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Depoimento de um cliente satisfeito

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– Os dutos de entulho proporcionam muita agilidade para a obra por economizar deslocamentos dos funcionários dos pavimentos superiores ate o tele entulho.

– Ainda, garantem enorme segurança a obra evitando projeção de materiais e evitam exposição dos funcionários a trabalhos em altura ou com riscos de queda.
– Também facilitam o processo de limpeza da obra. Por vezes os funcionários quando precisam se deslocar grandes distancias estes não fazem a limpeza adequada.

Essas são as 3 maiores vantagens, mas são grandes.
Um sistema de dutos se paga ao longo da obra.
Vale o investimento!
SIDINEI HUNEMEIER
EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS C2B LTDA
Lajeado-RS
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Argamassa estabilizada na Construção Civil: vantagens, aplicações e armazenamento correto

Tempo de Leitura: 3 minutos.

A argamassa estabilizada já chega na obra pronta para uso. É feita com cimento, cal, areia, água e aditivos que mantêm o material trabalhável por até 72 horas.

Ela ajuda a acelerar a obra, reduz desperdícios e precisa ser armazenada corretamente para manter sua qualidade.

Desenvolvida na década de 1970, trouxe mais previsibilidade ao canteiro ao eliminar o preparo manual e reduzir variáveis que impactam diretamente no custo, tempo e qualidade final, representando um avanço importante na racionalização da construção civil.

Este conteúdo foi desenvolvido pela UP Equipamentos com o objetivo de esclarecer aplicações, vantagens operacionais e os critérios técnicos que influenciam seu desempenho na obra.

Ao longo da leitura você vai entender:

Índice

  • O que caracteriza a argamassa estabilizada
  • Impactos na produtividade e no custo da obra
  • Aplicações técnicas e desempenho
  • A importância do armazenamento correto
  • Comparativo entre tipos de caixas
  • O papel da UP Equipamentos

O que caracteriza a argamassa estabilizada

A argamassa estabilizada possui os mesmos componentes básicos da argamassa convencional (cimento, cal, areia e água), porém recebe aditivos estabilizadores que mantém o material pronto para aplicação por períodos que podem chegar a 72 horas.

Esse diferencial elimina a necessidade de preparo na obra e reduz variações na proporção dos materiais. 

O resultado é maior controle tecnológico, melhor padronização e previsibilidade no acabamento.

Mais do que praticidade, trata-se de controle de processo.

Impactos na produtividade e no custo da obra

Ao chegar pronta para aplicação, a argamassa estabilizada altera a dinâmica operacional do canteiro. 

A central de mistura deixa de ser necessária, o espaço para estocagem de insumos é reduzido e a dependência de mão de obra específica para preparo praticamente desaparece.

Isso impacta diretamente produtividade, organização e precisão de custo. O controle volumétrico torna-se mais exato, há menor desperdício no preparo e a equipe pode focar na execução, não na fabricação do insumo.

Outro ponto relevante é a redução de ruídos e a eliminação da necessidade de infraestrutura elétrica ou hidráulica dedicada ao preparo da mistura.

Aplicações técnicas e desempenho

A argamassa estabilizada pode ser aplicada em:

  • Assentamentos
  • Rebocos
  • Regularização de pisos
  • Sacadas
  • Soleiras
  • Marquises
  • Enchimento de tubulações 
  • Áreas que exigem maior controle de acabamento

Sua homogeneidade contribui para melhor desempenho mecânico, menor permeabilidade e menor taxa de exsudação. 

O resultado é um acabamento mais uniforme e maior previsibilidade no desempenho final da estrutura.

A importância do armazenamento correto

Embora a argamassa estabilizada mantenha a funcionalidade por até 72 horas, sua qualidade depende diretamente do recipiente utilizado para armazenamento.

O tipo de caixa influencia a manutenção da umidade, a preservação da homogeneidade e a durabilidade do material. Recipientes inadequados podem absorver líquidos, reagir quimicamente ou comprometer a estabilidade da mistura.

Armazenamento, portanto, não é apenas logística. É garantia de desempenho técnico.

Comparativo entre tipos de caixas

A escolha do recipiente impacta diretamente o resultado.

Caixas de madeira

  • Absorvem o líquido da argamassa, reduzindo sua vida útil
  • Possuem baixa durabilidade e maior risco de vazamentos

Caixas metálicas

  • Podem sofrer oxidação ou reação com o material
  • São pesadas e dificultam movimentação

Já as caixas plásticas produzidas em polietileno virgem não absorvem líquidos, mantêm a uniformidade da mistura e oferecem maior leveza e durabilidade. Além disso, permitem melhor controle de cubagem e reduzem perdas operacionais.

Soluções UP para armazenagem segura de argamassa estabilizada

A UP Equipamentos atua no fornecimento de caixas plásticas específicas para armazenamento de argamassa estabilizada, com capacidades de 26, 47, 200, 380, 500 e 1000 litros.

Projetadas para movimentação em gruas, guindastes de torre, elevadores ou carrinhos manuais, essas soluções oferecem resistência estrutural, reutilização prolongada e compatibilidade com a logística do canteiro.

Produzidas em polietileno virgem, evitam absorção de líquidos e contribuem para manter a qualidade da argamassa até o momento da aplicação.

A argamassa estabilizada trouxe eficiência à construção civil. No entanto, sua performance depende de um conjunto de decisões técnicas que envolvem preparo industrial, logística e armazenamento adequado.

Na construção civil moderna, eficiência não depende apenas do material, mas da forma como ele é armazenado e aplicado. A escolha correta do recipiente impacta diretamente a qualidade final da obra.

A UP Equipamentos desenvolve soluções alinhadas a essa lógica, apoiando construtoras e fornecedores na otimização do processo.

CONHEÇA AS CAIXAS DE ARGAMASSA UP

 

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Andaimes na construção civil: cuidados, normas e erros que comprometem a segurança na obra

Tempo de Leitura: 6 minutos.

Os andaimes na construção civil são estruturas provisórias usadas para dar acesso seguro a áreas elevadas durante obras, reformas, pinturas, manutenções e reparos.

Eles permitem que trabalhadores executem atividades em altura com apoio para ferramentas, materiais e movimentação durante o serviço.

No entanto, o uso de andaimes exige atenção técnica. A montagem, a instalação e a utilização precisam seguir critérios de segurança, capacidade de carga, nivelamento, acesso adequado e proteção contra quedas. 

Quando esses cuidados não são respeitados, o equipamento deixa de ser uma solução de apoio e passa a representar risco para a equipe, para a estrutura e para o andamento da obra.

O que você vai encontrar nesse artigo

  • O que são andaimes na construção civil?
  • Para que servem os andaimes em uma obra?
  • Cuidados antes da montagem e uso de andaimes
  • O que a NR 18 exige para o uso de andaimes?
  • 5 erros no uso de andaimes tubulares que aumentam o risco na obra
  • Como escolher andaimes com mais segurança?
  • Perguntas frequentes sobre andaimes na construção civil

O que são andaimes na construção civil?

O andaime é uma estrutura provisória montada para sustentar trabalhadores, ferramentas e materiais durante atividades realizadas em locais elevados. Ele facilita o acesso a pontos da obra que não poderiam ser alcançados com segurança apenas a partir do piso.

Na construção civil, os andaimes são utilizados em diferentes etapas, como execução de fachadas, alvenaria, pintura, reboco, manutenção, instalações, reparos e acabamentos. A estrutura permite que a equipe trabalhe com mais alcance, estabilidade e organização.

Apesar disso, o andaime não pode ser tratado como um equipamento simples de apoio. Sua utilização precisa considerar o tipo de serviço, a altura de trabalho, a carga aplicada, a superfície de apoio, o acesso dos trabalhadores e as condições do ambiente.

Para que servem os andaimes em uma obra?

Na prática, os andaimes podem ser usados para:

  • Acessar fachadas e paredes externas;
  • Executar serviços de pintura, reboco e acabamento;
  • Realizar manutenções em estruturas elevadas;
  • Apoiar trabalhos em alvenaria;
  • Facilitar instalações elétricas, hidráulicas ou industriais;
  • Organizar ferramentas e materiais durante o serviço em altura;
  • Aumentar a segurança em atividades que exigem estabilidade.

O principal objetivo é permitir que o trabalhador execute a atividade com uma base adequada, sem improvisos, sem escaladas na própria estrutura e sem uso de equipamentos inadequados sobre a plataforma.

Cuidados antes da montagem e uso de andaimes

Antes de montar ou utilizar andaimes na construção civil, é necessário avaliar as condições do local e da estrutura. A segurança começa antes do trabalhador subir no equipamento.

Entre os principais cuidados, estão:

  • Verificar se o solo ou a base de apoio está nivelada e resistente
  • Confirmar se o andaime está montado no prumo
  • Respeitar a capacidade de carga indicada para o equipamento
  • Garantir que o piso da plataforma esteja completo, nivelado, antiderrapante e travado
  • Utilizar guarda-corpo e rodapé quando exigido
  • Garantir acesso seguro por escadas ou sistemas adequados
  • Verificar se os rodízios estão travados em andaimes móveis
  • Evitar o uso em condições climáticas adversas, como chuva intensa ou vento forte
  • Manter trabalhadores capacitados para montagem, desmontagem e uso
  • Exigir o uso dos EPIs necessários para a atividade em altura

Esses pontos reduzem riscos de queda, tombamento, instabilidade, deslocamento indevido e sobrecarga na plataforma.

O que a NR 18 exige para o uso de andaimes?

A NR 18 estabelece requisitos de segurança para atividades na indústria da construção, incluindo o uso de andaimes e plataformas de trabalho. 

A empresa deve projetar os andaimes por meio de um profissional legalmente habilitado, fabricá-los com registro no conselho de classe competente e fornecer um manual de instruções em português junto com o equipamento.

A norma também reforça que a estrutura precisa suportar, com segurança, as cargas de trabalho previstas. 

Isso inclui o peso dos trabalhadores, ferramentas, materiais e demais elementos utilizados durante a execução da atividade.

Outro ponto importante é a plataforma de trabalho. O piso do andaime deve ter forração completa, ser antiderrapante, estar nivelado e permanecer fixado ou travado de forma segura. Essa exigência evita deslocamentos inesperados, aberturas, instabilidade e risco de queda durante a execução do serviço.

A NR 18 também exige atenção ao acesso. O trabalhador não deve escalar a estrutura do andaime para chegar até a plataforma. O acesso precisa ser feito por meio seguro, como escadas ou sistemas adequados para subida e descida.

Além disso, a montagem, a desmontagem e a movimentação de andaimes devem seguir as instruções do projeto, do fabricante ou do locador. Qualquer improviso pode comprometer a estabilidade da estrutura e aumentar o risco de acidente.

5 erros no uso de andaimes tubulares que aumentam o risco na obra

1. Apoiar o andaime em base inadequada

Um dos erros mais comuns é montar o andaime diretamente sobre uma superfície irregular, instável ou sem capacidade de suporte. Quando a base não está nivelada, o equipamento pode perder estabilidade e comprometer a segurança de quem trabalha sobre ele.

Antes da montagem, é necessário verificar se o local suporta o peso da estrutura, dos trabalhadores e dos materiais. Em andaimes móveis, os rodízios devem estar em boas condições, possuir travas e suportar a carga prevista para o equipamento.

2. Ignorar o limite de carga da plataforma

Todo andaime tem uma capacidade de carga que a equipe precisa respeitar. Excesso de trabalhadores, ferramentas ou materiais sobre a plataforma pode comprometer a estrutura e aumentar o risco de queda, deformação ou colapso.

Por isso, distribua a carga de forma uniforme, mantenha a circulação livre e evite concentrar peso em um único ponto da plataforma.

3. Movimentar o andaime com trabalhadores sobre ele

O deslocamento de andaimes com trabalhadores sobre a estrutura é uma prática perigosa. Durante a movimentação, qualquer irregularidade no piso, desnível, obstáculo ou falha no controle pode causar queda ou tombamento.

Antes de mover o equipamento, todos os trabalhadores devem descer da plataforma, os materiais soltos devem ser retirados ou fixados, e o trajeto precisa estar livre para a movimentação segura.

4. Usar escadas ou improvisos sobre a plataforma

Outro erro recorrente é colocar escadas, caixas, cavaletes ou outros elementos sobre a plataforma para alcançar pontos mais altos da obra. Essa prática altera a estabilidade do trabalhador e aumenta muito o risco de queda.

Quando a altura do andaime não atende à necessidade do serviço, a solução correta é ajustar a estrutura, aumentar a altura conforme orientação técnica ou avaliar outro equipamento adequado para trabalho em altura.

5. Trabalhar com piso incompleto, solto ou sem proteção

O piso do andaime precisa estar completo, nivelado, resistente, antiderrapante e fixado de forma segura. Plataformas com vãos, peças soltas, madeira danificada ou superfície escorregadia aumentam o risco de acidentes.

Quando houver uso de piso de madeira, o material deve estar em boas condições, sem rachaduras ou imperfeições que comprometam a resistência. Também é importante evitar pintura que possa esconder falhas na madeira.

Checklist rápido antes de usar andaimes na obra

Ponto de verificação O que observar
Base de apoio Deve estar firme, nivelada e resistente
Estrutura Precisa estar montada no prumo e sem peças danificadas
Plataforma Deve ter piso completo, antiderrapante, nivelado e travado
Carga Deve respeitar o limite indicado no projeto ou manual
Acesso Deve ser feito por escada ou sistema seguro
Proteção Deve incluir guarda-corpo, rodapé e medidas contra queda quando aplicável
Rodízios Devem estar travados durante o uso do andaime móvel
Ambiente Deve estar livre de riscos adicionais, como vento forte, chuva intensa ou solo instável
Equipe Deve estar capacitada e equipada com os EPIs necessários

Como escolher andaimes com mais segurança?

A empresa deve escolher o andaime considerando o tipo de obra, a altura de trabalho, a carga necessária, o tempo de uso e as condições do canteiro. Mais do que comprar ou alugar uma estrutura, a empresa precisa garantir que o equipamento atenda às atividades da obra.

Antes de escolher, avalie:

  • Se o andaime atende à altura necessária
  • Se a capacidade de carga é compatível com o serviço
  • Se as peças estão em bom estado
  • Se o equipamento possui manual de instruções
  • Se a montagem pode ser feita com segurança
  • Se há sistema de acesso adequado
  • Se o fornecedor oferece orientação técnica
  • Se o equipamento atende às exigências aplicáveis da NR 18

Andaimes bem escolhidos ajudam a reduzir improvisos, organizar melhor o trabalho em altura e evitar atrasos causados por falhas de montagem, instabilidade ou interdição do equipamento.

Andaime certo reduz risco, improviso e atraso na obra

Os andaimes são indispensáveis na construção civil para atividades em altura, mas a equipe só garante segurança e desempenho quando escolhe, monta e utiliza esses equipamentos com critério.

Base nivelada, plataforma segura, limite de carga respeitado, acesso adequado e equipe capacitada não são detalhes: são pontos que evitam acidentes, retrabalho e interrupções no canteiro.

Quando a obra trabalha com equipamentos adequados, a rotina fica mais segura e previsível. Por isso, antes de iniciar qualquer serviço em altura, avalie as condições do andaime e conte com fornecedores que entregam estrutura, orientação e disponibilidade para a operação não parar.

Precisa de andaimes para sua obra? Fale com a equipe da UP Equipamentos e encontre a solução certa para trabalhar em altura com mais segurança e praticidade.

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Há 25 anos na construção civil, trabalhador cria canal de vídeos e faz sucesso na web

Tempo de Leitura: 3 minutos.

Vídeos onde Josias Rodrigues compartilha conhecimentos do canteiro de obras têm em média 5 milhões de visualizações. ‘O pedreiro precisa valorizar a sua profissão’, diz o morador de Paraguaçu Paulista.

Depois de 25 anos trabalhando na construção civil, Josias Rodrigues, de 38 anos, resolveu que queria fazer mais. Mesmo com pouca experiência na produção de vídeos, o morador de Paragauaçu Paulista resolveu criar um canal no YouTube para compartilhar seus “macetes” dentro do canteiro de obras.

Isso foi há dois anos e meio. Josias começou gravando com o celular no seu dia a dia de trabalho, nas obras que gerencia na sua empresa.

“A minha ideia era mostrar como a construção civil funciona na prática. Ensinar o passo a passo mesmo”, conta. No entanto, Josias precisou enfrentar algumas dificuldades ao longo do processo até seu canal chegar ao nível que está atualmente, com 380 mil inscritos.

 

“No começo, quase não tinha visualizações. Mas, aos poucos, fui adaptando a linguagem técnica para uma mais simples e, assim, ganhando cada vez mais seguidores”, conta o trabalhador.

 

Para Josias, a linguagem simples ajuda a alcançar o trabalhador que, de fato, está no canteiro de obras todos os dias. Além de também contribuir para que pessoas que não são do ramo possam aprender com o conteúdo.

“É a linguagem do canteiro de obras. É a linguagem do pedreiro. Não estou interessado em usar termos técnicos, só quero passar o conhecimento que tenho para que outros profissionais possam melhorar cada dia mais”, relata.

Novo segmento

O YouTube tem, atualmente, mais de um bilhão de usuários, o que representa quase um terço dos usuários da Internet no mundo todo. Dentro da plataforma, há vídeos sobre conteúdos dos mais diversos.

Para Josias, os vídeos de construção ainda estão ganhando espaço aos poucos, mas, a expectativa para o futuro é que o segmento cresça cada vez mais. Atualmente, os vídeos do canal têm mais de 5 milhões de acessos todo mês.

“Vídeos desse tipo estão virando uma febre dentro do YouTube. Meu canal já está com 384 mil seguidores. Isso é muita coisa. Mas, acho que ainda é um nicho a ser explorado e tem muito potencial para crescer cada vez mais”, comenta Josias.

Atualmente, a meta de Josias Rodrigues é fazer com que o canal alcance 500 mil inscritos até o final do ano. Mas, mais do que isso, o objetivo é levar conhecimento para mais pessoas. “Os números são só uma consequência. O que importa mesmo é ajudar as pessoas”, conta.

“Pedreiro tem valor”

 

Para o youtuber, o canteiro de obras faz parte do dia a dia há mais de 25 anos e, por fazer parte desse setor, reconhece que, um dos principais problemas é a desvalorização do profissional. Segundo Josias, o problema já ocorre há tanto tempo que os trabalhadores acabam desvalorizando o próprio serviço.

 

“O pedreiro precisa deixar de ser ‘informal’. Ele é um profissional e tem tanto valor quanto qualquer outro”, diz.

 

Recentemente, Josias começou a cursar arquitetura, com o objetivo de aumentar ainda mais os conhecimentos da área. Perto de se formar, ele reforça ainda mais a necessidade do trabalhador procurar a capacitação.

Com os vídeos, ele pretende, de um jeito simples e didático, fazer com que estes profissionais se valorizem mais, para que possam aprimorar seu trabalho e gerar um retorno positivo.

“Procuro mostrar o passo a passo mesmo. Explicar como faz, qual é o processo e todas as etapas envolvidas. Com isso, posso ajudar os profissionais da área e também pessoas que contratam esse tipo de serviço. Assim, elas podem monitorar o processo e serão capazes de identificar qualquer erro”, relata.

 

Reconhecimento

 

O trabalho duro desses quase três anos fez com que o canal crescesse e desse a Josias oportunidades que ele jamais imaginara. “Tive a oportunidade de ir para a Expo Revestir, que é um dos maiores eventos da América Latina dedicado ao setor de arquitetura e construção”, conta.

Além das oportunidades, o youtuber recebeu uma placa em comemoração à quando atingiu o número de 100 mil inscritos no canal.

https://www.youtube.com/user/pastorjosiaspta/featured

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A Engenharia Civil e as inovações tecnológicas

Tempo de Leitura: 2 minutos.

As interações entre tecnologia, indivíduos, organização e ambiente externo são entendidas como determinantes para que novos produtos ou sistemas construtivos sejam implantados com sucesso. O objetivo deste trabalho é discutir as barreiras da adoção e difusão de inovações na construção civil.

A inovação tecnológica, imperativa em todos os setores industriais, se faz necessária na atualidade de um ambiente marcado pelas rápidas mudanças no quadro mundial da economia. Esta realidade torna muitas empresas com características inovadoras mais competitivas no mercado em que atuam.

A decisão pela implantação de novas tecnologias é um processo através do qual um indivíduo conhece uma inovação, forma a opinião, rejeita ou adota uma nova ideia, e confirma esta decisão.

O uso de novas tecnologias leva o crescimento do setor como um todo, tanto pela industrialização dos meios necessários quanto pela sua execução. Por meio de ferramentas e equipamentos apropriados às atividades, sejam eles de execução do produto, ou de caráter administrativo, tem-se como consequência um produto final de melhor qualidade e a um menor custo.

Uma das dificuldades encontradas na implementação de novas tecnologias é a falta de padronização de seus materiais e componentes como um dos grandes entraves ao desenvolvimento do setor.

Outro problema encontrado é o conhecimento, por causa da dificuldade vivida pelos engenheiros das construtoras brasileiras em obter informações mais consistentes dos exportadores. Mesmo depois de alguns anos de introdução de uma nova tecnologia, os técnicos envolvidos não têm o completo domínio do processo de produção.

Outras barreiras podem ser identificadas como os processos administrativos complexos, financeiros, ênfase exclusiva na redução de custos e resistência por parte dos colaboradores e a dúvidas quanto à qualidade de novos produtos.

O setor da construção civil é considerado tecnologicamente atrasado. Por outro lado, cada vez mais as empresas brasileiras estão introduzindo em seus canteiros, inovações tecnológicas que aumentam sua produtividade, racionalizam processos construtivos, reduzem o consumo de materiais e agilizam o serviço através de um melhor aproveitamento dos mesmos, além de promover condições seguras na realização das atividades.

Fonte: https://omunicipio.com.br/engenharia-civil-e-inovacoes-tecnologicas/

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Prejuízo da construção já ultrapassa R$ 2,9 bilhões

Tempo de Leitura: 2 minutos.

Uma estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) revela que os oito dias de greve dos caminhoneiros causaram perdas na ordem de R$ 2,9 bilhões ao setor. Para além das perdas imediatas, o mercado estima que a falta dos produtos nos canteiros de obras pode postergar o calendário de entregas do setor neste ano.

“Depois de tirar os trens do trilho, colocar ele de volta não é fácil”, resume o presidente da Cbic, José Carlos Martins. De acordo com o executivo, o setor também tem sentido o efeito da nova politica de preços da Petrobras, já que o segmento sente a forte oscilação na compra de materiais.

 

“Os aumentos também tiveram impacto considerável sobre todos os contratos de empreendimentos que utilizam esses produtos: obras rodoviárias, pavimentações urbanas, reposições de pavimentos em obras de saneamento, serviços complementares em loteamentos, obras do Minha Casa, Minha Vida, entre outros”, conta.

Canteiro de obrasDentro das construções em andamento, a falta de produtos atrapalhou o calendário de obras por todo País. “Com a entrega dos insumos completamente parada, soube de obras sem atividade nenhuma em vários locais do Brasil”, contou ao DCI, o engenheiro civil e conselheiro do Sindicato da Construção de Minas Gerais (Sinduscon MG), José Francisco Rodrigues Montes.

O engenheiro estima que os atrasos, principalmente na entrega de concreto e cimento, compromete todo o calendário de entrega da construtora. “Os lançamentos já estão menores que o ideal para o mercado ter uma retomada, e com esses atrasos muito possivelmente o fim das obras será jogado mais para frente”, comenta.

Segundo uma estimativa do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC) até o último domingo apenas 5% da produção nacional chegou aos seus destinos. A estimativa é que a situação se normalize apenas em mês. “Como as fábricas funcionam em regime de operação contínua, cimenteiras de todo o País estão sofrendo impactos, tanto na distribuição do produto como nas entregas dos insumos necessários à sua fabricação”, disse o sindicato em nota.

Em média, a indústria de cimento distribui diariamente 200 mil toneladas de cimento no País, com o transporte rodoviário respondendo por 96% da distribuição.

Ligado fortemente à construção, a empresa de locação de equipamento LocaMais, que fica na região do Ipiranga, em São Paulo, precisou cancelar boa parte das entregas.

“Nossas máquinas são movidas a combustível, e não conseguimos reabastecer. Como a locação é feita por contrato, terei que ressarcir os locadores”, comenta o gerente geral da empresa, Gustavo Pina.

De acordo com ele, alguns contratantes entraram em acordo para evitar multas, uma vez que os canteiros já estavam parados. “Temos quase que 90% das máquinas paradas hoje. Muito possivelmente até o fim da semana só teremos como fazer locação de pequenos equipamentos, como furadeiras”, lamenta.

fonte:https://www.dci.com.br/servicos/greve-tirou-r-2-9-bi-da-construc-o-1.711156

https://upequipamentos.com.br/

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Quais são as tendências da engenharia civil para 2018?

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Diante das crises nos anos anteriores, o segmento da construção se viu com problemas e, então, passou a focar na redução de custos e na melhoria da rentabilidade. Com perspectivas positivas para 2018, as tendências da engenharia civil preveem que o mercado invista ainda mais em soluções tecnológicas e a cultura de inovação se consolide na engenharia civil.

Neste novo cenário do setor, são as empresas que têm a capacidade de se adaptar e antecipar tendências que serão altamente competitivas no mercado. Já podemos dizer que as dificuldades que o setor enfrentou nos últimos anos começam a ficar para trás, gerando grandes expectativas de recuperação.

Para que você possa vislumbrar os rumos do setor em 2018, reunimos, neste artigo, uma série de tendências da engenharia civil. A maioria delas assimila a tecnologia para a resolução de problemas de gerenciamento em prol de decisões mais coerentes.

Retomada de crescimento

O Índice de Confiança da Construção (ICST) avançou 1,4 pontos em setembro de 2017, chegando a 77,5 pontos. Essa é a quarta alta consecutiva no indicador, que é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com a confiança em alta, o cenário futuro se mostra otimista.

Outro indicador importante que demonstra uma perspectiva mais otimista é a taxa de utilização da capacidade instalada da indústria de construção, que cresceu 0,3 pontos e chega a 62,1%. Este índice mensura a ociosidade no setor, que está em queda.

A indústria de engenharia civil também tem seu próprio Produto Interno Bruto (PIB). Esse número encolheu nos últimos anos, e ainda tem previsão de queda para 2017. Entretanto, a expectativa é de crescimento para 2018, de acordo com a Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC).

O motivo é o seguinte: a taxa Selic deve acumular redução de 7,5% até dezembro e estimular investimentos no mercado imobiliário. Sem contar que o governo deve retomar as Parcerias Público-Privadas (PPP), que devem injetar R$ 11 bilhões em obras de infraestrutura pública. Um montante tão grande influencia o mercado muito positivamente.

Serviços agregados

Em um cenário de desafios ao crescimento e à rentabilidade dos empreendimentos, a oferta de serviços agregados é uma das tendências da engenharia civil que pode fazer toda a diferença no faturamento das empresas do setor.

O objetivo é atrair novos clientes e fidelizar os atuais. Esses serviços podem vir na forma de entregas sem custo (no varejo), treinamentos, dicas de construção e reforma, parcerias com outras corporações, etc. Em 2018, a tendência do mercado é aumentar o uso dessa prática.

Capacitação da mão de obra

A falta de mão de obra qualificada é um dos grandes gargalos do setor de engenharia civil e construção. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a CBIC,  3 em cada 4 empresas atuantes nesse mercado enfrentam esse problema.

O segmento tem deficiências na capacitação de pessoal em todos os níveis. De acordo com um estudo da Firjan, desde operários, técnicos em construção e encarregados até engenheiros e arquitetos precisam de aprimoramento.

Além disso, o mesmo estudo aponta como tendência a realização de ações de capacitação em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), práticas modernas de gestão, métodos racionalizados, industrializados e inovadores de construção, e uso de novos materiais.

Smart cities

As smart cities (cidades inteligentes) são uma tendência para o convívio em sociedade no futuro. Esse novo conceito de urbe demanda sistemas mais eficazes de distribuição de energia, água e telecomunicações, além de tratamento de resíduos.

A engenharia civil pode contribuir para isso ao lançar mão de projetos de eficiência energética, de uso sustentável de recursos naturais e de automatização de serviços. Já existem muitas empresas investindo na implementação desses sistemas e, em 2018, a expectativa é de que essa prática ganhe ainda mais adeptos.

Construção enxuta

A construção enxuta é baseada no conceito “just in time”, já famoso em outros tipos de indústria. A ideia é que nada deve ser encaminhado à produção, transportado ou comprado antes do momento ideal.

Outras ações importantes são o corte de processos que não agreguem valor às obras, o controle do ritmo produtivo (para sua manutenção) e o monitoramento de procedimentos para a realização eficiente do trabalho.

Novas tecnologias: as principais tendências da engenharia civil

Inovação é a palavra-chave do setor de engenharia civil há algum tempo. Em 2018, ela será o grande paradigma para quem trabalha no segmento. Novas tecnologias, novos processos e novos métodos de execução serão bastante populares no ano que vem.

Uma das novidades é a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT). Ela tem se mostrado muito eficiente no canteiro de obras, quando usada para rastrear equipamentos e funcionários, conduzir drones e fazer combinações com o business intelligence, coletando dados que podem ser acompanhados em tempo real.

Outras inovações estão em processo de desenvolvimento ou já fazem parte de iniciativas de algumas empresas.

Veja alguns exemplos:

Tijolos inteligentes: são tijolos modulares e ecológicos. Eficazes, baratos e sustentáveis, quando feitos com material reciclável.Drones: os veículos aéreos não tripulados podem ser usados para fornecer imagens aéreas do canteiro de obras, além de serem úteis para o levantamento topográfico e a construção de modelos 3D de edifícios.

Impressão 3D: a impressão tridimensional é utilizada no desenvolvimento de projetos na área de construção, principalmente no estudo de aproveitamento de materiais recicláveis.
Sensores para os mais diversos tipos de análise: podem ser usados para monitorar equipamentos no canteiro de obras, a fim de prevenir panes, e no controle de situações que afetem a segurança do trabalho.
Sistemas informatizados: o uso de estruturas organizadas e coordenadas entre si facilitará o planejamento, a gestão e a integração de projetos, além de promover a especialização na cadeia produtiva (insumos, materiais e serviços).
Dispositivos móveis e softwares de gestão: a introdução de dispositivos móveis na rotina do canteiro de obras tende a aumentar nos próximos anos. Com esse recurso, é possível controlar variáveis da construção por meio de dados e, assim, obter menos falhas e maior segurança de informações.
Modularização: a fabricação de elementos estruturais fora do canteiro de obras também tende a crescer. Essa forma de construção permite otimizar os processos na construtora e acelerar as etapas do empreendimento.Desafios e dificuldades a se enfrentar
O cenário econômico, até aqui, tem sido bastante desfavorável para o setor de construção. No entanto, como vimos, o mercado começa a dar sinais de melhora e apresenta um cenário de otimismo em relação ao futuro.
As tendências da engenharia civil para 2018 comprovam que o caminho para o sucesso é difícil, mas que a retomada do setor é uma realidade muito próxima para quem não deixar de investir em métodos modernos e eficientes.

Fonte: https://www.mobussconstrucao.com.br/blog/2018/05/tendencias-da-engenharia-civil-2018/

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Quanto vale um dia de trabalho em uma obra de construção civil?

Tempo de Leitura: 3 minutos.

Você sabe dizer quanto custa um dia de trabalho nas obras da sua empresa? Não basta dividir o custo total do orçamento pelo número de dias até o fim da construção, se é isso que você está pensando.

O objetivo dessa pergunta não é fazer cálculos mirabolantes, mas ter uma ideia da quantidade de recursos financeiros perdidos a cada dia – ou semana, ou mês – de atraso na entrega de um empreendimento. De acordo com uma pesquisa da consultoria Delloite, a diferença entre o orçamento e o custo real de uma obra é de, em média, 21,7% – o que pode significar milhares ou até milhões de reais de diferença no final das contas.

Veja a seguir alguns exemplos de itens que devem ser levados em conta a cada dia de trabalho que não estava previsto no cronograma ou no orçamento:

Mão-de-obra

Além do salário pago aos empregados no canteiro de obras, é necessário contabilizar também os impostos e encargos relacionados à extensão da contratação. E isso pode ser potencialmente perigoso no caso de contratos temporários de prestação de serviços, já que a prorrogação dos trabalho por muito tempo pode acabar configurando vínculo empregatício e obrigar a empresa a empregar os funcionários pela CLT.

Materiais

Para cada serviço ou etapa da obra que atrasa, é bem provável que pedidos extras de materiais sejam necessários. Além dessas compras de materiais estarem fora do orçamento previsto, elas ainda podem sair mais caro do que os materiais comprados anteriormente – principalmente se as quantidades foram menores ou precisem ser entregues com urgência.

Há ainda a possibilidade do vendedor não ter a quantidade solicitada em estoque: nesse caso, será preciso comprar de outro estabelecimento, que pode ser mais caro e não dispor de condições vantajosas para a compra – como parcelamento, serviço de entrega imediata ou descontos.

Aluguel de equipamentos

Grande parte das construtoras não conta com equipamentos próprios por motivos óbvios: falta de espaço suficiente para guardá-los. Por isso, a opção mais procurada é o aluguel de equipamentos por empresas especializadas. Mas em caso de aumento no tempo de obra, o aluguel dos equipamentos por tempo extra pode ser acompanhado de multas, juros e tarifas extras no contrato com a locadora.

Em alguns casos, o contrato de aluguel pode ser renovado automaticamente durante igual período de tempo – por exemplo, se um equipamento alugado por 6 meses precisar permanecer por mais 3 meses em uso na obra, outro contrato de 6 meses pode ser automaticamente estabelecido e a construtora precisará arcar com os custos totais.

Como resolver este problema?

Depois que o cronograma da obra já foi extrapolado, é quase impossível resolver este problema. O ideal é que a empresa estruture suas ações no canteiro de obras previamente para que os gastos com dias, semanas ou meses a mais de trabalho sejam evitados.

Cálculo de produtividade

Principalmente nas pequenas e médias construtoras, calcular os níveis de produtividade em campo não é uma prática comum. No entanto, pode ser interessante – e mais fácil – estabelecer a porcentagem diária de cada serviço que deve ser executada, levando-se em conta a quantidade de profissionais em campo e a complexidade da tarefa.

O foco da gestão deve ser sempre o encurtamento do prazo total do projeto.

Confie na tecnologia

Estamos em 2018, mas muitas empresas da indústria da construção ainda apresentam uma série resistência ao uso de tecnologias que auxiliem nos trabalhos em obra e na gestão dentro do escritório. Além disso, outra estatística assusta: ao menos 25% do tempo dos gestores de obras é gasto apenas para solucionar problemas e imprevistos. Mas utilizar um bom software para gestão de projetos, cronograma físico-financeiro ou acompanhamento de serviços pode literalmente revolucionar a maneira como a empresa lida com suas obras e até com seus clientes.

Os benefícios vão desde uma gestão mais transparente do que está acontecendo em campo até a economia real de tempo e de recursos financeiros, já que é possível direcionar os trabalhos da obra de acordo com as prioridades, com foco na resolução de questões antes que elas se tornem problemas e prejuízos.

Neste caso, um exemplo é a construtora Tecnisa: depois de alguns meses utilizando o Construct em suas obras, a empresa otimizou os trabalhos e conseguiu eliminar de sua rotina um reunião semanal que consumia 5 horas dos engenheiros responsáveis. Com isso, o tempo pôde ser reinvestido em ações para o aumento da produtividade e redução de custos nas obras.

Fonte: https://constructapp.io/pt/quanto-vale-um-dia-de-trabalho-obra-de-construcao-civil/

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Construção civil assina convenção coletiva e encerra greve em SP

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Sindicatos que representam construtoras e trabalhadores no Estado de São Paulo fecham acordo sobre reajuste de salários e benefícios e retomam atividades nos canteiros

Representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) se reuniram para assinar a Convenção Coletiva de Trabalho, que põe fim à greve dos trabalhadores da construção da cidade de São Paulo, que começou na semana passada (15).

Ficou acordado o aumento de 1,69% sobre os salários. Sendo assim, trabalhadores não qualificados, como serventes, vigias, auxiliares etc. receberão R$ 1.440,87 por mês, ou R$ 6,55 por hora, para 220 horas mensais. Trabalhadores qualificados – pedreiros, armadores, carpinteiros, pintores – passam a receber R$ 1.752,80 por mês, ou R$ 7,97 por hora, para 220 horas mensais, enquanto os qualificados em obras de montagem de instalações industriais ficam com R$ 2.100,39 por mês, ou R$ 9,55 por hora, para 220 horas mensais.

O valor do tíquete-refeição passou para R$ 21,15 e do vale-supermercado mensal para R$ 300. Também foi instituído um banco de horas de 12 meses para empresas que desejarem aderir.

Entretanto, as demais disposições da convenção coletiva firmada em 2017 – como autorização para a criação de regulamentos internos para a utilização de celular no horário de trabalho nos canteiros de obras; as obrigações de contratantes e subcontratadas entre si e perante o Seconci-SP (Serviço Social da Construção); o valor das horas extras, e a obrigatoriedade do fornecimento de protetor solar e uniforme – continuam em vigor por dois anos segundo os ajustes da reforma trabalhista.

Para Antônio Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) as conquistas ainda não pararam. “Vamos continuar trabalhando para conseguir, agora, participação nos lucros e resultados, além de acertar os problemas de alimentação, saúde, segurança em cada canteiro de obra”.

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Prevenção de acidentes na construção civil: norma atualizada pelo Ministério do Trabalho

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Na quinta-feira, dia 19 de abril de 2018, a portaria nº 261 do Ministério do Trabalho, que foi publicada no Diário Oficial da União, trouxe mudanças à NR-18 para a melhoria no ambiente do setor.

A nova norma tem como objetivo trazer mudanças às instalações elétricas temporárias dos canteiros, a fim de evitar choques elétricos, possíveis quedas e soterramentos que acontecem frequentemente no setor.

Dessa forma, o trabalhador poderá executar seu trabalho mais confiante e com mais segurança. Em 2017, foi realizada uma revisão da NR-18, por meio de reuniões técnicas do Comitê Permanente Nacional, juntamente com alguns representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo em ação tripartite sob a coordenação do Ministério do Trabalho.

O texto deixa clara a exigência da implantação do dispositivo diferencial residual (DR) em todas as obras, o que está previsto na NR-10. Seu cumprimento também passa a ser obrigatório por parte das indústrias da construção civil.

Sobre a NR-18

A norma está ligada a obras realizadas em canteiros e atenta para o uso de armações de aço, cuidados quando há riscos de demolição, instalações elétricas, recursos adequados em equipamentos, andaimes e plataformas, entre outros.

Sendo assim, será possível melhorar a segurança e evitar o adoecimento do trabalhador, reduzindo as chances de risco no ambiente. Essa atualização da NR-18 faz parte de uma Campanha para a Prevenção de Acidentes de trabalho que acontece em todo o país, a qual segue de abril até novembro deste ano de 2018.

A importância do uso do EPI

A grande maioria dos trabalhadores sabe o que são EPIs ou ouviu falar a respeito. Para quem ainda não sabe, os EPIs são equipamentos de proteção individual, que por lei devem ser usados por trabalhadores em que a atividade destinada a ele ofereça qualquer situação de risco físico ou psicológico.

A importância dos EPIs é fundamental para as empresas, pois com eles é possível garantir a segurança da saúde física ou até mesmo psicológica dos empregados, evitando maiores problemas para a corporação.

É da responsabilidade da empresa fazer a substituição dos EPIs quando for necessário. Portanto, cabe ao funcionário usá-los de forma adequada e zelar pela conservação dos equipamentos.

Os EPIs são específicos para ajudar na proteção da face, visão, respiração, pés, cabeça e audição. Dependendo da atividade, em algumas situações, pode ser necessário o uso de EPIs antiqueda, como em trabalhos realizados nas alturas.

O trabalho dos funcionários pode ocorrer normalmente com o uso dos EPIs, já que eles não prejudicam a realização de suas atividades e nem interferem negativamente em sua produtividade, muito pelo contrário.

O funcionário é obrigado a fazer uso de seu equipamento de proteção individual no desempenho de suas funções. Vale lembrar que a não utilização poderá acarretar em consequências por tais atos dentro da empresa, como advertências, por exemplo.