a menor dimensão da base de apoio, desde que a montagem siga rigorosamente o manual do fabricante.

O que a NR-18 não permite no uso de andaimes

A norma também define práticas que são expressamente proibidas, mesmo que ainda ocorram por hábito em alguns canteiros. Essas situações configuram risco grave à segurança.

A NR-18 proíbe:

    • Utilizar andaimes com estrutura de madeira quando houver possibilidade técnica de uso de andaimes metálicos

    • Retirar, anular ou improvisar dispositivos de segurança, como guarda-corpos, travamentos ou proteções coletivas

    • Usar escadas, caixas ou outros meios sobre o piso do andaime para alcançar locais mais altos

    • Deslocar o andaime com trabalhadores sobre a estrutura
  • Utilizar plataformas apoiadas sobre cavaletes com altura superior a 1,5 m ou largura inferior a 0,9 m.

A NR-18 também trata de práticas operacionais que elevam o risco de acidentes, como o uso inadequado de ferramentas sobre andaimes.

A norma determina que ferramentas manuais não devem ser deixadas sobre pisos de trabalho, escadas, andaimes ou superfícies de circulação. 

Sempre que não estiverem em uso, devem ser armazenadas em locais apropriados para evitar a queda de objetos, tropeços e acidentes com trabalhadores que circulam pela estrutura.

Essa exigência se aplica a todos os tipos de andaime, independentemente da altura ou da atividade executada.

Essas práticas são alvos frequentes de autuação e podem resultar em interdição imediata da atividade.

Regras para andaime simplesmente apoiado

O andaime simplesmente apoiado deve ser instalado de forma a garantir estabilidade e resistência às cargas transmitidas.

A NR-18 estabelece que esse tipo de andaime:

  • Seja apoiado sobre sapatas, posicionadas em base rígida e nivelada

  • Seja fixado ou amarrado à estrutura, sempre que necessário, para resistir aos esforços atuantes

  • Possua acesso por escadas incorporadas ou acopladas, quando o piso estiver acima de 1 metro

Quando utilizado em fachadas, o andaime deve ser revestido externamente por tela de proteção, desde a primeira plataforma de trabalho até 2 metros acima da última, evitando a queda de materiais.

Regras para andaime móvel (com rodízios)

Os andaimes móveis apresentam risco adicional de deslocamento e tombamento, o que exige cuidados específicos previstos na NR-18.

De acordo com a norma, o andaime móvel:

  • Só pode ser utilizado sobre superfície plana, rígida e nivelada

  • Deve possuir rodízios com travas, que impeçam deslocamentos acidentais durante o uso

  • Não pode ser movimentado com trabalhadores sobre a estrutura

Sempre que houver necessidade de reposicionamento, todos os ocupantes devem descer do andaime antes do deslocamento.

Regras para andaime suspenso

Os andaimes suspensos estão entre os sistemas mais críticos e, por isso, possuem exigências mais rigorosas.

A legislação exige que:

  • Os sistemas de fixação e sustentação suportem, no mínimo, três vezes os esforços solicitantes

  • A estrutura seja precedida de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado

  • O andaime possua no mínimo quatro pontos de sustentação independentes

  • Haja ponto de ancoragem do SPIQ independente do ponto de ancoragem do andaime
  • Instalação de pontos de ancoragem para SPIQ em edificações com altura igual ou superior a 12 m.

  • Capacidade mínima dos dispositivos de ancoragem de 1.500 kgf.

  • Pontos de ancoragem devem constar no projeto estrutural da edificação.

  • Dispositivos devem ser fabricados em material resistente às intempéries.

  • Pontos de ancoragem do SPIQ devem ser independentes dos pontos de sustentação do andaime.

Contrapeso em andaimes suspensos

Quando utilizado como sistema de fixação, o contrapeso deve seguir rigorosamente o que foi definido em projeto técnico. 

A NR-18 exige que os contrapesos possuam forma e peso invariáveis, com identificação permanente do peso em cada elemento, garantindo controle e rastreabilidade do sistema.

Além disso, o contrapeso deve estar devidamente fixado à estrutura de sustentação do andaime e contar com contraventamentos que impeçam qualquer deslocamento horizontal, assegurando estabilidade durante todo o período de uso.

Guinchos, cabos e limites operacionais do andaime suspenso

O sistema de suspensão do andaime deve ser executado exclusivamente por cabos de aço, garantindo o nivelamento da plataforma de trabalho. Esses sistemas devem passar por verificação diária antes do início das atividades, tanto pelos usuários quanto pelo responsável pela obra.

Os guinchos de cabo passante devem possuir dispositivo que impeça o retrocesso do sistema de movimentação. 

Nos andaimes suspensos com acionamento manual, o comprimento máximo do piso de trabalho é limitado a 8 metros. 

Quando houver apenas um guincho por armação, torna-se obrigatório o uso de cabo de aço de segurança adicional, equipado com dispositivo de bloqueio mecânico automático.

Tipos de andaime previstos na construção civil

A NR-18 reconhece diferentes tipos de andaime, cada um indicado para situações específicas de trabalho e com exigências próprias de segurança. 

A escolha inadequada do tipo de andaime, mesmo quando a montagem está correta, pode gerar não conformidade.

Entre os principais tipos utilizados na construção civil, estão:

  • Andaimes simplesmente apoiados, indicados para trabalhos em menores alturas, desde que respeitados os limites de estabilidade e fixação

  • Andaimes móveis, utilizados em serviços de acabamento, desde que atendidas as exigências de travamento, superfície plana e ausência de deslocamento com trabalhadores

Além desses, a norma também contempla andaimes suspensos mecânicos, andaimes em balanço, andaimes fachadeiros e cadeiras suspensas, cada qual com restrições específicas de uso. 

A cadeira suspensa, por exemplo, só pode ser utilizada quando não houver possibilidade técnica de instalação de outro tipo de andaime.

Inspeção, manutenção e responsabilidades

A NR-18 deixa claro que o uso do andaime não se limita à montagem correta. A liberação, inspeção e manutenção fazem parte das obrigações legais da obra.

Antes do uso, o andaime deve possuir registro formal de liberação, assinado por profissional qualificado em segurança do trabalho ou pelo responsável técnico da obra. 

Esse registro comprova que a estrutura foi inspecionada e atende às condições mínimas de segurança.

Durante a execução dos serviços, a norma exige que:

  • Qualquer alteração, deslocamento ou dano à estrutura gere nova inspeção

  • A manutenção seja realizada por trabalhador capacitado, sob supervisão e responsabilidade técnica

  • Os usuários sejam treinados para o tipo específico de andaime utilizado, incluindo procedimentos de verificação diária

O descumprimento dessas exigências transfere a responsabilidade por acidentes e irregularidades diretamente para a empresa e para o responsável técnico.

A importância de utilizar andaimes adequados

Atender à NR-18 não depende apenas de seguir procedimentos, mas também da qualidade do equipamento utilizado. Andaimes fabricados conforme normas técnicas, com componentes certificados e sistemas de travamento adequados reduzem improvisos, aumentam a estabilidade e facilitam o cumprimento das exigências legais.

A escolha correta do andaime impacta diretamente:

  • A segurança dos trabalhadores no trabalho em altura
  • A conformidade da obra em fiscalizações
  • A redução de riscos de interdição e multas

A conformidade com a NR-18 não depende apenas de procedimentos, mas também da qualidade e da padronização dos equipamentos utilizados no canteiro de obras. 

Andaimes projetados, fabricados e fornecidos de acordo com as exigências normativas facilitam a liberação técnica, reduzem improvisos e contribuem para operações mais seguras.

Conhecer soluções desenvolvidas especificamente para esse contexto é um passo importante para quem responde tecnicamente pela segurança e pela continuidade da obra.

Quer saber mais sobre os nossos produtos? Baixe o catálogo de andaimes.

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Caixa de Argamassa UP agora é fabricada pela Tecnotri

Tempo de Leitura: 2 minutos.

A caixa de argamassa da UP agora tem a garantia de qualidade da Tecnotri.

A Tecnotri é uma indústria brasileira, referência nacional e internacional na fabricação de produtos rotomoldados. Ou seja, são eles que fabricam as nossas caixas de argamassa e masseiras. 

Assim, unimos referência e qualidade com o intuito de oferecer produtos mais resistentes e seguros para os canteiros de obras do país.

Então, neste artigo, vamos te mostrar o que são as caixas de argamassa, suas aplicações e apresentar os benefícios e vantagens destes produtos.

Caixa de Argamassa: o que é?

A caixa de argamassa é utilizada em obras para misturar materiais, como argamassa e rejunte, por exemplo. 

Em muitos casos, os profissionais ainda optam por acomodar esses materiais em caixas d’água, no entanto, essa é uma prática não recomendada. A caixa d’água pode gerar problemas e prejuízos à obra, por não ser o objeto adequado para essa atividade.

Por outro lado, as caixas de argamassa são criadas para esse trabalho, facilitando as medidas, armazenagem e transporte dos materiais.

Veja, agora, quais são as vantagens de escolher a caixa de argamassa UP fabricadas pela Tecnotri para o seu canteiro de obras.  

Benefícios e Vantagens das Caixas de Argamassa UP fabricadas pela Tecnotri

Em primeiro lugar, a caixa de argamassa UP fabricada pela Tecnotri oferece um espaço para lâmina d’água, que impede a argamassa de endurecer e estragar. Assim, essa é uma das grandes vantagens do produto, porque evita gastos de material. 

Além disso, a caixa é forte para suportar o ambiente complexo das obras, seja com pequenos impactos ou ações climáticas, por exemplo.

  • Facilita o sistema de medidas com marcadores de 500L e 1.000L 
  • Não se altera diante de agentes químicos
  • Fabricada pelo processo de rotomoldagem
  • Leve, de fácil manuseio e higienização
  • Produto monobloco, sem emendas, soldas, pregos ou parafusos
  • Atende as Normas da Anvisa BPF (Boas Práticas de Fabricação)
  • Durável e vida útil longa
  • São empilháveis

Conte com a qualidade da Tecnotri e a expertise da UP para garantir resistência e redução de desperdícios nos canteiros de obras. 

Se você ficou interessado em nossa caixa de argamassa, clique no botão abaixo, escolha o modelo mais adequado para a sua obra e solicite um orçamento.

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Descarte de resíduos da construção civil: riscos, legislação e como evitar problemas na obra

Tempo de Leitura: 5 minutos.

O descarte correto de resíduos da construção civil é uma exigência legal e, ao mesmo tempo, uma decisão operacional que impacta diretamente a organização da obra. 

A gestão desse processo envolve diferentes responsáveis. O gerador dos resíduos, as empresas de transporte e o poder público compartilham a responsabilidade pelo descarte correto. Por isso, é essencial adotar práticas claras de separação, armazenamento e destinação desde o início da obra.

Quando a equipe separa os resíduos corretamente, os riscos ambientais diminuem e os custos da obra se tornam mais previsíveis.

Além disso, a reciclagem e o reaproveitamento reduzem o volume destinado a aterros. Ao mesmo tempo, o uso de soluções operacionais adequadas contribui para um descarte mais seguro, organizado e alinhado às boas práticas do setor.

Neste conteúdo, você vai entender o que são os resíduos da construção civil, quem responde pelo descarte, como funciona a legislação e quais práticas tornam esse processo mais simples e seguro no dia a dia da obra.

Na prática, o descarte correto de resíduos envolve um conjunto de medidas que precisam ser definidas desde o início da execução da obra:

  • Separação dos resíduos na origem
  • Classificação conforme as classes A, B, C e D
  • Transporte realizado por empresas licenciadas
  • Destinação em áreas autorizadas pelos órgãos ambientais
  • Uso de soluções operacionais que organizem o canteiro e aumentem a segurança

Esse conjunto de medidas reduz riscos legais, melhora a organização da obra e contribui para uma gestão ambiental mais eficiente.

Índice

  • O que são resíduos da construção civil e por que exigem controle
  • Quem é responsável pelo descarte correto dos resíduos
  • O que diz a legislação sobre o descarte de resíduos da construção civil
  • Quais os riscos do descarte incorreto de entulhos
  • Entenda a diferença entre RCC e RDC
  • Como os resíduos da construção civil são classificados
  • Qual o destino correto dos resíduos da construção civil
  • Como a reciclagem de resíduos acontece na prática
  • Duto coletor de entulho: mais segurança e organização no descarte

O que são resíduos da construção civil e por que exigem controle

Resíduos de obras e demolições são todos os materiais descartados durante obras, reformas, ampliações e demolições. Entram nessa categoria sobras de concreto, argamassa, tijolos, madeira, embalagens e materiais danificados ao longo da execução.

De acordo com a Abrecon, o Brasil gera cerca de 84 milhões de toneladas de entulho originado na construção civil por ano. Esse volume reforça a necessidade de planejamento, separação correta e destinação adequada, evitando impactos ambientais e problemas urbanos.

Responsabilidade no descarte de resíduos: quem responde legalmente pela obra

Na prática, a responsabilidade é compartilhada. A legislação determina que respondem pelo correto gerenciamento:

  • O gerador do resíduo, como construtoras e responsáveis técnicos;
  • As empresas de transporte e caçamba;
  • A administração municipal, que deve estruturar áreas e regras de destinação.

Ou seja, não basta apenas retirar o entulho da obra: é preciso garantir que ele chegue ao destino correto.

O descarte de resíduos é regulamentado principalmente por duas normas:

  • A Resolução CONAMA nº 307/2002, que define critérios e diretrizes para a gestão dos resíduos;
  • A Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Além disso, cada município deve possuir um Plano Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil, indicando áreas licenciadas para descarte e ações de incentivo à reciclagem. Municípios que não seguem essas diretrizes podem, inclusive, perder repasses federais.

Em resumo, a legislação deixa claro que o descarte não é opcional, mas parte integrante da gestão da obra, com responsabilidades definidas e penalidades previstas em caso de descumprimento.

Quais os riscos do descarte incorreto de entulhos

O descarte irregular de resíduos traz consequências diretas para o meio ambiente, para a cidade e para a própria obra.

Entre os principais riscos estão:

  • Poluição e assoreamento de rios;
  • Contaminação do solo;
  • Enchentes em áreas urbanas;
  • Proliferação de pragas e insetos;
  • Multas e penalidades legais.

Além disso, o acúmulo desorganizado de entulho compromete a segurança do canteiro e aumenta o custo operacional.

Entenda a diferença entre RCC e RCD

Na área de gestão de resíduos da construção civil, é comum encontrar duas siglas: RCC e RCD. Ambas se referem aos resíduos gerados nas atividades do setor, porém aparecem em contextos diferentes de uso.

RCC (Resíduos da Construção Civil) é o termo adotado na legislação brasileira. A Resolução nº 307/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) define os resíduos da construção civil como aqueles provenientes de construções, reformas, reparos, demolições de obras e da preparação ou escavação de terrenos. Essa definição inclui materiais como concreto, argamassa e tijolos.

RCD (Resíduos de Construção e Demolição) é utilizada em estudos técnicos, artigos científicos e publicações da área de engenharia e gestão ambiental. O termo está associado ao conceito internacional Construction and Demolition Waste (CDW).

Na prática, RCC e RCD costumam se referir ao mesmo conjunto de resíduos gerados nas atividades da construção civil. A diferença está principalmente no termo adotado: RCC é o termo utilizado na legislação ambiental brasileira, enquanto RCD aparece com maior frequência em literatura técnica e acadêmica.

Independentemente da sigla utilizada, a gestão desses resíduos no Brasil segue as diretrizes estabelecidas pela Resolução CONAMA nº 307/2002, que define princípios de classificação, destinação adequada e responsabilidade dos geradores.

Como os resíduos da construção civil são classificados

A legislação divide os resíduos em quatro classes, de acordo com o potencial de reaproveitamento e risco:

  • Classe A: resíduos recicláveis, como concreto, blocos, telhas e argamassa;
  • Classe B: recicláveis para outros fins, como papel, plástico, vidro, metais e gesso;
  • Classe C: resíduos sem tecnologia viável de reciclagem;
  • Classe D: resíduos perigosos, como tintas, solventes e produtos químicos.

Essa classificação orienta tanto a separação na obra quanto o destino final.

Qual o destino correto dos resíduos da construção civil

Sempre que possível, os resíduos devem ser reutilizados ou reciclados, reduzindo o consumo de recursos naturais e o volume enviado a aterros.

Quando a reciclagem não é viável, o material deve ser encaminhado a aterros licenciados, próprios para materiais descartados na obra. 

Já materiais perigosos exigem descarte em locais específicos, seguindo normas ambientais rigorosas.

Como a reciclagem de resíduos acontece na prática

A reciclagem pode ocorrer na própria obra ou em unidades especializadas. O processo envolve, de forma geral:

  • Separação dos materiais;
  • Trituração dos resíduos;
  • Classificação granulométrica.

Após essas etapas, as usinas de reciclagem reutilizam o material como brita, pedrisco ou areia.. Dessa forma, ele retorna à cadeia produtiva como matéria-prima secundária.

Nesse contexto, uma das etapas mais críticas do gerenciamento de resíduos na obra é a coleta e o transporte interno do entulho. É justamente nesse ponto que os dutos coletores de entulho se tornam aliados estratégicos da operação.

Com o uso do duto coletor, a equipe consegue descartar os resíduos de forma contínua e segura, sem depender de elevadores ou de transporte manual excessivo.

Além disso, o sistema agiliza o fluxo de descarte, melhora a organização do canteiro e reduz riscos de acidentes. Como resultado, a rotina da equipe se torna mais previsível e eficiente.

Fabricados com material resistente, flexível e com proteção contra raios UV, os dutos suportam impactos frequentes e se adaptam à rotina intensa das obras. Assim, ajudam a tornar o gerenciamento de resíduos mais simples e organizado no dia a dia.

Descarte correto de resíduos: quando conformidade e eficiência caminham juntas

Na prática, o descarte correto depende de planejamento, separação adequada na origem, respeito à legislação e escolha de soluções que mantenham o fluxo da obra organizado e seguro. 

Soluções como os dutos coletores de entulho da UP Equipamentos apoiam esse processo ao organizar o fluxo de descarte, melhorar a segurança no canteiro e facilitar a conformidade ambiental desde as primeiras etapas da obra.

Conhecer essas soluções é o próximo passo para quem precisa transformar conformidade ambiental em eficiência operacional.

Conheça os dutos de entulho UP